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Alterações histopatológicas de stents metálicos no endotélio coronariano" in vivo" (2012)

  • Authors:
  • Autor USP: AMARAL NETO, OTHON - Interunidades em Bioengenharia
  • Unidade: Interunidades em Bioengenharia
  • Subjects: CARDIOLOGIA; ARTRITE; CONTENEDORES; REVASCULARIZAÇÃO MIOCÁRDICA
  • Language: Português
  • Abstract: Duas técnicas invasivas para o tratamento da doença aterosclerótica coronariana oclusiva firmaram-se ao longo dos anos: revascularização cirúrgica do miocárdio e angioplastia transcutânea com stents metálicos. O estudo visa comparar as alterações histopatológicas causadas por stents metálicos coronarianos fabricados com a superliga de composição química em porcentagem em peso cromo 20%, tungstênio 15%, níquel 10% e cobalto restante, designada ASTM F. 90, revestidos, ou não, com carbeto de silício pelo processo de asperção térmica originando uma superfície hidrofílica. Stents com espessura das hastes entre 80 a 90 nm, área das células entre 1,4 a 2,1 'MM POT.2' e relação metal-artéria de 13 a 19%, em pacientes reestenosantes que sofreram posteriormente revascularização cirúrgica do miocárdio, com aqueles não submetidos à angioplastia prévia. Foram determinados dois grupos: grupo I ou grupo controle, pacientes que sofreram revascularização cirúrgica do miocárdio sem angioplastia prévia de qualquer natureza; grupo II pacientes submetidos à revascularização cirúrgica do miocárdio, após reestenose intra-stent coronariana. Pacientes de ambos os grupos foram avaliados rotineiramente quanto à indicação e risco cirúrgico e durante o procedimento convencional da revascularização cirúrgica do miocárdio utilizando circulação extracorpórea, antes de realizar a anastomose do enxerto vascular na coronária, amostras contendo pequenos fragmentos de endotélio foram retiradas juntamente com fragmentos dos stents, enviadas para análise histopatológica e produção de laminas coradas com H-E. Observou-se a presença de arterite crônica caracterizada por infiltrado mono nuclear em conjunto com fenômeno de proliferaçãofibroblástica e de musculatura lisa naqueles pacientes que apresentavam reestenose intra-stent, sendo mais intenso no local do stent. A visualização das superfícies dos stents em escala nanometrica (MFA) é de suma importância para análise estrutural das próteses, avaliando irregularidades nas superfícies recobertas das hastes dos stents. A persistência de arterite crônica coronariana avaliada por infiltrado linfomononuclear e proliferação de fibrocolágeno foi constatada em pacientes reestenosantes
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 02.03.2012
  • Acesso à fonte
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    • ABNT

      AMARAL NETO, Othon. Alterações histopatológicas de stents metálicos no endotélio coronariano" in vivo". 2012. Dissertação (Mestrado) – Universidade de São Paulo, São Carlos, 2012. Disponível em: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/82/82131/tde-15052012-143625/. Acesso em: 23 fev. 2026.
    • APA

      Amaral Neto, O. (2012). Alterações histopatológicas de stents metálicos no endotélio coronariano" in vivo" (Dissertação (Mestrado). Universidade de São Paulo, São Carlos. Recuperado de http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/82/82131/tde-15052012-143625/
    • NLM

      Amaral Neto O. Alterações histopatológicas de stents metálicos no endotélio coronariano" in vivo" [Internet]. 2012 ;[citado 2026 fev. 23 ] Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/82/82131/tde-15052012-143625/
    • Vancouver

      Amaral Neto O. Alterações histopatológicas de stents metálicos no endotélio coronariano" in vivo" [Internet]. 2012 ;[citado 2026 fev. 23 ] Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/82/82131/tde-15052012-143625/


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