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A demarcação de telas nos cinemas de território da Ceilândia: uma cartografia dos modos de fazer de cinemas não hegemônicos (2025)

  • Authors:
  • Autor USP: SHINODA, CAMILLA VIDAL - ECA
  • Unidade: ECA
  • Sigla do Departamento: CTR
  • DOI: 10.11606/T.27.2025.tde-10122025-153831
  • Subjects: CINEMA; INDÍGENAS; CRIAÇÃO COLETIVA; TERRITORIALIDADE; DECOLONIALIDADE
  • Keywords: cartografia; cartography; cinemas de território; cinemas of territory; demarcação de telas; demarcation of screens; temporalidades; temporalities
  • Agências de fomento:
  • Language: Português
  • Abstract: A presente pesquisa tem como objetivo realizar uma cartografia (Bruno, 2002) do processo de demarcação de telas (Krenak, 2021) dos cinemas de território da Ceilândia, por meio do trabalho de três coletivos de cinema ceilandenses: a Ceicine, coletivo do qual faz parte o cineasta Adirley Queirós; o Jovem de Expressão (JEx), coletivo do qual fazem parte os diretores Gu da Cei e Suéllen Batista; e a 404 Produções, coletivo formado pelos cineastas Augusto Borges, Douglas Queiroz e Nathalya Brum. No primeiro momento, formulei a ampliação da noção de demarcação de telas, proposta por Krenak, para além do cinema produzido por indígenas, caracterizando a noção como um processo histórico em que corpos não hegemônicos provindos dos territórios não hegemônicos começaram a produzir e exibir filmes. A partir disso, busco delinear a prática que nomeio cinemas de território; um cinema realizado em territórios não hegemônicos pelas pessoas que o ocupam. Essa prática cinematográfica também é caracterizada por um compromisso ético com o território. Compromisso esse que se materializa não apenas nos filmes, mas também durante todo o processo de realização e circulação dessas obras. Os filmes, bem como os modelos de produção dos três coletivos ceilandenses são cartografados de forma que possamos compreender como essa prática cinematográfica se dá na Ceilândia. Assim, acompanharemos como a prática dos três coletivos se relaciona com o território ceilandense, a partir da origem paradoxal da região administrativa (RA), imposta pela mitologia de Brasília. Por meio da cartografia dos cinemas de território praticados pelos três coletivos, também vamos compreender quais são as temporalidades ocupadas pelos corpos ceilandenses nessa produção
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 24.09.2025
  • Acesso à fonteDOI
    Informações sobre o DOI: 10.11606/T.27.2025.tde-10122025-153831 (Fonte: oaDOI API)
    • Este periódico é de acesso aberto
    • Este artigo NÃO é de acesso aberto

    How to cite
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    • ABNT

      SHINODA, Camilla Vidal. A demarcação de telas nos cinemas de território da Ceilândia: uma cartografia dos modos de fazer de cinemas não hegemônicos. 2025. Tese (Doutorado) – Universidade de São Paulo, São Paulo, 2025. Disponível em: https://doi.org/10.11606/T.27.2025.tde-10122025-153831. Acesso em: 08 fev. 2026.
    • APA

      Shinoda, C. V. (2025). A demarcação de telas nos cinemas de território da Ceilândia: uma cartografia dos modos de fazer de cinemas não hegemônicos (Tese (Doutorado). Universidade de São Paulo, São Paulo. Recuperado de https://doi.org/10.11606/T.27.2025.tde-10122025-153831
    • NLM

      Shinoda CV. A demarcação de telas nos cinemas de território da Ceilândia: uma cartografia dos modos de fazer de cinemas não hegemônicos [Internet]. 2025 ;[citado 2026 fev. 08 ] Available from: https://doi.org/10.11606/T.27.2025.tde-10122025-153831
    • Vancouver

      Shinoda CV. A demarcação de telas nos cinemas de território da Ceilândia: uma cartografia dos modos de fazer de cinemas não hegemônicos [Internet]. 2025 ;[citado 2026 fev. 08 ] Available from: https://doi.org/10.11606/T.27.2025.tde-10122025-153831

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