Maximal bite force and its association with temporomandibular disorders (2007)
- Authors:
- Autor USP: BONACHELA, WELLINGTON CARDOSO - FOB
- Unidade: FOB
- DOI: 10.1590/s0103-64402007000100014
- Subjects: DISFUNÇÃO TEMPOROMANDIBULAR; FORÇA DE MORDIDA; IDADE
- Language: Inglês
- Abstract: Espera-se que indivíduos com desordens temporomandibulares (DTM) tenham diminuição da força máxima de mordida (FMM). Desta forma, este estudo teve como objetivo comparar a FMM em indivíduos com DTM com um grupo controle e também avaliar esta associação com idade, gênero, peso e altura. Quarenta adultos saudáveis com dentição permanente completa foram divididos em 4 grupos de acordo com o gênero, presença ou ausência de sinais/sintomas de DTM (baseado no Research Diagnostic Criteria RDC) e submetidos a um teste de FMM com um gnatodinamômetro na área de incisivos e molares. A análise estatística foi realizada por meio de análise de variância e Student-Newman-Keuls (p=0,05), e a relação entre idade, gênero, peso, altura e MBF foi verificada pelo teste de correlação de Pearson. Não houve diferença nos resultados de FMM entre os grupos controle e DTM (p>0,05). As mulheres demonstraram menor FMM que os homens e menor FMM para as áreas anteriores do que para as áreas posteriores (p>0,05). Uma correlação significativa foi encontrada entre peso e FMM em indivíduos com DTM (p<0,05), exceto para a área anterior em mulheres. Foi observada uma correlação positiva entre FMM e altura em homens com DTM (p<0,05). Dentro das limitações deste estudo, é possível concluir que a força de mordida não foi afetada pela DTM. Uma correlação entre FMM e peso em indivíduos com DTM e entre FMM e altura em homens foi evidenciada
- Imprenta:
- Publisher place: Ribeirão Preto
- Date published: 2007
- Source:
- Título: Brazilian Dental Journal
- ISSN: 0103-6440
- Volume/Número/Paginação/Ano: v. 18, n.1, p. 65-68, 2007
- Este periódico é de acesso aberto
- Este artigo NÃO é de acesso aberto
-
ABNT
PEREIRA-CENCI, Tatiana et al. Maximal bite force and its association with temporomandibular disorders. Brazilian Dental Journal, v. 18, n. 1, p. 65-68, 2007Tradução . . Disponível em: https://doi.org/10.1590/s0103-64402007000100014. Acesso em: 11 fev. 2026. -
APA
Pereira-Cenci, T., Pereira, L. J., Cenci, M. S., Bonachela, W. C., & Del Bel Cury, A. A. (2007). Maximal bite force and its association with temporomandibular disorders. Brazilian Dental Journal, 18( 1), 65-68. doi:10.1590/s0103-64402007000100014 -
NLM
Pereira-Cenci T, Pereira LJ, Cenci MS, Bonachela WC, Del Bel Cury AA. Maximal bite force and its association with temporomandibular disorders [Internet]. Brazilian Dental Journal. 2007 ; 18( 1): 65-68.[citado 2026 fev. 11 ] Available from: https://doi.org/10.1590/s0103-64402007000100014 -
Vancouver
Pereira-Cenci T, Pereira LJ, Cenci MS, Bonachela WC, Del Bel Cury AA. Maximal bite force and its association with temporomandibular disorders [Internet]. Brazilian Dental Journal. 2007 ; 18( 1): 65-68.[citado 2026 fev. 11 ] Available from: https://doi.org/10.1590/s0103-64402007000100014 - A perda óssea radiográfica ao redor dos implantes de largo diâmetro se compara aos implantes de diâmetro estreito/convencional no mesmo paciente?
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Informações sobre o DOI: 10.1590/s0103-64402007000100014 (Fonte: oaDOI API)
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