Rainha Ginga e as metaficções históricas de José Eduardo Agualusa: uma análise a partir de Estação das Chuvas (1996), "Os Pretos Não Sabem Comer Lagosta" (1999) e Milagrário Pessoal (2010) (2021)
- Autor:
- Autor USP: MAIA, HELDER THIAGO CORDEIRO - FFLCH
- Unidade: FFLCH
- Assunto: LITERATURA ANGOLANA
- Language: Português
- Abstract: Neste trabalho, observamos como José Eduardo Agualusa produz três revisitações à história recente de Angola, e como, ao fazê-lo, constrói versões literárias da Rainha Ginga que trazem à tona questões importantes para pensar gênero/sexualidade, nacionalidade e raça. Nossa análise do romance Estação das chuvas (1996), do conto “Os pretos não sabem comer lagosta” (1999) e do romance Milagrário pessoal (2010) é baseada nos estudos de Inocência Mata (2006, 2014), Mário César Lugarinho (2016) e Helder Thiago Maia (2018), e busca encontrar propostas de leitura queer da personagem
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ABNT
MAIA, Helder Thiago. Rainha Ginga e as metaficções históricas de José Eduardo Agualusa: uma análise a partir de Estação das Chuvas (1996), "Os Pretos Não Sabem Comer Lagosta" (1999) e Milagrário Pessoal (2010). e-scrita, v. 12, n. ja/ju 2021, p. 216-231, 2021Tradução . . Acesso em: 28 fev. 2026. -
APA
Maia, H. T. (2021). Rainha Ginga e as metaficções históricas de José Eduardo Agualusa: uma análise a partir de Estação das Chuvas (1996), "Os Pretos Não Sabem Comer Lagosta" (1999) e Milagrário Pessoal (2010). e-scrita, 12( ja/ju 2021), 216-231. -
NLM
Maia HT. Rainha Ginga e as metaficções históricas de José Eduardo Agualusa: uma análise a partir de Estação das Chuvas (1996), "Os Pretos Não Sabem Comer Lagosta" (1999) e Milagrário Pessoal (2010). e-scrita. 2021 ; 12( ja/ju 2021): 216-231.[citado 2026 fev. 28 ] -
Vancouver
Maia HT. Rainha Ginga e as metaficções históricas de José Eduardo Agualusa: uma análise a partir de Estação das Chuvas (1996), "Os Pretos Não Sabem Comer Lagosta" (1999) e Milagrário Pessoal (2010). e-scrita. 2021 ; 12( ja/ju 2021): 216-231.[citado 2026 fev. 28 ] - Sexo e sensibilidades eróticas na literatura luso-brasileira de Oitocentos e da Belle Époque
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