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Um guia brasileiro de boas práticas de amostragem e reconciliação para a indústria mineral (2025)

  • Autor:
  • Autor USP: CHIEREGATI, ANA CAROLINA - EP
  • Unidade: EP
  • Sigla do Departamento: PMI
  • Assunto: AMOSTRAGEM
  • Language: Português
  • Abstract: A Teoria da Amostragem de materiais particulados – que inclui as indústrias mineral, farmacêutica e alimentícia – foi desenvolvida por Pierre Gy, um engenheiro químico francês, na década de 1950. Desde sua criação, muitos avanços ocorreram, tanto no que diz respeito à complementação desta teoria quanto no desenvolvimento de novos procedimentos e formulações para a estimativa dos erros associados à amostragem de materiais particulados. Apesar de diversos livros e artigos científicos terem sido escritos sobre a Teoria da Amostragem, poucos apresentam os aspectos práticos desta teoria, tão importantes para a indústria mineral e, principalmente, para os praticantes de amostragem. Práticas incorretas de amostragem geram erros de estimativa de teor e massa de minérios, levando a prejuízos financeiros inestimáveis às operações mineiras, traduzidos em sérios problemas de diluição e perda na mina, falta de controle dos processos na usina e baixa eficiência na contabilidade metálica. Neste contexto, no início do século XXI, especialistas da empresa australiana Snowden Technologies, criaram um novo conceito para a avaliação da qualidade dos dados e a integração das diversas etapas de um empreendimento mineiro visando a uma melhoria contínua no desempenho e no controle das operações, nomeando-o de “Reconciliação Pró-Ativa”. A maioria das empresas de mineração, nos dias atuais, pratica algum tipo de reconciliação; entretanto, muitas continuam a aplicar fatores às estimativas de teor e massa de minério ao longo da cadeia mineira, prática conhecida como “Reconciliação Reativa”. Não existe, atualmente, especialmente na língua portuguesa, um texto completo e prático sobre amostragem e reconciliação, que possa auxiliar engenheiros e geólogos a otimizar seus processos, rastreando o metal desde o modelo de recursos até oproduto final e permitindo, assim, uma contabilidade metálica eficaz e confiável. Este trabalho visa contribuir com a comunidade mineira brasileira, apresentando um guia conciso e prático sobre amostragem e reconciliação para a indústria mineral.
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 14.07.2025
  • Acesso à fonte
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    • ABNT

      CHIEREGATI, Ana Carolina. Um guia brasileiro de boas práticas de amostragem e reconciliação para a indústria mineral. 2025. Tese (Livre Docência) – Universidade de São Paulo, São Paulo, 2025. Disponível em: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/livredocencia/3/tde-12022026-112820/pt-br.php. Acesso em: 13 fev. 2026.
    • APA

      Chieregati, A. C. (2025). Um guia brasileiro de boas práticas de amostragem e reconciliação para a indústria mineral (Tese (Livre Docência). Universidade de São Paulo, São Paulo. Recuperado de https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/livredocencia/3/tde-12022026-112820/pt-br.php
    • NLM

      Chieregati AC. Um guia brasileiro de boas práticas de amostragem e reconciliação para a indústria mineral [Internet]. 2025 ;[citado 2026 fev. 13 ] Available from: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/livredocencia/3/tde-12022026-112820/pt-br.php
    • Vancouver

      Chieregati AC. Um guia brasileiro de boas práticas de amostragem e reconciliação para a indústria mineral [Internet]. 2025 ;[citado 2026 fev. 13 ] Available from: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/livredocencia/3/tde-12022026-112820/pt-br.php


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