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Avaliação in vitro da entrega do gene da glicoproteína do vírus da raiva através de vetores não virais (2016)

  • Autores:
  • Autor USP: ASTUDILLO, DANIELA FLORES TERUYA - EP
  • Unidade: EP
  • Sigla do Departamento: PQI
  • Assuntos: GLICOPROTEÍNAS; VACINAS; VÍRUS; RAIVA
  • Idioma: Português
  • Resumo: Um dos principais limitantes ao desenvolvimento e aprovação para utilização em humanos das vacinas de DNA é a falta de um vetor ideal de entrega gênica, que seja ao mesmo tempo eficiente e seguro. Embora mais seguros, os vetores não virais enfrentam uma série de barreiras físicas, enzimáticas e difusionais que limitam a chegada do transgene ao núcleo das células alvo. Dando continuidade ao trabalho desenvolvido em nosso grupo de pesquisa, o principal objetivo desta dissertação de mestrado foi avaliar o desempenho do vetor não viral comercial Lipofectamina e da proteína multifuncional T-Rp3 na entrega do gene da glicoproteína do vírus da raiva (RVGP) a células BHK-21. Primeiramente, o gene RVGP foi inserido no plasmídeo modelo pVAX1. Foram então realizados estudos de transfecção em células BHK-21 (Baby Hamster Kidney), utilizando-se Lipofectamina como agente de transfecção, no sentido de constatar a correta expressão do gene RVGP contido no novo plasmídeo. Como controle positivo, foi utilizado o plasmídeo pCMV-RVGP. Os estudos de PCR quantitativo da transcrição reversa (qRT-PCR) e imunofluorescência indicaram a expressão da glicoproteína pelo pVAX1RVGP, ainda que em valores de expressão menores se comparados com o plasmídeo controle pCMV-RVGP. Foi também desenvolvido com sucesso um método quantitativo de determinação da expressão da RVGP em células utilizando-se citometria de fluxo, que confirmou os resultados anteriores. Devido ao plasmídeo pVAX1RVGP ter apresentado baixa eficiência de expressão da RVGP, buscou-se a elevação da eficiência a partir da adição da sequência de KOZAK no plasmídeo pVAX1RVGP. Nesse caso, ainda que os resultados indiquem um aumento na expressão, não houve confirmação estatística (p<0,05). Os estudos de entrega com a proteína T-Rp3 foram realizados com um lote da T-Rp3 armazenada em ultrafreezer.A proteína demonstrou-se não ser estável após o congelamento em nitrogênio líquido e armazenamento em ultrafreezer pelo tempo de 10 meses. Apesar de ser capaz de complexar o pDNA após esse tempo, não foi eficiente em ensaios de transfecção, tendendo a agregar em relações molares altas e ausência de soro fetal bovino.
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 13.12.2016
  • Acesso à fonte
    Como citar
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    • ABNT

      ASTUDILLO, Daniela Flores Teruya; AZZONI, Adriano Rodrigues. Avaliação in vitro da entrega do gene da glicoproteína do vírus da raiva através de vetores não virais. 2016.Universidade de São Paulo, São Paulo, 2016. Disponível em: < http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/3/3137/tde-20062017-111514/pt-br.php >.
    • APA

      Astudillo, D. F. T., & Azzoni, A. R. (2016). Avaliação in vitro da entrega do gene da glicoproteína do vírus da raiva através de vetores não virais. Universidade de São Paulo, São Paulo. Recuperado de http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/3/3137/tde-20062017-111514/pt-br.php
    • NLM

      Astudillo DFT, Azzoni AR. Avaliação in vitro da entrega do gene da glicoproteína do vírus da raiva através de vetores não virais [Internet]. 2016 ;Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/3/3137/tde-20062017-111514/pt-br.php
    • Vancouver

      Astudillo DFT, Azzoni AR. Avaliação in vitro da entrega do gene da glicoproteína do vírus da raiva através de vetores não virais [Internet]. 2016 ;Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/3/3137/tde-20062017-111514/pt-br.php

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