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Colonização do trato reprodutor de machos por Leptospira spp. aplicando a infecção experimental em hamsters como modelo (2025)

  • Authors:
  • Autor USP: SILVA, DENISE BATISTA NOGUEIRA - FMVZ
  • Unidade: FMVZ
  • Sigla do Departamento: VPS
  • DOI: 10.11606/T.10.2025.tde-22012026-130643
  • Subjects: HAMSTERS; LEPTOSPIROSE
  • Keywords: Canicola; Genital carrier; Male; qPCR; Venereal transmission
  • Agências de fomento:
  • Language: Português
  • Abstract: A leptospirose nos animais de produção tem maior impacto na esfera reprodutiva, tendo o sêmen como uma das possíveis vias de transmissão, uma vez que a bactéria é eliminada neste fluido, o que representa um desafio adicional no controle da enfermidade, principalmente em regiões onde há predominância de monta natural. Deste modo, o objetivo deste trabalho foi avaliar a capacidade de colonização, por Leptospira spp., do sistema reprodutivo de hamsters sírio dourado (Mesocricetus auratus) machos e entender o comportamento da bactéria no sistema reprodutivo ao decorrer da disseminação infecciosa no animal. Para tanto, foi realizada infecção experimental em hamsters sírio dourado utilizando nove estirpes de Leptospira spp., pertencentes à diferentes espécies e sorogrupos, todas isoladas de bovinos e búfalos criados na região amazônica. Os animais infectados foram acompanhados por períodos de um, dois, três, sete (fase aguda), 15 e 30 (fase crônica) dias após a inoculação, tendo os órgãos do trato reprodutivo (ducto deferente, epidídimo, testículo e vesícula seminal) colhidos individualmente em cada um destes períodos, além dos rins como controle. Os órgãos foram submetidos ao isolamento bacteriano e qPCR para detecção e quantificação de leptospiras e histopatologia para constatar a presença de lesões nestas estruturas. Todas as nove estirpes foram detectadas em pelo menos um dos órgãos do aparelho reprodutivo dos animais inoculados, com maior incidência na fase aguda, porém boaparte das leptospiras não perduraram até a fase crônica. Além do mais, nenhuma das estirpes foi capaz de produzir lesões histológicas nos órgãos examinados. As amostras de leptospiras usadas neste trabalho evidenciaram a capacidade de colonizar o trato reprodutivo dos machos, sem trazer prejuízos teciduais. Assim, mesmo que de forma transitória, os machos podem excretar a bactéria via sêmen e de forma oculta, já que não demonstraram alterações; a principal consequência disto é a manutenção da bactéria dentro de um rebanho, em especial naqueles onde predomina a monta natural
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 30.09.2025
  • Acesso à fonteAcesso à fonteDOI

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    Status:
    Nenhuma versão em acesso aberto identificada

    How to cite
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    • ABNT

      SILVA, Denise Batista Nogueira. Colonização do trato reprodutor de machos por Leptospira spp. aplicando a infecção experimental em hamsters como modelo. 2025. Tese (Doutorado) – Universidade de São Paulo, São Paulo, 2025. Disponível em: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/10/10134/tde-22012026-130643/. Acesso em: 11 abr. 2026.
    • APA

      Silva, D. B. N. (2025). Colonização do trato reprodutor de machos por Leptospira spp. aplicando a infecção experimental em hamsters como modelo (Tese (Doutorado). Universidade de São Paulo, São Paulo. Recuperado de https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/10/10134/tde-22012026-130643/
    • NLM

      Silva DBN. Colonização do trato reprodutor de machos por Leptospira spp. aplicando a infecção experimental em hamsters como modelo [Internet]. 2025 ;[citado 2026 abr. 11 ] Available from: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/10/10134/tde-22012026-130643/
    • Vancouver

      Silva DBN. Colonização do trato reprodutor de machos por Leptospira spp. aplicando a infecção experimental em hamsters como modelo [Internet]. 2025 ;[citado 2026 abr. 11 ] Available from: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/10/10134/tde-22012026-130643/

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