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Análise da amplitude de abertura bucal e seu enquadramento em tabelas de quantificação do dano odontológico (2018)

  • Authors:
  • Autor USP: ROSA, GABRIELA CAUDURO DA - FO
  • Unidade: FO
  • Sigla do Departamento: ODS
  • Subjects: ABERTURA BUCAL; TRAUMATISMOS CRANIOCEREBRAIS; TRAUMATISMOS DENTÁRIOS
  • Keywords: Abertura bucal; Facial trauma; Mouth opening; Permanent disability rating chart; Tabela de incapacidades permanentes; Trauma facial
  • Language: Português
  • Abstract: Introdução: A região da face corresponde a parte do corpo mais atingida em casos de traumas. Isso ocorre por ser uma área sem proteção e de localização favorável. Traumas nessa região tem como principais causas acidente de trânsito, quedas ou agressões. A consequência mais prevalente é a fratura na região mandibular. Em decorrência disso, é possível perceber diversos prejuízos, dentre eles a limitação na abertura bucal. No entanto, para que seja definido um dano é necessário que se conheça o padrão de normalidade. O Código Civil brasileiro aponta que todo o dano causado por ato ilícito deve ser reparado proporcionalmente ao prejuízo criado na vítima. A utilização de tabelas na quantificação do dano corporal tem sido um elemento importante para a unificação da linguagem e dos critérios, permitindo que uma mesma situação seja avaliada e entendida de forma semelhante. Objetivo: a) Obter a média de abertura bucal de uma população brasileira associando com sexo, idade, estatura e perfil facial; b) Correlacionar a média de abertura bucal de pacientes considerados dentro do padrão de normalidade e pacientes com fratura mandibular; c) Correlacionar os valores de abertura bucal obtidos na pesquisa com a Tabela Nacional de Avaliação de Incapacidades Permanentes em Direito Civil da legislação portuguesa, a tabela brasileira SUSEP e a tabela DPVAT; d) Elaborar uma fórmula para a determinação da redução de abertura bucal. Metodologia: Um questionário relacionado a percepção de dor foiaplicado em pacientes do grupo controle e pacientes analisados em um hospital de São Paulo com fratura de mandíbula. Na sequência, foi verificada a abertura bucal máxima com um paquímetro e tomadas as medidas do terço médio e inferior para determinação do tipo de perfil facial. Além disso, através de um estadiômetro, foi medida a estatura. Os dados foram analisados estatisticamente e relacionados com as três tabelas citadas. Resultados: A média de abertura bucal no sexo masculino foi de 51,71 mm enquanto no sexo feminino foi de 47,94 mm onde foi encontrada correlação positiva entre sexo e abertura bucal. Entretanto não foi possível estabelecer significância com as demais variáveis. Quanto aos pacientes com fratura de mandíbula, a média de abertura bucal para homens foi de 38,91 mm e em mulheres de 41 mm, a etiologia mais prevalente foi acidentes automobilísticos e o local mais acometido foi na região condilar. Conclusão: Foi possível encontrar associação positiva com o sexo, onde homens tendem a ter uma abertura bucal maior que mulheres; Não foi encontrada relação significativa com idade, estatura e perfil facial; Pacientes com fratura mandibular possuem uma amplitude de abertura menor que pacientes considerados dentro dos padrões de normalidade; As tabelas brasileiras, DPVAT e SUSEP são insuficientes para valorar danos odontológicos e a tabela da legislação portuguesa necessita de adaptações e com base nas médias de abertura bucal obtidas, foram elaborada as seguintesfórmulas para o cálculo de redução de abertura bucal, onde para pacientes do sexo masculino usa-se RA=[100-(A.1,93) ] .0,3 e para o sexo feminino RA=[100-(A.2,08) ] .0,3
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 02.02.2018
  • Acesso à fonte
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    • ABNT

      ROSA, Gabriela Cauduro da. Análise da amplitude de abertura bucal e seu enquadramento em tabelas de quantificação do dano odontológico. 2018. Dissertação (Mestrado) – Universidade de São Paulo, São Paulo, 2018. Disponível em: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/23/23153/tde-04042018-110327/. Acesso em: 02 mar. 2026.
    • APA

      Rosa, G. C. da. (2018). Análise da amplitude de abertura bucal e seu enquadramento em tabelas de quantificação do dano odontológico (Dissertação (Mestrado). Universidade de São Paulo, São Paulo. Recuperado de http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/23/23153/tde-04042018-110327/
    • NLM

      Rosa GC da. Análise da amplitude de abertura bucal e seu enquadramento em tabelas de quantificação do dano odontológico [Internet]. 2018 ;[citado 2026 mar. 02 ] Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/23/23153/tde-04042018-110327/
    • Vancouver

      Rosa GC da. Análise da amplitude de abertura bucal e seu enquadramento em tabelas de quantificação do dano odontológico [Internet]. 2018 ;[citado 2026 mar. 02 ] Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/23/23153/tde-04042018-110327/


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