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Estudo sobre a modulação do estrógeno e da condição alimentar na interação de leptina e de óxido nítrico para controle da função reprodutiva (2012)

  • Authors:
  • USP affiliated authors: OLIVEIRA, LARISSA LOPES BARBOSA DE - FMRP
  • Unidades: FMRP
  • Sigla do Departamento: RFI
  • Subjects: LECTINAS; ÓXIDO NÍTRICO; ESTRÓGENOS; REPRODUÇÃO
  • Language: Português
  • Abstract: A leptina é um dos mediadores da interação dos mecanismos de controle da função reprodutiva e do balanço energético. Porém, seus receptores não são expressos em neurónios produtores de hormônio liberador de gonadotrofinas (GnRH) no hipotálamo, indicando uma provável ação indireta através de interneurônios. Entre os prováveis neurónios, que modulam a secreção de GnRH, estão os neurónios NO (óxido nítrico). Nosso objetivo foi verificar se há interação da leptina e do NO em áreas encefálicas relacionadas ao controle da função reprodutiva, e se essa interac,ão é modulada por estrógeno e/ou condição alimentar. Métodos: Ratas Wistar, pesando cerca de 250 gramas, foram submetidas à ovariectomia e à estereotaxia para implantação da canula intracerebroventricular (i.c.v.), uma semana antes do experimento. A partir do quinto dia, elas receberam tratamento com cipionato de estradiol (10 ‘mü’g/rata) ou veículo (óleo vegetal, 0,1 ml/rata). Um grupo foi mantido em jejum por 48 horas antes do experimento e o outro, alimentado normalmente. No dia do experimento, 2 horas após a injeção i.c.v. de salina isotônica (controle) ou leptina (3‘mü’g/‘mü’1), os animais foram decapitados para a remoção dos encéfalos. Área preóptica medial (MPOA) e hipotálamo médio basal (HMB) foram microdissecados para avaliação do conteúdo proteico de nNOS (óxido nítrico sintase) por Westem Blotting e da expressão gênica de nNOS por RT-PCR. Os resultados foram submetidos à Análise de Variancia (ANOVA) multifatorial seguida de pós-teste de Duncan. Resultados: A expressão gênica e de proteína nNOS não alteraram significativamente, no HMB e na MPOA de animais alimentados tratados com leptina, e/ou estrógeno. Porém, nos animais em jejum,aumentaram no HMB com tratamento de estrógeno e leptina (i.c.v), assim como na MPOA com tratamento de estrógeno e leptina (icv), em relação aotratamento com óleo e salina (i.c.v) e com estrógeno e salina (i.c.v). Porém, esta diferença não foi encontrada com o grupo tratado com óleo e microinjeção i.c.v. de leptina. Conclusão: a leptina em presença de estrógeno aumentaria a expressão de óxido nítrico sintase (NOS) em áreas envolvidas no controle da função reprodutiva facilitando a atividade do eixo HPG. Assim, em situações de jejum quando há redução da leptina, a reposição de leptina só é efetiva para aumentar a expressão de óxido nítrico que ativa o eixo HPA, se estiver na presença de estrógeno
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 21.11.2012

  • How to cite
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    • ABNT

      OLIVEIRA, Larissa Lopes Barbosa de; FRANCI, Celso Rodrigues. Estudo sobre a modulação do estrógeno e da condição alimentar na interação de leptina e de óxido nítrico para controle da função reprodutiva. 2012.Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto, 2012.
    • APA

      Oliveira, L. L. B. de, & Franci, C. R. (2012). Estudo sobre a modulação do estrógeno e da condição alimentar na interação de leptina e de óxido nítrico para controle da função reprodutiva. Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto.
    • NLM

      Oliveira LLB de, Franci CR. Estudo sobre a modulação do estrógeno e da condição alimentar na interação de leptina e de óxido nítrico para controle da função reprodutiva. 2012 ;
    • Vancouver

      Oliveira LLB de, Franci CR. Estudo sobre a modulação do estrógeno e da condição alimentar na interação de leptina e de óxido nítrico para controle da função reprodutiva. 2012 ;


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