Ah metade de mim, ah metade arrancada de mim... (2018)
- Authors:
- USP affiliated authors: FEUERWERKER, LAURA CAMARGO MACRUZ - FSP ; SIQUEIRA, PAULA MONTEIRO DE - FSP ; SANTOS, HELOISA ELAINE DOS - FSP
- Unidade: FSP
- Subjects: INTEGRALIDADE EM SAÚDE; PESSOAS EM SITUAÇÃO DE RUA; VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER; VULNERABILIDADE
- Language: Português
- Abstract: Este argo foi produzido a parr da vivência de trabalhadores/pesquisadores junto a mulheres em situação de grande vulnerabilidade que, em nome uma suposta “proteção” à criança, tem do negado o direito de viver sua maternidade. São mães órfãs de seus próprios filhos, sequestrados, muitas vezes antes mesmo da primeira mamada, em maternidades de várias cidades do país. A condição da mulher, negra, em situação de rua ou de grande vulnerabilidade social, associada ao uso de álcool e/ou outras drogas, tem sido um marcador para a ação violenta e conjunta de instuições como as da Saúde, da Assistência Social e Judiciário. O texto busca refler sobre a relação entre o ato de cuidar e a produção de tutela e autonomia, central nesta situação em que, tanto o sequestro de bebês como a defesa do direito das mães de terem seus filhos podem ser exercidos no âmbito do cuidar em saúde. O que está no cerne desse debate são os sendos do ato de cuidar. Este argo se propõe a apresentar e refler sobre esta situação para ajudar a romper o silêncio, amplificar a denúncia e avançar na disputa por um cuidado que ajude a produzir mais vidaThis arcle was produced based on the experience of working together with women living in huge vulnerability, whom had denied their right to motherhood in name of a supposed children "protecon". They are orphan mothers of their own children, legally kidnapped, many mes even before the first breaseed, in hospitals of several brazilian cies. Being woman, black, homeless or living in intense social vulnerability, associated with the use of alcohol and/or other drugs, have been considered enough to jusfy violent acon from Health, Social Assistance and Judiciary altogether. This arcle proposes a reflecon around the principles that guide instuonal acons that allow public authories to kidnap their babies, denying their right to keep their children custody, denying them opportunies of rebuilding their lives even under straight support and supervision. This arcle proposes to break the silence, amplify the denunciaon and advance in the dispute for a care that help to produce more life
- Imprenta:
- Publisher place: Porto Alegre
- Date published: 2018
- Source:
- Título: Revista Saúde em Redes
- ISSN: 2446-4813
- Volume/Número/Paginação/Ano: v.4, supl. 1, p.51-59, 2018
-
ABNT
SIQUEIRA, Paula Monteiro de et al. Ah metade de mim, ah metade arrancada de mim.. Revista Saúde em Redes, v. 4, p. 51-59, 2018Tradução . . Disponível em: http://revista.redeunida.org.br/ojs/index.php/rede-unida/article/view/919. Acesso em: 09 jan. 2026. -
APA
Siqueira, P. M. de, Hernandez, M. L., Furtado, L. A. C., Feuerwerker, L. C. M., Monteiro, H. V., & Santos, H. E. (2018). Ah metade de mim, ah metade arrancada de mim.. Revista Saúde em Redes, 4, 51-59. Recuperado de http://revista.redeunida.org.br/ojs/index.php/rede-unida/article/view/919 -
NLM
Siqueira PM de, Hernandez ML, Furtado LAC, Feuerwerker LCM, Monteiro HV, Santos HE. Ah metade de mim, ah metade arrancada de mim.. [Internet]. Revista Saúde em Redes. 2018 ;4 51-59.[citado 2026 jan. 09 ] Available from: http://revista.redeunida.org.br/ojs/index.php/rede-unida/article/view/919 -
Vancouver
Siqueira PM de, Hernandez ML, Furtado LAC, Feuerwerker LCM, Monteiro HV, Santos HE. Ah metade de mim, ah metade arrancada de mim.. [Internet]. Revista Saúde em Redes. 2018 ;4 51-59.[citado 2026 jan. 09 ] Available from: http://revista.redeunida.org.br/ojs/index.php/rede-unida/article/view/919 - "Oh pedaço de mim, oh metade amputada de mim..."
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