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Resistência à tração diametral e sorção de água de cimentos de ionômero de vidro utilizados no ART (2001)

  • Authors:
  • Autor USP: CEFALY, DANIELA FRANCISCA GIGO - FOB
  • Unidade: FOB
  • Sigla do Departamento: BAD
  • Subjects: MATERIAIS DENTÁRIOS; RESISTÊNCIA A TRAÇÃO; CIMENTOS DE IONÔMEROS DE VIDRO
  • Language: Português
  • Abstract: Comparou-se a resistência à tração diametral e a sorção de água de cimentos de ionômero de vidro modificados por resina: Fuji Plus (FP), Vitremer Luting Cement (V) e ProTec Cem (PC) com as de ionômeros de alta viscosidade indicados para o tratamento restaurador atraumático: Fuji IX (FIX) e Ketac Molar (KM). O Ketac Fil (KF) e o Ketac Cem (KC) foram usados como controle. Os ionômeros modificados por resina também foram testados em maior proporção pó/líquido a fim de se obter consistência restauradora (FPr, Vr e PCr). Para o teste de resistência à tração, 5 espécimes com 6 mm de diâmetro (d) e 3 mm de altura (h) foram preparados para cada período de teste (1 hora, 1 dia e 1 semana). A resistência à tração diametral foi determinada pela seguinte fórmula: 2C/pdh, onde C foi a carga na fratura. A máquina de testes Kratos foi utilizada a 0,5 mm/min. Os dados foram submetidos aos testes ANOVA a dois critérios e Tukey. As médias da resistência, em MPa, em 1 dia foram: 11,54 para FIX; 11,63 para KM; 9,79 para KF; 15,48 para FP; 21,43 para FPr; 19,39 para PC; 20,96 para PCr; 12,22 para V; 18,33 para Vr e 3,82 para KC. Para o teste de sorção de água, 5 espécimes (15 mm x 0,5 mm) foram preparados. Os espécimes foram armazenados em dessecadores, pesados até uma massa constante, imersos em água por 7 dias e pesados (M1). Depois, os espécimes foram submetidos a um segundo ciclo de dessecação até a obtenção de uma massa constante (M2). O volumede cada espécime (v)foi calculado. A sorção de água foi determinada pela seguinte fórmula: M1-M2/v. Os dados foram submetidos a ANOVA a um critério e ao teste de Tukey. As médias da sorção de água, em mg/mm3, foram: 137,66 para FIX; 100,97 para KM; 120,34 para KF; 257,99 para FP; 183,33 para FPr; 140,58 para PC; 126,12 para PCr; 248,54 para V; 171,71 para Vr e 170,28 para KC. O KM e FIX apresentaram resistência à tração significantemente menor que os ionômeros modificados na ) consistência restauradora. Exceto pelo PCr, os cimentos de ionômero de vidro modificados por resina na consistência restauradora apresentaram maior sorção de água que os de alta viscosidade e que o convencional
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 22.02.2001

  • How to cite
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    • ABNT

      CEFALY, Daniela Francisca Gigo; NAVARRO, Maria Fidela de Lima. Resistência à tração diametral e sorção de água de cimentos de ionômero de vidro utilizados no ART. 2001.Universidade de São Paulo, Bauru, 2001.
    • APA

      Cefaly, D. F. G., & Navarro, M. F. de L. (2001). Resistência à tração diametral e sorção de água de cimentos de ionômero de vidro utilizados no ART. Universidade de São Paulo, Bauru.
    • NLM

      Cefaly DFG, Navarro MF de L. Resistência à tração diametral e sorção de água de cimentos de ionômero de vidro utilizados no ART. 2001 ;
    • Vancouver

      Cefaly DFG, Navarro MF de L. Resistência à tração diametral e sorção de água de cimentos de ionômero de vidro utilizados no ART. 2001 ;

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