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Biossurfatantes como agentes inibidores da adesão de patógenos em superfícies de poliestireno (2009)

  • Authors:
  • Autor USP: ZERAIK, ANA ELIZA - IQSC
  • Unidade: IQSC
  • Assunto: QUÍMICA ANALÍTICA
  • Language: Português
  • Abstract: O estabelecimento de biofilmes microbianos em superfícies é responsável por inúmeros problemas, já que estes podem constituir uma fonte de microrganismos patogênicos e deteriorantes. A formação dos biofilmes é precedida pela adesão dos microrganismos, assim, medidas que inibem ou reduzem essa adesão contribuem para a redução da formação de biofilmes. Uma alternativa para reduzir a adesão é o tratamento prévio das superfícies com biossurfatantes, agentes tensoativos de origem microbiana que apresentam baixa toxicidade, a vantagem de serem biodegradáveis, possuindo ainda atividade antimicrobiana e antiadesiva. O principal objetivo deste trabalho foi avaliar a potencialidade dos biossurfatantes surfactina e ramnolipídeo como agentes inibidores da adesão de Listeria monocytogenes ATCC 19112, Staphylococcus aureus ATCC 25923, Pseudomonas aeruginosa ATCC 27853, Micrococcus luteus ATCC 4698 e Serratia marcescens ATCC 8100 em superfícies de poliestireno. Também foi estudada a influência de diferentes meios de cultura (TSYEA, ágar lactosado e ágar peptonado) e temperaturas (35ºC, 25ºC e 4ºC) sobre a adesão bacteriana. A surfactina apresentou maior capacidade em reduzir a adesão das bactérias em estudo, quando comparada ao ramnolipídeo.) O meio TSYEA foi o que promoveu maior adesão ao poliestireno para maioria das bactérias. O condicionamento da superfície com surfactina reduziu entre 63% e 66% a adesão de L. monocytogenes, S. aureus e M. luteus(cultivadas em TSYEA). As melhores respostas antiadesivas foram obtidas quando o condicionamento da superfície e o ensaio de adesão foram realizados a 4ºC. A caracterização das superfícies de poliestireno (medidas de AC) e das superfícies bacterianas (teste MATS) forneceram informações que nos permitiram propor explicações sobre os fatores que influenciam o processo de adesão dos microrganismos nesta superfície, assim como o efeito antiadesivo exibido pela surfactina. Os resultados evidenciam a potencialidade do uso de surfactina como agente antiadesivo em superfícies de poliestireno, podendo atuar na inibição da adesão de vários patógenos
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 13.07.2009
  • Acesso à fonte
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    • ABNT

      ZERAIK, Ana Eliza; NITSCHKE, Marcia. Biossurfatantes como agentes inibidores da adesão de patógenos em superfícies de poliestireno. 2009.Universidade de São Paulo, São Carlos, 2009. Disponível em: < http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/75/75132/tde-26082009-104944/?&lang=pt-br >.
    • APA

      Zeraik, A. E., & Nitschke, M. (2009). Biossurfatantes como agentes inibidores da adesão de patógenos em superfícies de poliestireno. Universidade de São Paulo, São Carlos. Recuperado de http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/75/75132/tde-26082009-104944/?&lang=pt-br
    • NLM

      Zeraik AE, Nitschke M. Biossurfatantes como agentes inibidores da adesão de patógenos em superfícies de poliestireno [Internet]. 2009 ;Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/75/75132/tde-26082009-104944/?&lang=pt-br
    • Vancouver

      Zeraik AE, Nitschke M. Biossurfatantes como agentes inibidores da adesão de patógenos em superfícies de poliestireno [Internet]. 2009 ;Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/75/75132/tde-26082009-104944/?&lang=pt-br


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