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Osteossíntese das fraturas da extremidade proximal do úmero em 3 ou 4 partes em idosos utilizando placa de estabilidade angular com ou sem associação de substituto ósseo sintético: ensaio clínico randomizado (2025)

  • Authors:
  • Autor USP: TENOR JUNIOR, ANTONIO CARLOS - FM
  • Unidade: FM
  • DOI: 10.11606/T.5.2025.tde-25032026-110218
  • Subjects: SUBSTITUTOS ÓSSEOS; SULFATO DE CÁLCIO; ENSAIO CLÍNICO CONTROLADO RANDOMIZADO; RESULTADO DE TRATAMENTO
  • Keywords: Bone substitutes; Calcium sulfate; Fixação interna de fraturas; Fracture fixation Internal; Fraturas do úmero; Humeral fractures; Randomized controlled trial; Treatment outcome
  • Language: Português
  • Abstract: Introdução: A osteossíntese das fraturas da extremidade proximal do úmero (FEPU) com placa de estabilidade angular (PEA) está associada a elevadas taxas de complicações e o uso de enxertos visa diminuí-las. Objetivo: Comparar os resultados clínicos, radiográficos e as complicações da osteossíntese das FEPU em 3 ou 4 partes em idosos utilizando PEA com ou sem enxerto sintético associado. Métodos: Realizamos um ensaio clínico randomizado que incluiu 70 pacientes com idade ³ 60 anos e FEPU em 3 ou 4 partes alocados para osteossíntese utilizando PEA com enxerto pastoso de sulfato de cálcio (Grupo Enxerto) ou sem enxerto (Controle). O objetivo primário foi a escala de Constant-Murley aos 12 meses. Os objetivos secundários foram as escalas Constant-Murley aos 3, 6 e 9 meses, University of California at Los Angeles (UCLA), American Shoulder and Elbow Surgeons (ASES), Escala Visual Analógica (EVA) para dor, Disabilities of the Arm, Shoulder, and Hand (DASH) e a amplitude de movimentos ativos (ADM) aos 3, 6, 9 e 12 meses, escala Individual Relative Constant (IRC), taxa de satisfação e força de abdução aos 12 meses, o ângulo cabeça-diáfise (ACD), a altura umeral (AU), a consolidação e as complicações no primeiro dia, com 6 semanas, aos 3, 6, 9 e 12 meses de pós operatório. Resultados: Não houve diferenças aos 12 meses entre o Grupo Enxerto e o Controle, respectivamente, nas escalas de Constant-Murley (67,7 ± 13,0 e 70,3 ± 9,4 pontos, p = 0,328), IRC (79,3 ± 9,7% e81,6 ± 6,3%, p = 0,227), UCLA, ASES, EVA e DASH, na ADM e na taxa de satisfação (97,2% e 100%, p = 0,328). A força de abdução foi significativamente maior no Grupo Enxerto (5,5 ± 1,8 contra 3,7 ± 0,9 N, p < 0,001 e d Cohen = 1,265). Não houve diferença entre os grupos nas médias do ACD do ombro sadio (p = 0,179) ou do operado no primeiro dia (p = 0,455) e aos 12 meses (p = 0,671), assim como não houve diferença entre as médias da AU no primeiro dia (p = 0,298) e aos 12 meses (p = 0,354). Houve consolidação de 100% das fraturas em ambos os grupos aos 3 meses. Não houve diferença entre os grupos no número de pacientes com complicações (13,9% contra 29,4%, p = 0,111) ou reoperados (5,5% contra 11,8%, p = 0,325). Porém, considerando o número total de eventos, a taxa de complicações foi significativamente menor no Grupo Enxerto (50,0% contra 16,7%, p = 0,007). Conclusões: A associação de enxerto pastoso de sulfato de cálcio às FEPU em 3 ou 4 partes em idosos não alterou o resultado das escalas Constant-Murley, IRC, UCLA, ASES e DASH. A ADM, a consolidação, o ângulo cabeça-diáfise e a altura umeral também não diferiram entre os grupos. A força de abdução foi superior no Grupo Enxerto, com significância estatística e importância clínica. O número total de complicações foi superior no Grupo Controle, com significância estatística, assim como o número de pacientes com complicações, embora sem significância estatística
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 17.11.2025
  • Acesso à fonteAcesso à fonteDOI

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    Status:
    Nenhuma versão em acesso aberto identificada

    How to cite
    A citação é gerada automaticamente e pode não estar totalmente de acordo com as normas

    • ABNT

      TENOR JUNIOR, Antonio Carlos. Osteossíntese das fraturas da extremidade proximal do úmero em 3 ou 4 partes em idosos utilizando placa de estabilidade angular com ou sem associação de substituto ósseo sintético: ensaio clínico randomizado. 2025. Tese (Doutorado) – Universidade de São Paulo, São Paulo, 2025. Disponível em: https://teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5140/tde-25032026-110218/. Acesso em: 07 abr. 2026.
    • APA

      Tenor Junior, A. C. (2025). Osteossíntese das fraturas da extremidade proximal do úmero em 3 ou 4 partes em idosos utilizando placa de estabilidade angular com ou sem associação de substituto ósseo sintético: ensaio clínico randomizado (Tese (Doutorado). Universidade de São Paulo, São Paulo. Recuperado de https://teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5140/tde-25032026-110218/
    • NLM

      Tenor Junior AC. Osteossíntese das fraturas da extremidade proximal do úmero em 3 ou 4 partes em idosos utilizando placa de estabilidade angular com ou sem associação de substituto ósseo sintético: ensaio clínico randomizado [Internet]. 2025 ;[citado 2026 abr. 07 ] Available from: https://teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5140/tde-25032026-110218/
    • Vancouver

      Tenor Junior AC. Osteossíntese das fraturas da extremidade proximal do úmero em 3 ou 4 partes em idosos utilizando placa de estabilidade angular com ou sem associação de substituto ósseo sintético: ensaio clínico randomizado [Internet]. 2025 ;[citado 2026 abr. 07 ] Available from: https://teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5140/tde-25032026-110218/

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