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Avaliação do perfil hormonal de garrotes submetidos à carência energética prolongada (2005)

  • Autores:
  • Autor USP: LIMA, ALESSANDRA SILVA - FMVZ
  • Unidade: FMVZ
  • Sigla do Departamento: VCM
  • Assuntos: RUMINANTES; BOVINOS; DIETA ANIMAL (DEFICIÊNCIA); HORMÔNIOS (AVALIAÇÃO); BOVINOS; RUMINANTES
  • Idioma: Português
  • Resumo: Para avaliar a influência prolongada de oferecimento de dietas com diferentes graus de carência de energia sobre o perfil hormonal, metabólico e clínico de bovinos em crescimento, 12 garrotes foram aleatoriamente distribuídos em três grupos iguais e receberam, por 140 dias, as seguintes dietas: (G1) adequada, para ganho de peso de 900g/dia (17,7 Mcal/d de ED); (G2) 80% dos requerimentos de mantença (5,8 Mcal/d de ED); e (G3) 60% desses requerimentos (4,7 Mcal/d de ED). A carência provocou uma acentuada diminuição do peso vivo, do consumo de alimentos, das freqüências cardíaca e respiratória e da temperatura retal; ambos os grupos carentes (G2 e G3) apresentaram hipoglicemia e menor síntese de ácido propiônico no rúmen. Em relação ao perfil hormonal, o déficit energético provocou uma redução destacada nos teores sangüíneos de IGF-1, insulina e T3 e em menor grau em T4. A perda de peso foi uma direta conseqüência do menor consumo de alimentos, da qualidade inferior da dieta ingerida e da menor atuação de IGF-1 e T3. O consumo de alimentos ficou diminuído devido ao oferecimento de dieta menos palatável e por influência de um quadro de hipoinsulinemia. A diminuição do número de batimentos cardíacos, movimentos respiratórios e em menor grau a queda na temperatura retal refletiram o baixo status energético imprimido e foram influenciados negativamente pelos baixos teores de T3. A hipoglicemia foi causada primariamente pela baixa produção de ácido propiônicono rúmen, além da menor concentração de T3; os baixos teores de glicose induziram um quadro de hipoinsulinemia (r = 0,77). O IGF-1 foi considerado o principal indicador do status energético, pois diminuiu de maneira sensível e rápida sua concentração no decorrer da carência; este hormônio foi diretamente influenciado pelos teores de T3 (r = 0,83) e em menor grau pela insulina (r = 0,52). As concentrações de T3 no sangue foram de alguma forma controlados pela ) pela ação positiva do IGF-1 e da insulina, assim como pelas concentrações de T4 (r = 0,78)
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 02.12.2005
  • Acesso à fonte
    Como citar
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    • ABNT

      LIMA, Alessandra Silva; ORTOLANI, Enrico Lippi. Avaliação do perfil hormonal de garrotes submetidos à carência energética prolongada. 2005.Universidade de São Paulo, São Paulo, 2005. Disponível em: < http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/10/10136/tde-09022007-153232/ >.
    • APA

      Lima, A. S., & Ortolani, E. L. (2005). Avaliação do perfil hormonal de garrotes submetidos à carência energética prolongada. Universidade de São Paulo, São Paulo. Recuperado de http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/10/10136/tde-09022007-153232/
    • NLM

      Lima AS, Ortolani EL. Avaliação do perfil hormonal de garrotes submetidos à carência energética prolongada [Internet]. 2005 ;Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/10/10136/tde-09022007-153232/
    • Vancouver

      Lima AS, Ortolani EL. Avaliação do perfil hormonal de garrotes submetidos à carência energética prolongada [Internet]. 2005 ;Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/10/10136/tde-09022007-153232/


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