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Toxicidade e ação antitumoral de um derivado do quimioterápico etoposídeo (oleato de etoposídeo) associado a uma microemulsão rica em colesterol (2004)

  • Autores:
  • Autor USP: PRETE, ANA CRISTINA LO - FCF
  • Unidade: FCF
  • Sigla do Departamento: FBC
  • Assuntos: ANTINEOPLÁSICOS (EFEITOS); ANTINEOPLÁSICOS (TOXICIDADE); QUIMIOTERAPIA; LIPÍDEOS (APLICAÇÕES TERAPÊUTICAS)
  • Idioma: Português
  • Resumo: Ao utilizar uma microemulsão lipídica artificial rica em colesterol (LDE), como transportador de fármacos antineoplásicos, é possível aumentar a dose administrada com redução dos efeitos tóxicos. Quando injetada na circulação, a LDE liga-se aos receptores da lipoproteína de baixa densidade (rLDL). Grande parte das células neoplásicas apresenta aumento da expressão dos rLDL, permitindo aumento da concentração da LDE e do fármaco nestes tecidos. Recentemente, o quimioterápico etoposídio foi associado à LDE através de uma modificação em sua estrutura, sem alterar o efeito citotóxico do fármaco e sendo captado via rLDL. Neste estudo, deu-se continuidade a esta linha, realizado os estudos pré-clínico, em camundongos, da associação LDE-oleato de etoposídeo. Foram realizados estudos de toxicidade crônica e toxicidade aguda, onde foram determinadas as doses máximas toleradas (DMT) e doses letais (DL) da LDE-oleato de etoposídeo em comparação com o fármaco comercial. A DMT para a formulação LDE-oleato de etoposídeo é oito vezes maior do que a encontrada para o etoposídeo comercial, enquanto a DL'IND.50' é 5,4 vezes menor, o que demonstra uma redução significativa da toxicidade do fármaco após a modificação e associação à LDE. No mesmo modelo animal foi comparada a eficácia antitumoral das formulações de LDE-oleato de etoposídeo comercial, através da observação da evolução do crescimento tumoral e porcentagem de sobrevivência. A associação LDE- oleato de etoposídeomostrou-se mais efetiva em retardar o crescimento tumoral, assim como promoveu aumento da taxa de sobrevida, quando comparado ao etoposídeo comercial. Desta forma, a associação LDE-oleato de etoposídeo aumentou o índice terapêutico do fármaco
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 21.05.2004
  • Acesso à fonte
    Como citar
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    • ABNT

      PRETE, Ana Cristina Lo; MARANHÃO, Raul Cavalcante. Toxicidade e ação antitumoral de um derivado do quimioterápico etoposídeo (oleato de etoposídeo) associado a uma microemulsão rica em colesterol. 2004.Universidade de São Paulo, São Paulo, 2004. Disponível em: < http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/9/9136/tde-24022015-073248/pt-br.php >.
    • APA

      Prete, A. C. L., & Maranhão, R. C. (2004). Toxicidade e ação antitumoral de um derivado do quimioterápico etoposídeo (oleato de etoposídeo) associado a uma microemulsão rica em colesterol. Universidade de São Paulo, São Paulo. Recuperado de http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/9/9136/tde-24022015-073248/pt-br.php
    • NLM

      Prete ACL, Maranhão RC. Toxicidade e ação antitumoral de um derivado do quimioterápico etoposídeo (oleato de etoposídeo) associado a uma microemulsão rica em colesterol [Internet]. 2004 ;Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/9/9136/tde-24022015-073248/pt-br.php
    • Vancouver

      Prete ACL, Maranhão RC. Toxicidade e ação antitumoral de um derivado do quimioterápico etoposídeo (oleato de etoposídeo) associado a uma microemulsão rica em colesterol [Internet]. 2004 ;Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/9/9136/tde-24022015-073248/pt-br.php


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