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Diversidade genética por isoenzimas em populações naturais de aroeira (Myracrodruon urundeuva Freire, F. & M.F. Allemão) anacardiaceae no semi-árido (1997)

  • Autores:
  • Autor USP: LACERDA, CRISTINA MARIA BATISTA DE - ESALQ
  • Unidade: ESALQ
  • Sigla do Departamento: LCF
  • Assuntos: SILVICULTURA; MELHORAMENTO GENÉTICO VEGETAL
  • Idioma: Português
  • Resumo: As populações de Myracrodruon urundeuva (Freire F & M.F. Allemão - 1862) do presente estudo são originárias do semi-árido brasileiro situadas na Estação Ecológica do Seridó (E.E.S.)/RN e no Sítio Mata dos Alves (S.M.A)/PB. A área da E.E.S. apresenta-se mais conservada, enquanto que, no S.M.A. tem-se uma visão de perturbação antrópica bem acentuada. Plântulas de 14 famílias com idade entre 7 a 10 dias e folíolos de 30 indivíduos adultos por população foram analisados pela técnica de eletroforese, em gel de penetrose de milho (13%). As medidas de diversidade genética foram determinadas usando a freqüência genotípica, diretamente inferidas pelas isoenzimas observadas nso géis através de 7 sistemas enzimáticos: fosfoglucomatase (PGM), fosfoglucose isomerase (PGI), 6-fosfoglucomato desodrogenase (6PGDH), malato desidrogenase (MDH) glutamato-oxaloacetato trasaminase (GOT), leucina aminopeptidades (LAP), 'alfa'-esterase ('alfa'EST). Em média 12.5% (E.E.S) e 25.0% (S.M.A.) dos locos foram polimórficos para os indivíduos adultos e 8.3% e 16.67% para as progênies (critério de 0.95), o número efetivo de alelos por locos foi 1,3 e 1,7 na E.E.S. e 1.6 e 1.8 no S.M.A. (adultos e progênies respectivamente), a heterozigosidade de 0,076 e 0,121 (adultos), 0,055 e 0,064 (progênies) na E.E.S. e no S.M.A. respectivamente. A taxa de cruzamento multilocos foi de 1,050 (E.E.S.) e 0,815 (S.M.A.)
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 13.01.1997
  • Acesso à fonte
    Como citar
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    • ABNT

      LACERDA, Cristina Maria Batista de; KAGEYAMA, Paulo Yoshio. Diversidade genética por isoenzimas em populações naturais de aroeira (Myracrodruon urundeuva Freire, F. & M.F. Allemão) anacardiaceae no semi-árido. 1997.Universidade de São Paulo, Piracicaba, 1997. Disponível em: < https://teses.usp.br/teses/disponiveis/11/11142/tde-20191108-095111/ >.
    • APA

      Lacerda, C. M. B. de, & Kageyama, P. Y. (1997). Diversidade genética por isoenzimas em populações naturais de aroeira (Myracrodruon urundeuva Freire, F. & M.F. Allemão) anacardiaceae no semi-árido. Universidade de São Paulo, Piracicaba. Recuperado de https://teses.usp.br/teses/disponiveis/11/11142/tde-20191108-095111/
    • NLM

      Lacerda CMB de, Kageyama PY. Diversidade genética por isoenzimas em populações naturais de aroeira (Myracrodruon urundeuva Freire, F. & M.F. Allemão) anacardiaceae no semi-árido [Internet]. 1997 ;Available from: https://teses.usp.br/teses/disponiveis/11/11142/tde-20191108-095111/
    • Vancouver

      Lacerda CMB de, Kageyama PY. Diversidade genética por isoenzimas em populações naturais de aroeira (Myracrodruon urundeuva Freire, F. & M.F. Allemão) anacardiaceae no semi-árido [Internet]. 1997 ;Available from: https://teses.usp.br/teses/disponiveis/11/11142/tde-20191108-095111/


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