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Atendimentos realizados por times de respostas rápidas em hospitais (2017)

  • Autores:
  • Autor USP: DIAS, ALEXSANDRO DE OLIVEIRA - EERP
  • Unidade: EERP
  • Sigla do Departamento: ERG
  • Assuntos: HOSPITAIS; CUIDADOS MÉDICOS; PARADA CARDÍACA; PACIENTES
  • Palavras-chave do autor: Equipe de respostas rápidas de hospitais; Reanimação cardiopulmonar; Cardiopulmonary resuscitation; Heart arrest; Hospital rapid response team; Patient safety
  • Idioma: Português
  • Resumo: A segurança do paciente tornou-se indispensável para o sistema de saúde, portanto iniciativas vêm sendo implantadas, no decorrer dos anos, com vistas a reduzir os eventos adversos. A atuação do time de resposta rápida (TRR) consolida-se como estratégia para prover atendimento ao paciente que apresente sinais de deterioração clínica no setor de internação geral em hospitais. O serviço é formado por equipe multiprofissional capacitada para prestar tratamento intensivo ao paciente com quadro de deterioração clínica aguda no setor de internação, por meio de códigos (amarelo e azul) instituídos para seu acionamento, com vistas a reduzir a probabilidade de agravamento do quadro clínico ou risco de óbito imediato do paciente, durante o seu período de hospitalização. O estudo objetiva caracterizar as exigências críticas nos atendimentos emergenciais realizados por TRR, em um hospital público no estado do Paraná e um filantrópico no estado de São Paulo. Pesquisa descritiva, exploratória, qualitativa, com utilização da Técnica do Incidente Crítico como guia do processo metodológico, realizada por meio de entrevistas com 19 médicos, 20 fisioterapeutas e 23 enfermeiros. Os resultados encontrados foram agrupados em 89 incidentes críticos extraídos das entrevistas. A análise dos dados constou da identificação e do agrupamento de 220 comportamentos e 130 consequências. A partir das situações, comportamentos e consequências identificadas, destacam-se a necessidade da melhoria na viaaferente do TRR (reconhecimento da deterioração clínica e acionamento do TRR na unidade), a capacitação dos profissionais das unidades de internação para exercer as habilidades técnicas iniciais necessárias frente ao atendimento de emergência até a chegada do TRR, a falha na interação entre os diversos profissionais durante o atendimento do código azul com prejuízo na sistematização do atendimento de emergência para reverter o quadro de parada cardiorrespiratória dos pacientes e os sentimentos e emoções negativas geradas nos profissionais como dificultadores dos atendimentos emergenciais em código azul. Em relação aos destaques positivos a partir das situações, comportamentos e consequências identificados, ressaltam-se o tempo de chegada do TRR na unidade para realizar o atendimento de emergência, a sistematização do atendimento de reanimação cardiopulmonar realizada pela equipe multiprofissional, o restabelecimento das funções vitais do paciente após o atendimento e a sua transferência após a finalização do atendimento da unidade de internação para um ambiente de cuidados intensivos. Como principais sugestões ao TRR, os entrevistados pontuaram a importância da capacitação de atendimento de emergência aos profissionais das unidades de internação, a necessidade de mantê-los atuando exclusivamente no TRR, o número adequado de profissionais no quarto durante o atendimento de emergência e a importância do registro em prontuário do paciente sobre a decisão de não reanimaçãofrente aos cuidados paliativos. Destaca-se a expressiva frequência dos resultados positivos comparados aos negativos que permearam as situações, comportamentos e consequências decorrentes das entrevistas. Infere-se que mesmo ocorrendo dificuldades, enfrentadas por esses profissionais durante os atendimentos realizados aos pacientes que se tornam críticos nas enfermarias, predominaram os relatos positivos nas diversas categorias que legitimaram a importância da implantação desse serviço, como contribuição à qualidade e segurança dos que estão hospitalizados
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 18.12.2017
  • Acesso à fonte
    Como citar
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    • ABNT

      DIAS, Alexsandro de Oliveira; BERNARDES, Andrea. Atendimentos realizados por times de respostas rápidas em hospitais. 2017.Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto, 2017. Disponível em: < http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/22/22132/tde-28032018-183143/ >.
    • APA

      Dias, A. de O., & Bernardes, A. (2017). Atendimentos realizados por times de respostas rápidas em hospitais. Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto. Recuperado de http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/22/22132/tde-28032018-183143/
    • NLM

      Dias A de O, Bernardes A. Atendimentos realizados por times de respostas rápidas em hospitais [Internet]. 2017 ;Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/22/22132/tde-28032018-183143/
    • Vancouver

      Dias A de O, Bernardes A. Atendimentos realizados por times de respostas rápidas em hospitais [Internet]. 2017 ;Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/22/22132/tde-28032018-183143/

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