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Gênese e cronologia de feições erosivas superficiais e subsuperficiais (2017)

  • Autores:
  • Autor USP: BOVI, RENATA CRISTINA - ESALQ
  • Unidade: ESALQ
  • Sigla do Departamento: LSO
  • Assuntos: CONSERVAÇÃO DO SOLO; EROSÃO PLUVIAL; FÍSICA DO SOLO; MORFOLOGIA DO SOLO
  • Idioma: Português
  • Resumo: O solo é um recurso natural e fundamental para toda a vida terrestre e a questão da degradação do solo assume importância não apenas ambiental, mas também de ordem social e econômica. A erosão pela água da chuva é o mais severo tipo de erosão, podendo ser encontradas diversas feições erosivas resultantes desse processo tais como erosão laminar, em sulcos ou em voçorocas. Ainda, são encontradas as feições erosivas subsuperficiais (pipes), que embora sejam menos estudadas e difíceis de quantificar, provocam perdas de solo que podem ultrapassar as quantias advindas dos processos erosivos mais tradicionalmente estudados. O objetivo deste trabalho foi o de entender a gênese das feições erosivas superficiais e subsuperficiais através da análise dos atributos físico-hídricos do solo e do relevo. Foi efetuado o mapeamento subsuperficial de pipes e a caracterização dos materiais de subsuperfície por meio da técnica geofísica da eletrorresistividade. Aliado a isso, utilizou-se a técnica da dendrogeomorfologia como ferramenta para datação, quantificação e reconstrução da dinâmica dos processos erosivos ocorrentes na área de estudo. Os resultados demonstraram que a gênese e desencadeamento dos pipes da área de estudo foi governada por fatores concorrentes, dada a complexidade da área de estudo, tais como gradiente de atributos físicos entre horizontes do solo (textura, estrutura, porosidade), estrutura e composição geológica, e gradientes topográficos. Fatores neotectônicos emorfoestruturais também poderiam estar afetando, entretanto devem ser melhor estudados. O método da eletrorresistividade foi eficiente na caracterização da geometria dos materiais em subsuperfície e na deteccção da presença de pipes, colapsados e ainda não colapsados, sendo importante para não subestimar os processos subsuperficiais. Os resultados obtidos também demonstraram o potencial da espécie Esenbeckia leiocarpa para estudos dendrogeomorfológicos, uma vez que as mudanças nos padrões de crescimento após a exposição das raízes possibilitaram datar o primeiro ano de exposição. A técnica da dendrogromorfologia se mostrou eficaz em entender a dinâmica do processo de sistemas complexos, tais como a abertura de voçorocas e voçorocas efêmeras e que a subsidência da superfície do solo causada pelos pipings é responsável pela formação e evolução das voçorocas efêmeras e pela ramificação da voçoroca principal
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 12.07.2017
  • Acesso à fonte
    Como citar
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    • ABNT

      BOVI, Renata Cristina; COOPER, Miguel. Gênese e cronologia de feições erosivas superficiais e subsuperficiais. 2017.Universidade de São Paulo, Piracicaba, 2017. Disponível em: < http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/11/11140/tde-04012018-144113/ >.
    • APA

      Bovi, R. C., & Cooper, M. (2017). Gênese e cronologia de feições erosivas superficiais e subsuperficiais. Universidade de São Paulo, Piracicaba. Recuperado de http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/11/11140/tde-04012018-144113/
    • NLM

      Bovi RC, Cooper M. Gênese e cronologia de feições erosivas superficiais e subsuperficiais [Internet]. 2017 ;Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/11/11140/tde-04012018-144113/
    • Vancouver

      Bovi RC, Cooper M. Gênese e cronologia de feições erosivas superficiais e subsuperficiais [Internet]. 2017 ;Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/11/11140/tde-04012018-144113/


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