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Análises físicas e químicas de comprimidos de ecstasy apreendidos no município de São Paulo (2009)

  • Autores:
  • Autores USP: LAPACHINSKE, SILVIO FERNANDES - FCF
  • Unidades: FCF
  • Sigla do Departamento: FBC
  • Assuntos: TOXICOLOGIA FORENSE; DROGAS DE ABUSO (ANÁLISE FÍSICO-QUÍMICA)
  • Idioma: Português
  • Resumo: Drug profilíng, isto é, a caracterização de amostras de drogas apreendidas no sentido de estabelecer conexões entre apreensões realizadas em diferentes épocas e/ou locais a uma origem comum de produção clandestina, tem sido um objetivo dos órgãos governamentais responsáveis pela prevenção/repressão. Especificamente tratando-se de comprimidos de ecstasy, o conhecimento de suas propriedades físicas e químicas é de relevante importância para discriminar a apreensão de diferentes lotes. Nesse contexto, o presente trabalho propõe uma nova abordagem para estabelecer conexões entre apreensões de comprimidos de ecstasy, por meio da calorimetria exploratória diferencial (DSC), termogravimetria (TG) e difratometria de raios X (DRX). Também foi realizada a caracterização física de todos os comprimidos (logotipo, coloração, massa, diâmetro e espessura), bem como a identificação/quantificação dos constituintes ativos por cromatografia em fase gasosa acoplada à espectrometria de massas (GC-MS) e o perfil de dissolução in vitro. Além disso, foi desenvolvido um método empregando a extração líquido-líquido para o isolamento da 3,4-metilenodioximetanfetamina (MDMA) dos comprimidos de ecstasy, que posteriormente foi cristalizada para cloridrato de MDMA (MDMA.HCl). Foram analisados dezessete diferentes lotes de comprimidos de ecstasy de diversos logotipos e colorações apreendidos no município de São Paulo, Brasil. Apenas um lote apresentou como única substância ativa a clorofenilpiperazina(CPP). Os outros continham apenas MDMA e o conteúdo de MDMA variou de 29 a 115 mg/comprimido. Os valores de massa dos comprimidos variaram de 143 a 341 mg, a espessura de 3,2 a 5,8 mm e o diâmetro de 7,0 a 9,5 mm. A comparação das curvas obtidas, tanto por calorimetria exploratória diferencial (DSC) como pelos difratogramas de raios X (DRX), permitiu discriminar aqueles com perfis semelhantes, importante para identificar a origem ) de produção. O baixo grau de cristalinidade do MDMA.HCl de alguns comprimidos de ecstasy não impediu a caracterização por DSC e DRX. Esses resultados podem ser úteis para a aplicação no trabalho de inteligência forense
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 04.06.2009

  • Como citar
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    • ABNT

      LAPACHINSKE, Silvio Fernandes; MOREAU, Regina Lúcia de Moraes. Análises físicas e químicas de comprimidos de ecstasy apreendidos no município de São Paulo. 2009.Universidade de São Paulo, São Paulo, 2009. Disponível em: < http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/9/9141/tde-17072009-114817/ >.
    • APA

      Lapachinske, S. F., & Moreau, R. L. de M. (2009). Análises físicas e químicas de comprimidos de ecstasy apreendidos no município de São Paulo. Universidade de São Paulo, São Paulo. Recuperado de http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/9/9141/tde-17072009-114817/
    • NLM

      Lapachinske SF, Moreau RL de M. Análises físicas e químicas de comprimidos de ecstasy apreendidos no município de São Paulo [Internet]. 2009 ;Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/9/9141/tde-17072009-114817/
    • Vancouver

      Lapachinske SF, Moreau RL de M. Análises físicas e químicas de comprimidos de ecstasy apreendidos no município de São Paulo [Internet]. 2009 ;Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/9/9141/tde-17072009-114817/

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