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Diversidade molecular e evolução in vitro de coronavírus canino (CCoV) (2015)

  • Autores:
  • Autor USP: BARROS, IRACEMA NUNES DE - FMVZ
  • Unidade: FMVZ
  • Sigla do Departamento: VPS
  • Assuntos: SEQUENCIAMENTO GENÉTICO; CORONAVIRUS; VIROLOGIA VETERINÁRIA
  • Palavras-chave do autor: CCoV; CCoV; Evolução; Evolution; Isolamento; Isolation; Molecular; Molecular; Sequenciamento; Sequencing
  • Idioma: Português
  • Resumo: O coronavírus canino (CCoV) causa gastroenterite em cães jovens, podendo ser letal, sobretudo quando há coinfecção com parvovírus canino (CPV). Os objetivos do presente projeto foram investigar a presença de CCoV e CPV em amostras fecais de cães jovens; estudar a diversidade molecular das amostras de CCoV com base em sequenciamento parcial dos genes M, S, 3b e N, incluindo amostras vacinais, e estudar a evolução in vitro de CCoV em células A72 de fibroma canino. Foram detectados 40,17% (47/117) animais positivos para CCoV e 13,68% (16/117) para CPV. Estudos filogenéticos demonstraram que oito amostras foram classificadas como CCoV-II, vinte e cinco como CCoV-I. Análises para o gene M destacaram alta identidade de CCoV-I com amostras de coronavírus da peritonite infecciosa felina (PIF) e uma possível amostra pantrópica foi demonstrada pela análise do gene S. O gene do nucleocapsídeo de CCoV é altamente conservado entre os tipos I e tipo II, com uma resolução mais baixa em relação a árvores para os genes M e S. Amostras dos tipos I e II apresentam um polimorfismo baixo para o gene 3b, sem marcadores estáveis para diferenciação dos tipos de CCoV. Uma amostra de CCoV-II putativamente pantrópica foi isolada em células A72, resultando em efeito citopático no 5o dia da 5a passagem. No estudo evolutivo, a amostra vacinal CCV 1-71 e nove passagens desta em células A72 foram submetidas a amplificação parcial e clonagem molecular do gene S seguida de sequenciamento de DNA. Osresultados mostraram mutações não silenciosas, silenciosas e três deleções de aminoácidos, mas nenhuma mutação compartilhada entre as diversas passagens. Amostras vacinais de CCoV-II adaptadas em células podem ser altamente geneticamente estáveis após passagens em série em uma mesma linhagem celular, acumulando substituições de nucleotídeos principalmente sinônimas no gene S devido a relação célula - hospedeiro estável. Estes resultados de epidemiologia molecular e processos evolutivos de CCoV podem servir para uma melhor compreensão da virologia básica e ser base de dados para estudos em outros coronavírus
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 20.02.2015
  • Acesso à fonte
    Como citar
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    • ABNT

      BARROS, Iracema Nunes de; BRANDÃO, Paulo Eduardo. Diversidade molecular e evolução in vitro de coronavírus canino (CCoV). 2015.Universidade de São Paulo, São Paulo, 2015. Disponível em: < http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/10/10134/tde-24082015-123632/ >.
    • APA

      Barros, I. N. de, & Brandão, P. E. (2015). Diversidade molecular e evolução in vitro de coronavírus canino (CCoV). Universidade de São Paulo, São Paulo. Recuperado de http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/10/10134/tde-24082015-123632/
    • NLM

      Barros IN de, Brandão PE. Diversidade molecular e evolução in vitro de coronavírus canino (CCoV) [Internet]. 2015 ;Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/10/10134/tde-24082015-123632/
    • Vancouver

      Barros IN de, Brandão PE. Diversidade molecular e evolução in vitro de coronavírus canino (CCoV) [Internet]. 2015 ;Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/10/10134/tde-24082015-123632/

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