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Modelagem dos efeitos de concentração de CO₂ temperatura e umidade do ar na produtividade vegetal da Amazônia (2015)

  • Autores:
  • Autor USP: PAREDES, ANGIE ERIN TOPP - IAG
  • Unidade: IAG
  • Sigla do Departamento: ACA
  • Assuntos: TEMPERATURA ATMOSFÉRICA; UMIDADE ATMOSFÉRICA
  • Idioma: Português
  • Resumo: Foi feito uma investigação do impacto das variáveis atmosféricas de temperatura e umidade do ar, e concentração de CO₂ na produtividade vegetal e no fluxo de calor latente na Amazônia. Foi utilizado o modelo SiB2 (Simple Biosphere model), e sua calibração realizada para o sítio de floresta ombrófila densa K83 em Santarém, PA, onde obteve-se 3 conjuntos de parâmetros ótimos para funções de minimização de erro para a produtividade primária bruta, assimilação líquida de CO2 na folha, e fluxos de energia. Os testes de sensibilidade às variáveis climáticas com o modelo calibrado para o sítio experimental mostrou aumento da PPB com a temperatura e concentração de CO2, no máximo com a UR invariante, com taxas de de até 8 Mg C ha ⁻¹ ano⁻¹. O caso de UR declinante mostrou impacto menor. O fluxo de calor latente aumentou apenas com a temperatura do ar, pouco sensível à concentração de CO2. O impacto máximo na produtividade foi ~20% e no fluxo de calor latente de ~25%. O impacto na eficiência de Uso da água deu-se negativamente, por mais consumo de água no aquecimento do ar, e positivamente por maior produtividade com enriquecimento do CO2. No aumento de 3ºC e enriquecimento de CO2 de 30% o efeito líquido foi de pequena redução da eficiência do uso da água, ou seja, dominância do efeito da temperatura. Nas simulações em toda Amazônia, sem perturbação atmosférica, há razoável correlação da produtividade simulada com as forçantes atmosféricas em expressiva parte da bacia, enquanto em outras não, devido á calibração estar limitada a parâmetros sazonais típicos da Amazônia oriental. Com as perturbações das variáveis atmosféricas em toda a Amazônia, a assimilação líquida de CO2 diminuiu levemente com o aumento da temperatura (de -1% a -3%), para quaisquer condições de UR, devido ao aumento da respiração, uma vez que na PPB há aumento. Por outro lado a assimilação líquida (Continuação)(Continua) aumentou com o enriquecimento de CO2 entre ~22% a 25%, mesmo com o aquecimento. No fluxo de calor latente houve marcante efeito de aumento em ~20% pelo aquecimento na condição de UR declinante, e ~10% na condição de UR invariante, mostrando a grande sensibilidade à condição da umidade do ar. O enriquecimento de CO2 não teve efeito expressivo em LE, e até diminue levemente LE em alguns sítios experimentais simulados. A incerteza das estimativas do impacto da perturbação do clima na produtividade variou entre 7% a 16%, e para o fluxo de calor latente de 10% a 13%, significativas e expressivas, mas ainda abaixo do próprio impacto percentual.
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 15.04.2015

  • Como citar
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    • ABNT

      PAREDES, Angie Erin Topp; ROCHA, Humberto Ribeiro da. Modelagem dos efeitos de concentração de CO₂ temperatura e umidade do ar na produtividade vegetal da Amazônia. 2015.Universidade de São Paulo, São Paulo, 2015.
    • APA

      Paredes, A. E. T., & Rocha, H. R. da. (2015). Modelagem dos efeitos de concentração de CO₂ temperatura e umidade do ar na produtividade vegetal da Amazônia. Universidade de São Paulo, São Paulo.
    • NLM

      Paredes AET, Rocha HR da. Modelagem dos efeitos de concentração de CO₂ temperatura e umidade do ar na produtividade vegetal da Amazônia. 2015 ;
    • Vancouver

      Paredes AET, Rocha HR da. Modelagem dos efeitos de concentração de CO₂ temperatura e umidade do ar na produtividade vegetal da Amazônia. 2015 ;

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