Correlação entre o posicionamento da cabeça e as deformidades maxilomandibulares na fissura labiopalatina (2025)
- Authors:
- Autor USP: SILVA, NOEMI GARCIA DA - HRAC
- Unidade: HRAC
- DOI: 10.11606/D.61.2025.tde-22092025-154017
- Subjects: POSTURA; DEFORMIDADES DENTO-FACIAIS; ASSIMETRIA FACIAL
- Keywords: Avaliação postural; Deformidade maxilomandibular; Fotogrametria; Maxillomandibular deformity; Photogrammetry; Postural assessment
- Language: Português
- Abstract: Introdução: Desequilíbrios posturais podem estar relacionados com diversas estruturas do corpo e contribuir significativamente para alterações no posicionamento da cabeça. Na fissura labiopalatina (FLP), definida como a malformação que mais acomete a face do ser humano e que ocasiona problemas funcionais, estéticos e psíquicos, a deformidade maxilomandibular é uma das alterações mais comuns, como consequência da restrição de crescimento maxilar. Estudos apontam que alterações no posicionamento da cabeça e ombros podem estar relacionadas a esses distúrbios craniomandibulares. Objetivos: Verificou-se a correlação entre posicionamento da cabeça e deformidades maxilomandibulares, com padrão facial III, em adultos com FLP reparada. Metodologia: Foram avaliados 40 indivíduos com FLP reparada e deformidade maxilomandibular, faixa etária entre 18 e 29 anos, de ambos os sexos. Para tanto, determinou-se o Indice de Massa Corpórea e questionou-se sobre a realização de atividade física. Para a análise da postura, seis pontos anatômicos foram demarcados por adesivos circulares, além da análise fotogramétrica para obtenção do ângulo do posicionamento da cabeça, definidos como adequado (90º±3), em anteriorização (< 87°) ou posteriorização (>93º), e em flexão (<87º) ou extensão (>87º) por meio do software Inkscape. Resultados: Todos os participantes apresentaram ângulos sugestivos de anteriorização e 97,5% com extensão de cabeça. A influência da má-oclusão na FLP não demonstrou significância para o ângulo de anteriorização de cabeça, e para o ângulo de extensão, houve significância quando analisado com as variáveis atividade física e tipo de fissura (p<0,05). Quanto ao IMC, 83,5% apresentaram classificação normal e 17,5% IMC fora da normalidade. A prática de atividade física em pelo menos 1 vez porsemana foi relatada em 32,5%, enquanto que 67% negaram a realização. No ângulo de extensão de cabeça, houve um valor significativo quando analisadas as variáveis prática de exercício físico e tipo de fissura. Conclusão: Dessa maneira, pode ser concluído que a deformidade maxilomandibular, com tipo facial III, está relacionada a anteriorização e extensão de cabeça. Propostas de reabilitação física devem ser propostas para esta população.
- Imprenta:
- Data da defesa: 27.05.2025
- Status:
- Artigo publicado em periódico de acesso aberto (Gold Open Access)
- Versão do Documento:
- Versão publicada (Published version)
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-
ABNT
SILVA, Noemi Garcia da. Correlação entre o posicionamento da cabeça e as deformidades maxilomandibulares na fissura labiopalatina. 2025. Dissertação (Mestrado) – Universidade de São Paulo, Bauru, 2025. Disponível em: https://teses.usp.br/teses/disponiveis/61/61132/tde-22092025-154017/. Acesso em: 30 mar. 2026. -
APA
Silva, N. G. da. (2025). Correlação entre o posicionamento da cabeça e as deformidades maxilomandibulares na fissura labiopalatina (Dissertação (Mestrado). Universidade de São Paulo, Bauru. Recuperado de https://teses.usp.br/teses/disponiveis/61/61132/tde-22092025-154017/ -
NLM
Silva NG da. Correlação entre o posicionamento da cabeça e as deformidades maxilomandibulares na fissura labiopalatina [Internet]. 2025 ;[citado 2026 mar. 30 ] Available from: https://teses.usp.br/teses/disponiveis/61/61132/tde-22092025-154017/ -
Vancouver
Silva NG da. Correlação entre o posicionamento da cabeça e as deformidades maxilomandibulares na fissura labiopalatina [Internet]. 2025 ;[citado 2026 mar. 30 ] Available from: https://teses.usp.br/teses/disponiveis/61/61132/tde-22092025-154017/
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