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Biomarcadores genéticos na hemorragia subaracnoidea aneurismática em pacientes da Amazônia (2017)

  • Autores:
  • Autor USP: PASCHOAL, ERIC HOMERO ALBUQUERQUE - FM
  • Unidade: FM
  • Sigla do Departamento: MNE
  • Assuntos: HEMORRAGIA SUBARACNOIDE; ANEURISMA INTRACRANIANO; POLIMORFISMO; ESPASMO CEREBRAL; ISQUEMIA CEREBRAL; MUTAÇÃO
  • Palavras-chave do autor: Cerebral ischemia; Cerebral vasospasm; Genetic polymorphism; Intracranial aneurysm; Subarachnoid hemorrhage
  • Idioma: Português
  • Resumo: Hemorragia subaracnoidea aneurismática (HSAa) é considerada causa importante de morte e de sequelas neurológicas. A taxa de mortalidade desta doença pode alcançar 50% nos primeiros dois meses após sangramento de aneurisma encefálico. Apesar dos avanços científicos da modernidade, o resultado do tratamento da HSAa não mudou nos últimos anos. O presente estudo avaliou o papel de 14 biomarcadores genéticos, incluindo o polimorfismo (SNP) do gene eNOS, em pacientes da Amazônia com HSAa, para verificar as alterações alélicas associadas ao risco de vasoespasmo encefálico e déficit neurológico tardio. Avaliou-se a ancestralidade desta amostra de pacientes em que se utilizou 48 marcadores para identificar possível etnia associada à predisposição ao VE. Investigou-se 14 biomarcadores genéticos no tocante à resposta inflamatória encefálica na HSAa. Foram avaliados 265 doentes que foram divididos em dois grupos: grupo I (pacientes com vasoespasmo encefálico) e grupo 2 (pacientes sem vasoespasmo). A média das idades foi 51 anos, havia 224 mulheres (84%) e 124 pacientes (46,79%) apresentaram vasoespasmo encefálico (VE). A maior incidência de VE ocorreu na idade entre 50 e 59 anos. Tabagismo e hipertensão arterial sistêmica foram os fatores de risco mais associados à VE. Aneurismas encefálicos de tamanho pequeno e médio predominaram nesta casuística. As escalas amarela e vermelha do VASOGRADE associaram-se ao risco de VE (p < 0,001). Não houve variação na distribuição ancestral entre osgrupos estudados e o que ocorre na população brasileira saudável na região Amazônica. O gene da eNOS com seus respectivos polimorfismos T-786C e 27VNTR4 correlacionaram-se com VE. Outros marcadores observados foram TP53, CASP8, ACE2, IL4 e XRCC1. O gene TP53 (modelo recessivo alelo 1) mostrou-se ser um fator protetor de VE, enquanto que genes com mutações INDEL CASP8 (modelo recessivo alelo 2) e o XRCC1 (modelo recessivo alelo 1) mostraram tendência ao desenvolvimento de VE com risco 2 vezes maior e 1,4 vezes maior que o grupo II (p < 0,001). Conclui-se que SNPs da eNOS se correlacionam com desenvolvimento de VE sintomático pós-HSAa. Este estudo também mostrou o papel dos marcadores inflamatórios na HSAa, o que auxiliaria na condução da terapia clínica
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 24.08.2017
  • Acesso à fonte
    Como citar
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    • ABNT

      PASCHOAL, Eric Homero Albuquerque; SHU, Edson Bor-Seng. Biomarcadores genéticos na hemorragia subaracnoidea aneurismática em pacientes da Amazônia. 2017.Universidade de São Paulo, São Paulo, 2017. Disponível em: < http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5138/tde-10112017-125704/ >.
    • APA

      Paschoal, E. H. A., & Shu, E. B. -S. (2017). Biomarcadores genéticos na hemorragia subaracnoidea aneurismática em pacientes da Amazônia. Universidade de São Paulo, São Paulo. Recuperado de http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5138/tde-10112017-125704/
    • NLM

      Paschoal EHA, Shu EB-S. Biomarcadores genéticos na hemorragia subaracnoidea aneurismática em pacientes da Amazônia [Internet]. 2017 ;Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5138/tde-10112017-125704/
    • Vancouver

      Paschoal EHA, Shu EB-S. Biomarcadores genéticos na hemorragia subaracnoidea aneurismática em pacientes da Amazônia [Internet]. 2017 ;Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5138/tde-10112017-125704/

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