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O papel da fosforilação de maspina em resíduos de tirosina (2012)

  • Authors:
  • Autor USP: LONGHI, MARIANA TAMAZATO - IQ
  • Unidade: IQ
  • Sigla do Departamento: QBQ
  • Subjects: PROTEÍNAS; TRANSDUÇÃO DE SINAL CELULAR; GENES SUPRESSORES DE TUMOR; NEOPLASIAS MAMÁRIAS
  • Language: Português
  • Abstract: Maspina (mammary serpin) foi identificada em 1994 como uma serpina (serine protease inhibitor) que apresenta atividade de supressão tumoral. Foi classificada como uma serpina devido à homologia na sequência de aminoácidos, porém, maspina não apresenta atividade de inibição de serina proteases. Entre os efeitos biológicos de maspina estão a modulação da adesão, a inibição do crescimento e a invasão tumoral, a inibição da angiogênese, o efeito pró-apoptótico e o controle da resposta ao stress oxidativo, propriedades que contribuem para supressão tumoral. Esta diversidade de funções se reflete nos inúmeros ligantes de maspina e na sua localização subcelular, já que é encontrada na membrana plasmática, no citoplasma, núcleo e mitocôndrias. A localização subcelular de maspina guarda importante relação com sua função, já que foi demonstrado que sua localização nuclear está correlacionada com bom prognóstico em diversos tumores e seu efeito supressor de tumor foi observado somente quando maspina está localizada no núcleo. Entre os ligantes de maspina estão a HDAC1, IRF6, GST, HSP90 e HSP70, β1 integrina, uPAR e colágeno tipo I e III. O mecanismo molecular envolvido na regulação dessas atividades não foi elucidado, e até o momento, somente um gene e uma proteína de maspina foram descritos, desta forma alterações pós-traducionais devem estar envolvidas na regulação dessas atividades. Com objetivo de verificar se há modificações pós-traducionais em maspina, utilizamos célulasMCF10A, que expressam grande quantidade dessa proteína, e submetemos seu extrato proteico à separação por gel bidimensional seguido de western blot. Identificamos quatro formas de maspina com a mesma massa molecular (42kDa), mas pontos isoelétricos distintos. Três destas formas são sensíveis ao tratamento com fosfatase ácida, o que sugere que estas sejam fosforiladas. Utilizamos ainda peroxidovanadato de sódio, um potente inibidor de tirosina fosfatase para investigar o papel da fosforilação de maspina em resíduos de tirosina. Através de western blot e imunofluorescência, observamos que o tratamento das células com o inibidor resultou no aumento dos níveis celulares de maspina assim como no seu acúmulo no citoplasma. Deste modo, concluímos que existem três diferentes fosfoformas de maspina em células MCF10A e ainda a inibição de tirosinas fosfatases aumentam os níveis de maspina e resultam no acúmulo da proteína no citoplasma. Esses resultados sugerem que a fosforilação pode estar envolvida na localização subcelular de maspina e na regulação dos seus níveis proteicos na célula
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 30.10.2012
  • Acesso à fonte
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    • ABNT

      LONGHI, Mariana Tamazato; CELLA, Nathalie. O papel da fosforilação de maspina em resíduos de tirosina. 2012.Universidade de São Paulo, São Paulo, 2012. Disponível em: < http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/46/46131/tde-26042013-090949/ >.
    • APA

      Longhi, M. T., & Cella, N. (2012). O papel da fosforilação de maspina em resíduos de tirosina. Universidade de São Paulo, São Paulo. Recuperado de http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/46/46131/tde-26042013-090949/
    • NLM

      Longhi MT, Cella N. O papel da fosforilação de maspina em resíduos de tirosina [Internet]. 2012 ;Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/46/46131/tde-26042013-090949/
    • Vancouver

      Longhi MT, Cella N. O papel da fosforilação de maspina em resíduos de tirosina [Internet]. 2012 ;Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/46/46131/tde-26042013-090949/

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