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Contribuição ao diagnóstico do cisto ósseo traumático (1997)

  • Autores:
  • Autor USP: GUERRA, ELIETE NEVES DA SILVA - FOB
  • Unidade: FOB
  • Sigla do Departamento: BAE
  • Assunto: DIAGNÓSTICO BUCAL
  • Idioma: Português
  • Resumo: Uma pesquisa sobre o cisto ósseo traumático foi realizada com os seguintes objetivos: (1) Estabelecer a epidemiologia da amostra estudada, quanto ao gênero, raça, faixa etária, história clínica, localização e conformação da imagem radiográfica. (2) Discutir as possibilidades de cura espontânea da doença, sugerindo critérios para a proservação das lesões não tratadas cirurgicamente. (3) Estudar a prevalência do cisto ósseo traumático em pacientes tratados ortodonticamente e discutir sua possível relação etiopatogênica. O material constituiu-se de duas amostras. A amostra número 1, de procedência heterogênea, foi composta por 28 casos de cisto ósseo traumático, sendo 19 comprovados cirurgicamente, e nove casos compatíveis com a doença, pelos aspectos clínicos, radiográficos e de proservação. A amostra número 2 foi constituída por 8 casos encontrados entre 956 pacientes com tratamento ortodôntico concluído. Os resultados referentes à amostra número 1 permitiram verificar que: (1) não houve uma diferença significante na prevalência do cisto ósseo traumático em relação ao gênero; (2) o cisto ocorreu predominantemente na raça branca, porém houve uma relação entre lesões bilaterais e mulheres negras; (3) 22 casos apareceram em pacientes na segunda década de vida; (4) 69,23% dos pacientes apresentavam história de tratamento ortodôntico e 30,77% de trauma; (5) a localização principal da lesão foi o corpo mandibular com imagens radiográficas uniloculares e deforma oval; (6) a proservação dos casos compatíveis com o diagnóstico de cisto ósseo traumático revelou imagens estáticas ou em regressão; (7) os seguintes critérios de proservação foram sugeridos: (a) exame clínico e radiográfico 20 dias após a descoberta da lesão, sem sintomatologia constatável e com imagem radiográfica estável comparável à imagem de diagnóstico; (b) exame clínico e radiográfico de 60 dias mantendo as características iniciais ou mostrando ) involução da lesão; (c) exame clínico e radiográfico de seis meses mantendo as características iniciais ou de involução da lesão; (d) controle de um ano ou mais, repetindo aspectos já mencionados. Os resultados referentes à amostra número 2 mostraram uma alta prevalência do cisto ósseo traumático em pacientes tratados ortodonticamente, porém 50% dos casos foram detectados na documentação ortodôntica inicial. Assim pode-se concluir: (1) o maior acesso da população ao tratamento odontológico especializado permite a detecção de lesões, até então, consideradas raras; (2) o ortodontista desempenha um importante papel no diagnóstico do cisto ósseo traumático
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 17.11.1997
  • Acesso à fonte
    Como citar
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    • ABNT

      SILVA, Eliete Neves da; DAMANTE, José Humberto. Contribuição ao diagnóstico do cisto ósseo traumático. 1997.Universidade de São Paulo, Bauru, 1997. Disponível em: < http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/25/25132/tde-18032005-150919/ >.
    • APA

      Silva, E. N. da, & Damante, J. H. (1997). Contribuição ao diagnóstico do cisto ósseo traumático. Universidade de São Paulo, Bauru. Recuperado de http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/25/25132/tde-18032005-150919/
    • NLM

      Silva EN da, Damante JH. Contribuição ao diagnóstico do cisto ósseo traumático [Internet]. 1997 ;Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/25/25132/tde-18032005-150919/
    • Vancouver

      Silva EN da, Damante JH. Contribuição ao diagnóstico do cisto ósseo traumático [Internet]. 1997 ;Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/25/25132/tde-18032005-150919/


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