Diferentes modelos biomecânicos afetam os valores de resistência ao dobramento em implantes zigomáticos não osseointegrados?: resultados preliminares de duas análises in vitro (2013)
- Authors:
- Bonachela, Wellington Cardoso
- Rossetti, Paulo Henrique Orlato - Universidade de São Paulo (USP)
- Nascimento, Mônica Lobo do - Universidade de São Paulo (USP)
- Ribeiro, Giselle Rodrigues
- Pimentel, Marcele Jardim - Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP)
- Rossi, André
- Tavarez, Rudys Rodolfo de Jesus - Universidade de São Paulo (USP)
- Autor USP: BONACHELA, WELLINGTON CARDOSO - FOB
- Unidade: FOB
- Subjects: MODELOS; BIOMECÂNICA; RESISTÊNCIA; IMPLANTES DENTÁRIOS; OSSO E OSSOS
- Language: Português
- Abstract: As técnicas existentes para posicionamento do implante zigomático geram variações no contato final osso/implante. Entretanto, clinicamente, não se sabe como isto afeta os valores de sobrevivência. O objetivo deste estudo foi verificar se diferentes modelos biomecânicos afetam os valores de dobramento em implantes zigomáticos não osseointegrados. Assim, duas investigações independentes foram realizadas; 60 implantes zigomáticos de 55 mm de comprimento foram utilizados. Na primeira etapa (M; n = 30), os implantes foram fixados em uma interface metálica. Na segunda etapa (B; n = 30), os implantes foram fixados em osso bovino congelado em temperatura controlada e retirados pouco antes do ensaio. Em cada etapa, as porções apicais dos implantes foram inseridas 8 mm, 10 mm e 12 mm nos blocos de fixação. Os implantes foram montados em 45 graus e submetidos à carga axial até deformação. Os valores máximos de dobramento foram registrados em quilogramas-força e o deslocamento em milímetros. Dentro de cada fase, os dados foram comparados pela análise de variância. O teste t Student foi usado para comparações entre as fases (nas respectivas profundidades de inserção). O nível de significância foi 5%. Na primeira etapa, as diferenças foram significativas apenas entre os grupos M8 e M12 (Anova um critério; p = 0,013). Entretanto, na segunda etapa, a comparação da força máxima entre os grupos não resultou em diferenças estatisticamente significantes. Os valores médios de dobramento nos grupos M foram estatisticamente maiores do que nos grupos B (p < 0,05). Pôde-se concluir que: a) nos modelos M, a resposta mecânica é melhor para implantes com 10 mm de inserção ou mais; b) o modelo biomecânico escolhido altera os valores de resistência ao dobramento.
- Imprenta:
- Source:
- Título: ImplantNews
- ISSN: 1678-6661
- Volume/Número/Paginação/Ano: v. 10, n. 3, p. 317-322, mai./jun. 2013
-
ABNT
BONACHELA, Wellington Cardoso et al. Diferentes modelos biomecânicos afetam os valores de resistência ao dobramento em implantes zigomáticos não osseointegrados?: resultados preliminares de duas análises in vitro. ImplantNews, v. 10, n. mai./ju 2013, p. 317-322, 2013Tradução . . Acesso em: 25 fev. 2026. -
APA
Bonachela, W. C., Rossetti, P. H. O., Nascimento, M. L. do, Ribeiro, G. R., Pimentel, M. J., Rossi, A., & Tavarez, R. R. de J. (2013). Diferentes modelos biomecânicos afetam os valores de resistência ao dobramento em implantes zigomáticos não osseointegrados?: resultados preliminares de duas análises in vitro. ImplantNews, 10( mai./ju 2013), 317-322. -
NLM
Bonachela WC, Rossetti PHO, Nascimento ML do, Ribeiro GR, Pimentel MJ, Rossi A, Tavarez RR de J. Diferentes modelos biomecânicos afetam os valores de resistência ao dobramento em implantes zigomáticos não osseointegrados?: resultados preliminares de duas análises in vitro. ImplantNews. 2013 ; 10( mai./ju 2013): 317-322.[citado 2026 fev. 25 ] -
Vancouver
Bonachela WC, Rossetti PHO, Nascimento ML do, Ribeiro GR, Pimentel MJ, Rossi A, Tavarez RR de J. Diferentes modelos biomecânicos afetam os valores de resistência ao dobramento em implantes zigomáticos não osseointegrados?: resultados preliminares de duas análises in vitro. ImplantNews. 2013 ; 10( mai./ju 2013): 317-322.[citado 2026 fev. 25 ] - A perda óssea radiográfica ao redor dos implantes de largo diâmetro se compara aos implantes de diâmetro estreito/convencional no mesmo paciente?
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