Medidas aerodinâmicas, eletroglotográficas e acústicas na produção da fricativa pós-alveolar vozeada (2018)
- Authors:
- USP affiliated authors: PAGANELLI, JULIANA APARECIDA - EESC ; WERTZNER, HAYDÉE FISZBEIN - FM
- Unidades: EESC; FM
- DOI: 10.1590/2317-1782/20182017177
- Subjects: CRIANÇAS; TRANSTORNOS DA COMUNICAÇÃO; VOZ
- Language: Português
- Abstract: RESUMO Objetivo Descrever e correlacionar medidas fonológicas à aerodinâmica, EGG, acústica e julgamento perceptivo da produção do som /ʒ/, comparando o desempenho de crianças com e sem transtorno fonológico, falantes do Português Brasileiro. Método Participaram 30 crianças com idade entre 5:0 e 7:11 anos separadas em grupo controle e grupo de crianças com transtorno fonológico. Avaliou-se a fonologia (cálculo de PCC e PCC-R e ocorrência dos processos fonológicos) e as medidas aerodinâmicas (amplitude do fluxo aéreo oral e f0), eletroglotográficas (quociente de abertura) e acústicas (classificação do vozeamento). Resultados As crianças com transtorno fonológico apresentaram, numericamente, amplitude do fluxo oral relativo maior, f0 relativo menor e quociente de abertura indicativo de uma voz menos eficiente na produção do vozeamento quando comparadas às crianças sem transtorno fonológico. Os valores de weak voicing demonstraram que, em 66,1% das crianças com transtorno fonológico, o vozeamento da fricativa foi mais fraco, comparado ao da vogal seguinte, e a comparação entre grupos indicou que essas crianças apresentaram maior dificuldade no vozeamento. Quanto à descrição da classificação de vozeamento, de acordo com a análise acústica e do weak/strong voicing, verificou-se que há algumas variações, principalmente para a classificação “parcialmente desvozeado”. Conclusão Os resultados sugerem que as estratégias de produçãoe manutenção do vozeamento da fricativa vozeada /ʒ/ ainda são variáveis em crianças na idade estudada, porém as crianças com transtorno fonológico parecem ter mais dificuldades em utilizá-las de modo eficaz. Além disso, o estudo aponta para a importância da aplicação de provas complementares para um diagnóstico mais detalhado
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ABNT
HASHIMOTO, Patrícia Tiemi et al. Medidas aerodinâmicas, eletroglotográficas e acústicas na produção da fricativa pós-alveolar vozeada. Codas, v. 30, n. 3, p. e20170177, 2018Tradução . . Disponível em: https://doi.org/10.1590/2317-1782/20182017177. Acesso em: 21 fev. 2026. -
APA
Hashimoto, P. T., Pagan-neves, L. de O., Jesus, L. M. T. de, & Wertzner, H. F. (2018). Medidas aerodinâmicas, eletroglotográficas e acústicas na produção da fricativa pós-alveolar vozeada. Codas, 30( 3), e20170177. doi:10.1590/2317-1782/20182017177 -
NLM
Hashimoto PT, Pagan-neves L de O, Jesus LMT de, Wertzner HF. Medidas aerodinâmicas, eletroglotográficas e acústicas na produção da fricativa pós-alveolar vozeada [Internet]. Codas. 2018 ; 30( 3): e20170177.[citado 2026 fev. 21 ] Available from: https://doi.org/10.1590/2317-1782/20182017177 -
Vancouver
Hashimoto PT, Pagan-neves L de O, Jesus LMT de, Wertzner HF. Medidas aerodinâmicas, eletroglotográficas e acústicas na produção da fricativa pós-alveolar vozeada [Internet]. Codas. 2018 ; 30( 3): e20170177.[citado 2026 fev. 21 ] Available from: https://doi.org/10.1590/2317-1782/20182017177 - Percurso da Aquisição dos Encontros Consonantais e Fonemas em Crianças de 2:1 a 3:0 anos de idade
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Informações sobre o DOI: 10.1590/2317-1782/20182017177 (Fonte: oaDOI API)
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