Teoria do capital humano e financiamento educacional no Estado de São Paulo, 1986-2003 (2014)
- Authors:
- Autor USP: JANUARIO, EDUARDO - FFLCH
- Unidade: FFLCH
- Sigla do Departamento: FLH
- DOI: 10.11606/D.8.2014.tde-13102014-175830
- Subjects: EDUCAÇÃO; INVESTIMENTOS; POLÍTICA EDUCACIONAL; CAPITAL HUMANO
- Language: Português
- Abstract: A pesquisa a seguir teve como objetivo principal mensurar o investimento em educação, Ensino Fundamental e Médio, no Estado de São Paulo no período de 1986-2003. Ao investigar o Balanço Geral do Estado de São Paulo, criou-se uma série histórica que permitiu analisar o comportamento dos dados e o perfil gráfico da despesa dos governos destinada à Secretaria da Educação. Essa verba foi redistribuída Às unidades orçamentárias, que são as subsecretarias submetidas à Secretaria da Educação, responsáveis pela ação direta no sistema educacional do Estado de São Paulo. Para ambos os casos, utilizou-se os métodos de análise quantitativa. Os aspectos econômicos foram observados pela ótica da teoria do capital humano. Para tanto, buscou-se descrever a trajetória da teoria, seus conceitos e sua importância na história recente da educação paulista. A disposição dos dados e o levantamento do número de matrícula permitiram ainda aferir o valor custo-aluno ano e mês, e a participação de cada unidade orçamentária na composição deste custo. Assim, foi possível comparar o valor do investimento, custo-aluno , em capital humano público e capital humano privado. A pesquisa também analisou aspectos históricos, as mudanças, as continuidades da educação paulista e as características da política educacional de cada governo no período
- Imprenta:
- Data da defesa: 12.03.2014
- Status:
- Artigo publicado em periódico de acesso aberto (Gold Open Access)
- Versão do Documento:
- Versão publicada (Published version)
- Acessar versão aberta:
-
ABNT
JANUARIO, Eduardo. Teoria do capital humano e financiamento educacional no Estado de São Paulo, 1986-2003. 2014. Dissertação (Mestrado) – Universidade de São Paulo, São Paulo, 2014. Disponível em: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8137/tde-13102014-175830/. Acesso em: 07 maio 2026. -
APA
Januario, E. (2014). Teoria do capital humano e financiamento educacional no Estado de São Paulo, 1986-2003 (Dissertação (Mestrado). Universidade de São Paulo, São Paulo. Recuperado de http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8137/tde-13102014-175830/ -
NLM
Januario E. Teoria do capital humano e financiamento educacional no Estado de São Paulo, 1986-2003 [Internet]. 2014 ;[citado 2026 maio 07 ] Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8137/tde-13102014-175830/ -
Vancouver
Januario E. Teoria do capital humano e financiamento educacional no Estado de São Paulo, 1986-2003 [Internet]. 2014 ;[citado 2026 maio 07 ] Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8137/tde-13102014-175830/ - Políticas de educação para as relações étnico-raciais na cidade de São Paulo: aspectos do estado neocolonial
- Racismo estrutural e infância negra: premissas para uma discussão conceitual e política sobre desenvolvimento infantil
- Rap...ensando a educação: Paulo Freire e a práxis antirracista
- Aspectos de uma economia neocolonial: a redistribuição da renda pública, Brasil, 2000-2013
- Política de combate à desigualdade racial e política educacional, Cidade de São Paulo - 2004-2018
- Ação afirmativa na educação básica: subsídios à medida de equidade do fundeb
- O novo Fundeb e a questão racial por Zara F. Tripodi, Eduardo Januário e Rosenilton S. de Oliveira
- Regulamentação do novo Fundeb: por que o “R” do VAAR deve ser traduzido como Raça?
- O financiamento da educação e medidas socioeducativas em espaços de privação de liberdade, Bahia e São Paulo, 2008-2020
Informações sobre a disponibilidade de versões do artigo em acesso aberto coletadas automaticamente via oaDOI API (Unpaywall).
Por se tratar de integração com serviço externo, podem existir diferentes versões do trabalho (como preprints ou postprints), que podem diferir da versão publicada.
How to cite
A citação é gerada automaticamente e pode não estar totalmente de acordo com as normas