Graus de dificuldade para formulação de diagnósticos e intervenções de enfermagem (2004)
- Authors:
- Autor USP: BASTOS, JOSINETE APARECIDA DA SILVA - EE
- Unidade: EE
- Sigla do Departamento: ENC
- Subjects: DIAGNÓSTICO DE ENFERMAGEM; INTERVENÇÃO DA ENFERMAGEM; PROCESSOS DE ENFERMAGEM
- Language: Português
- Abstract: Este estudo objetivou identificar os diagnósticos que as enfermeiras reconhecem como: 1) mais freqüentes em sua prática clínica; 2) mais difíceis de serem formulados; 3) mais difíceis para propor intervenções e 4) verificar as associações entre a freqüência de diagnósticos, a dificuldade para formular diagnósticos e a dificuldade para propor intervenções. Os 155 diagnósticos de enfermagem (DE) estudados foram divididos, compondo três questionários. A estimativa de freqüência, a dificuldade de formulação, e a dificuldade para propor intervenções para cada diagnóstico foram indicadas em escala tipo Likert de 5 pontos. O alfa de Chronbach variou de 0,90 a 097 entre os 3 tipos de questionários. Cada tipo de questionário foi respondido por 49 enfermeiras do Hospital Universitário da Universidade de São Paulo, totalizando 147 enfermeiras (97% = sexo feminino, idade média=35,1±8,3 anos; tempo médio de formadas=11,1 ±7,8 anos). Considerando os totais de DE em cada tipo de questionário, os escores médios de freqüência variaram de 2,2 a 2,3, os de dificuldade para formular variaram de 2,5 a 2,6, e os de dificuldade para propor intervenções de 2,9 a 3,0. Considerando cada diagnóstico, escores médios =3 foram definidos como altos para as três variáveis do estudo: freqüência, dificuldade para formular e dificuldade para propor intervenções. Entre as enfermeiras que cuidam predominantemente de adultos, 40 DE foram de alta freqüência, 59 foram de alta dificuldade para formular e 90 dealta dificuldade para a proposição de intervenções. Entre as enfermeiras que cuidam de pacientes pediátricos e de obstetrícia, 22 DE foram de alta freqüência, 67 de alta dificuldade de formulação e 82 de alta dificuldade para propor intervenções. Houve correlações significativas entre as variáveis dificuldade para formular os diagnósticos e dificuldade para propor intervenções de enfermagem nos 3 questionários (Pearson, coeficientes entre 0,75 ) e 0,83, p=0,000)
- Imprenta:
- Data da defesa: 18.06.2004
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ABNT
BASTOS, Josinete Aparecida da Silva. Graus de dificuldade para formulação de diagnósticos e intervenções de enfermagem. 2004. Dissertação (Mestrado) – Universidade de São Paulo, São Paulo, 2004. Disponível em: https://teses.usp.br/teses/disponiveis/7/7139/tde-17112006-114733/. Acesso em: 15 mar. 2026. -
APA
Bastos, J. A. da S. (2004). Graus de dificuldade para formulação de diagnósticos e intervenções de enfermagem (Dissertação (Mestrado). Universidade de São Paulo, São Paulo. Recuperado de https://teses.usp.br/teses/disponiveis/7/7139/tde-17112006-114733/ -
NLM
Bastos JA da S. Graus de dificuldade para formulação de diagnósticos e intervenções de enfermagem [Internet]. 2004 ;[citado 2026 mar. 15 ] Available from: https://teses.usp.br/teses/disponiveis/7/7139/tde-17112006-114733/ -
Vancouver
Bastos JA da S. Graus de dificuldade para formulação de diagnósticos e intervenções de enfermagem [Internet]. 2004 ;[citado 2026 mar. 15 ] Available from: https://teses.usp.br/teses/disponiveis/7/7139/tde-17112006-114733/ - O entre e o além da experiência de vida-morte
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