Aprimorando o gerenciamento de náuseas e vômitos pós-operatórios: da genética e farmacologia à prática diária (2024)
- Authors:
- Autor USP: GRIGIO, THIAGO RAMOS - FM
- Unidade: FM
- DOI: 10.11606/T.5.2024.tde-09122025-125353
- Subjects: FATORES DE RISCO; NÁUSEA
- Keywords: Antieméticos; Antiemetics; Genetic polymorphisms; Nausea; Náusea e Vômito Pós-Operatório (NVPO); Polimorfismos genéticos; Postoperative Nausea and Vomiting (PONV); Risk factors
- Language: Português
- Abstract: Náusea e vômito no pós-operatório (NVPO) são considerados uma das experiências mais desagradáveis após a cirurgia em pacientes submetidos a anestesia geral. Há um foco crescente na recuperação pós-operatória e nos resultados relatados pelos pacientes. Apesar das estratégias e dos medicamentos recomendados para a profilaxia de NVPO, a náusea e o vômito após a cirurgia continuam a ser elevados em determinados grupos populacionais. Existem algumas razões para explicar isso: baixa adesão às diretrizes, evidências limitadas sobre os antieméticos, as melhores combinações de antieméticos e o número ideal de antieméticos em terapias combinadas, polimorfismos genéticos e a falta de antieméticos em ambientes hospitalares devido aos altos custos ou à disponibilidade limitada. Esta tese teve como objetivo aprimorar o entendimento da profilaxia de NVPO para reduzir a incidência de NVPO e melhorar a satisfação dos pacientes após a cirurgia. A principal pergunta respondida nesta tese foi: Como podemos aprimorar o manejo da náusea e vômito no pós-operatório (NVPO) em pacientes após a cirurgia, considerando a diversidade de fatores, como variáveis clínicas, polimorfismos genéticos e antieméticos profiláticos? No Capítulo 1 desta tese, apresentamos de forma abrangente os estudos de base relevantes para esta pesquisa. NVPO é a principal preocupação do paciente em relação à recuperação pós-operatória, ainda mais importante do que as preocupações com dor e sedação. Ao prevenir náusea e vômitoapós a cirurgia, os pacientes se beneficiam de uma melhor recuperação, conforto, maior satisfação e menos risco de complicações após a cirurgia. Os fatores de risco associados a NVPO incluem fatores específicos do paciente, como idade, sexo, status de tabagismo, polimorfismos genéticos e variáveis cirúrgicas e anestésicas. O verdadeiro impacto da etnia, no que se refere à genética, e NVPO é incerto, e ainda há poucos estudos relacionados à genética e NVPO, considerando a grande diversidade genética. Compreender esses fatores de risco é fundamental para identificar pacientes de alto risco e ajustar as estratégias profiláticas de acordo. Também apresentamos as diretrizes e recomendações atuais para profilaxia de NVPO e suas limitações. Há uma necessidade de pesquisas contínuas para descobrir novos medicamentos com propriedades antieméticas. Olanzapina, aprepitanto e fosaprepitanto foram os medicamentos avaliados como antieméticos nesta tese. Esta tese baseia-se em cinco estudos, cada um abordando uma questão de pesquisa específica para analisar de forma abrangente os fatores que contribuem para NVPO e a eficácia dos tratamentos profiláticos. No Capítulo 1 desta tese, apresentamos de forma abrangente os estudos de base relevantes para esta pesquisa. NVPO é a principal preocupação do paciente em relação à recuperação pós-operatória, ainda mais importante do que as preocupações com dor e sedação. Ao prevenir náusea e vômito após a cirurgia, os pacientes se beneficiam de umamelhor recuperação, conforto, maior satisfação e menos risco de complicações após a cirurgia. Os fatores de risco associados a NVPO incluem fatores específicos do paciente, como idade, sexo, status de tabagismo, polimorfismos genéticos e variáveis cirúrgicas e anestésicas. O verdadeiro impacto da etnia, no que se refere à genética, e NVPO é incerto, e ainda há poucos estudos relacionados à genética e NVPO, APP. considerando a grande diversidade genética. Compreender esses fatores de risco é fundamental para identificar pacientes de alto risco e ajustar as estratégias profiláticas de acordo. Também apresentamos as diretrizes e recomendações atuais para profilaxia de NVPO e suas limitações. Há uma necessidade de pesquisas contínuas para descobrir novos medicamentos com propriedades antieméticas. Olanzapina, aprepitanto e fosaprepitanto foram os medicamentos avaliados como antieméticos nesta tese. Esta tese baseia-se em cinco estudos, cada um abordando uma questão de pesquisa específica para analisar de forma abrangente os fatores que contribuem para NVPO e a eficácia dos tratamentos profiláticos.No Capítulo 1 desta tese, apresentamos de forma abrangente os estudos de base relevantes para esta pesquisa. NVPO é a principal preocupação do paciente em relação à recuperação pós-operatória, ainda mais importante do que as preocupações com dor e sedação. Ao prevenir náusea e vômito após a cirurgia, os pacientes se beneficiam de uma melhor recuperação, conforto, maior satisfação emenos risco de complicações após a cirurgia. Os fatores de risco associados a NVPO incluem fatores específicos do paciente, como idade, sexo, status de tabagismo, polimorfismos genéticos e variáveis cirúrgicas e anestésicas. O verdadeiro impacto da etnia, no que se refere à genética, e NVPO é incerto, e ainda há poucos estudos relacionados à genética e NVPO, APP. considerando a grande diversidade genética. Compreender esses fatores de risco é fundamental para identificar pacientes de alto risco e ajustar as estratégias profiláticas de acordo. Também apresentamos as diretrizes e recomendações atuais para profilaxia de NVPO e suas limitações. Há uma necessidade de pesquisas contínuas para descobrir novos medicamentos com propriedades antieméticas. Olanzapina, aprepitanto e fosaprepitanto foram os medicamentos avaliados como antieméticos nesta tese. Esta tese baseia-se em cinco estudos, cada um abordando uma questão de pesquisa específica para analisar de forma abrangente os fatores que contribuem para NVPO e a eficácia dos tratamentos profiláticos.No Capítulo 1 desta tese, apresentamos de forma abrangente os estudos de base relevantes para esta pesquisa. NVPO é a principal preocupação do paciente em relação à recuperação pós-operatória, ainda mais importante do que as preocupações com dor e sedação. Ao prevenir náusea e vômito após a cirurgia, os pacientes se beneficiam de uma melhor recuperação, conforto, maior satisfação e menos risco de complicações após a cirurgia. Osfatores de risco associados a NVPO incluem fatores específicos do paciente, como idade, sexo, status de tabagismo, polimorfismos genéticos e variáveis cirúrgicas e anestésicas. O verdadeiro impacto da etnia, no que se refere à genética, e NVPO é incerto, e ainda há poucos estudos relacionados à genética e NVPO, APP. considerando a grande diversidade genética. Compreender esses fatores de risco é fundamental para identificar pacientes de alto risco e ajustar as estratégias profiláticas de acordo. Também apresentamos as diretrizes e recomendações atuais para profilaxia de NVPO e suas limitações. Há uma necessidade de pesquisas contínuas para descobrir novos medicamentos com propriedades antieméticas. Olanzapina, aprepitanto e fosaprepitanto foram os medicamentos avaliados como antieméticos nesta tese. Esta tese baseia-se em cinco estudos, cada um abordando uma questão de pesquisa específica para analisar de forma abrangente os fatores que contribuem para NVPO e a eficácia dos tratamentos profiláticos.No Capítulo 1 desta tese, apresentamos de forma abrangente os estudos de base relevantes para esta pesquisa. NVPO é a principal preocupação do paciente em relação à recuperação pós-operatória, ainda mais importante do que as preocupações com dor e sedação. Ao prevenir náusea e vômito após a cirurgia, os pacientes se beneficiam de uma melhor recuperação, conforto, maior satisfação e menos risco de complicações após a cirurgia. Os fatores de risco associados a NVPO incluem fatoresespecíficos do paciente, como idade, sexo, status de tabagismo, polimorfismos genéticos e variáveis cirúrgicas e anestésicas. O verdadeiro impacto da etnia, no que se refere à genética, e NVPO é incerto, e ainda há poucos estudos relacionados à genética e NVPO, APP. considerando a grande diversidade genética. Compreender esses fatores de risco é fundamental para identificar pacientes de alto risco e ajustar as estratégias profiláticas de acordo. Também apresentamos as diretrizes e recomendações atuais para profilaxia de NVPO e suas limitações. Há uma necessidade de pesquisas contínuas para descobrir novos medicamentos com propriedades antieméticas. Olanzapina, aprepitanto e fosaprepitanto foram os medicamentos avaliados como antieméticos nesta tese. Esta tese baseia-se em cinco estudos, cada um abordando uma questão de pesquisa específica para analisar de forma abrangente os fatores que contribuem para NVPO e a eficácia dos tratamentos profiláticos.No Capítulo 1 desta tese, apresentamos de forma abrangente os estudos de base relevantes para esta pesquisa. NVPO é a principal preocupação do paciente em relação à recuperação pós-operatória, ainda mais importante do que as preocupações com dor e sedação. Ao prevenir náusea e vômito após a cirurgia, os pacientes se beneficiam de uma melhor recuperação, conforto, maior satisfação e menos risco de complicações após a cirurgia. Os fatores de risco associados a NVPO incluem fatores específicos do paciente, como idade, sexo, statusde tabagismo, polimorfismos genéticos e variáveis cirúrgicas e anestésicas. O verdadeiro impacto da etnia, no que se refere à genética, e NVPO é incerto, e ainda há poucos estudos relacionados à genética e NVPO, APP. considerando a grande diversidade genética. Compreender esses fatores de risco é fundamental para identificar pacientes de alto risco e ajustar as estratégias profiláticas de acordo. Também apresentamos as diretrizes e recomendações atuais para profilaxia de NVPO e suas limitações. Há uma necessidade de pesquisas contínuas para descobrir novos medicamentos com propriedades antieméticas. Olanzapina, aprepitanto e fosaprepitanto foram os medicamentos avaliados como antieméticos nesta tese. Esta tese baseia-se em cinco estudos, cada um abordando uma questão de pesquisa específica para analisar de forma abrangente os fatores que contribuem para NVPO e a eficácia dos tratamentos profiláticos. No Capítulo 2, focamos na associação entre vômito pós-operatório e variáveis clínicas, etnia e polimorfismos genéticos em pacientes submetidos a cirurgias oncológicas. Trata-se de um estudo observacional em pacientes brasileiros, caracterizado por uma alta taxa de miscigenação. Genotipamos 32 polimorfismos para predisposição a NVPO e 15 para análise de ancestralidade. O alelo C do rs208294 (gene P2RX7) foi mais frequentemente detectado em pacientes sem vômito pós-operatório do que em pacientes com vômito pós-operatório nos modelos de genótipo, dominante e de alelos, atuandocomo um fator de proteção contra NVPO. Além disso, historia prévia de NVPO/cinetose foi o preditor mais importante para NVPO em nossa análise. No Capítulo 3, examinamos se a olanzapina, como antiemético profilático adicional, reduz a incidência de NVPO dentro de 24 horas após a cirurgia. Realizamos um ensaio clínico randomizado em pacientes de alto risco com câncer submetidos a cirurgias de médio e grande porte. A adição de 10 mg de olanzapina oral pré-operatória à dexametasona e ondansetrona intraoperatória mais anestesia com propofol foi estatisticamente significativa na redução do risco de NVPO em uma média de 60% nas primeiras 24 horas após a cirurgia. No Capítulo 3, examinamos se a olanzapina, como antiemético profilático adicional, reduz a incidência de NVPO dentro de 24 horas após a cirurgia. Realizamos um ensaio clínico randomizado em pacientes de alto risco com câncer submetidos a cirurgias de médio e grande porte. A adição de 10 mg de olanzapina oral pré-operatória à dexametasona e ondansetrona intraoperatória mais anestesia com propofol foi estatisticamente significativa na redução do risco de NVPO em uma média de 60% nas primeiras 24 horas após a cirurgia. No Capítulo 3, examinamos se a olanzapina, como antiemético profilático adicional, reduz a incidência de NVPO dentro de 24 horas após a cirurgia. Realizamos um ensaio clínico randomizado em pacientes de alto risco com câncer submetidos a cirurgias de médio e grande porte. A adição de 10 mg de olanzapina oralpré-operatória à dexametasona e ondansetrona intraoperatória mais anestesia com propofol foi estatisticamente significativa na redução do risco de NVPO em uma média de 60% nas primeiras 24 horas após a cirurgia. No Capítulo 3, examinamos se a olanzapina, como antiemético profilático adicional, reduz a incidência de NVPO dentro de 24 horas após a cirurgia. Realizamos um ensaio clínico randomizado em pacientes de alto risco com câncer submetidos a cirurgias de médio e grande porte. A adição de 10 mg de olanzapina oral pré-operatória à dexametasona e ondansetrona intraoperatória mais anestesia com propofol foi estatisticamente significativa na redução do risco de NVPO em uma média de 60% nas primeiras 24 horas após a cirurgia. No Capítulo 3, examinamos se a olanzapina, como antiemético profilático adicional, reduz a incidência de NVPO dentro de 24 horas após a cirurgia. Realizamos um ensaio clínico randomizado em pacientes de alto risco com câncer submetidos a cirurgias de médio e grande porte. A adição de 10 mg de olanzapina oral pré-operatória à dexametasona e ondansetrona intraoperatória mais anestesia com propofol foi estatisticamente significativa na redução do risco de NVPO em uma média de 60% nas primeiras 24 horas após a cirurgia. No Capítulo 3, examinamos se a olanzapina, como antiemético profilático adicional, reduz a incidência de NVPO dentro de 24 horas após a cirurgia. Realizamos um ensaio clínico randomizado em pacientes de alto risco com câncer submetidos acirurgias de médio e grande porte. A adição de 10 mg de olanzapina oral pré-operatória à dexametasona e ondansetrona intraoperatória mais anestesia com propofol foi estatisticamente significativa na redução do risco de NVPO em uma média de 60% nas primeiras 24 horas após a cirurgia. No Capítulo 3, examinamos se a olanzapina, como antiemético profilático adicional, reduz a incidência de NVPO dentro de 24 horas após a cirurgia. Realizamos um ensaio clínico randomizado em pacientes de alto risco com câncer submetidos a cirurgias de médio e grande porte. A adição de 10 mg de olanzapina oral pré-operatória à dexametasona e ondansetrona intraoperatória mais anestesia com propofol foi estatisticamente significativa na redução do risco de NVPO em uma média de 60% nas primeiras 24 horas após a cirurgia. No Capítulo 3, examinamos se a olanzapina, como antiemético profilático adicional, reduz a incidência de NVPO dentro de 24 horas após a cirurgia. Realizamos um ensaio clínico randomizado em pacientes de alto risco com câncer submetidos a cirurgias de médio e grande porte. A adição de 10 mg de olanzapina oral pré-operatória à dexametasona e ondansetrona intraoperatória mais anestesia com propofol foi estatisticamente significativa na redução do risco de NVPO em uma média de 60% nas primeiras 24 horas após a cirurgia. No Capítulo 3, examinamos se a olanzapina, como antiemético profilático adicional, reduz a incidência de NVPO dentro de 24 horas após a cirurgia. Realizamos um ensaioclínico randomizado em pacientes de alto risco com câncer submetidos a cirurgias de médio e grande porte. A adição de 10 mg de olanzapina oral pré-operatória à dexametasona e ondansetrona intraoperatória mais anestesia com propofol foi estatisticamente significativa na redução do risco de NVPO em uma média de 60% nas primeiras 24 horas após a cirurgia. No Capítulo 3, examinamos se a olanzapina, como antiemético profilático adicional, reduz a incidência de NVPO dentro de 24 horas após a cirurgia. Realizamos um ensaio clínico randomizado em pacientes de alto risco com câncer submetidos a cirurgias de médio e grande porte. A adição de 10 mg de olanzapina oral pré-operatória à dexametasona e ondansetrona intraoperatória mais anestesia com propofol foi estatisticamente significativa na redução do risco de NVPO em uma média de 60% nas primeiras 24 horas após a cirurgia.No Capítulo 3, examinamos se a olanzapina, como antiemético profilático adicional, reduz a incidência de NVPO dentro de 24 horas após a cirurgia. Realizamos um ensaio clínico randomizado em pacientes de alto risco com câncer submetidos a cirurgias de médio e grande porte. A adição de 10 mg de olanzapina oral pré-operatória à dexametasona e ondansetrona intraoperatória mais anestesia com propofol foi estatisticamente significativa na redução do risco de NVPO em uma média de 60% nas primeiras 24 horas após a cirurgia. No Capítulo 4, reunimos as evidências de estudos publicados para avaliar a eficácia da olanzapinacomo droga profilática para NVPO. Esta é a primeira revisão sistemática com meta-análise que forneceu uma compreensão abrangente do papel da olanzapina no manejo do NVPO. A meta-análise incluiu quatro ensaios clínicos randomizados, e concluímos que a olanzapina, sozinha ou combinada com outros agentes antieméticos, reduziu em média 38% a incidência de NVPO. No Capítulo 5, avaliamos se a adição de uma quarta intervenção antiemética (aprepitanto) reduz a incidência de NVPO. Realizamos um ensaio clínico randomizado em pacientes do sexo feminino de alto risco com câncer submetidas a mastectomia e que já recebiam dois antieméticos (dexametasona e palonosetrona) mais anestesia com propofol. A adição de 80 mg de aprepitanto não reduziu significativamente a incidência de NVPO nas primeiras 48 horas após a cirurgia. A palonosetrona pode ter interferido nas vias de sinalização dos receptores neurocinina-1 (NK1) e 5-HT3, resultando na internalização do 5-HT3 sem ligação direta ao receptor NK1. No Capítulo 6, reunimos as evidências de estudos publicados para avaliar a eficácia do aprepitanto e fosaprepitanto como antieméticos para NVPO. Esta revisão sistemática com meta-análise avaliou os tempos de avaliação agrupados dentro de 24 horas após a cirurgia. Nenhum estudo anterior avaliou o efeito desses antieméticos em períodos mais curtos. O aprepitanto reduziu, em média, 59% a incidência de vômitos pós-operatórios e 17% o uso de antieméticos de resgate, além de aumentar em 19% a taxa deresposta completa entre participantes adultos de 0 a 24 horas após a cirurgia. Além disso, o aprepitanto reduziu efetivamente náusea de 0 a 2 horas, de 0 a 6 horas e de 6 a 24 horas. O fosaprepitanto reduziu, em média, 65% a incidência de vômito e 22% o uso de antieméticos de resgate de 0 a 24 horas após a cirurgia. Por fim, o Capítulo 7 contém uma discussão geral desta tese. O manejo do NVPO pode ser aprimorado pela identificação de fatores de risco clínicos e genéticos e pelo uso de medicação profilática com propriedades antieméticas como olanzapina, aprepitanto e fosaprepitanto. Recomendamos que os anestesiologistas identifiquem os fatores de risco clínicos responsáveis pelo NVPO e reduzam o risco basal utilizando os antieméticos olanzapina, aprepitanto e fosaprepitanto como medicamentos antieméticos profiláticos. Também recomendamos validar se o polimorfismo rs208294 (gene P2RX7) é um fator de proteção para NVPO. A eficácia aprimorada da profilaxia depende do uso de drogas que atuam em diferentes tipos de receptores de NVPO. Recomendamos a mudança na forma como as diretrizes classificam os antieméticos. As diretrizes para profilaxia de NVPO não devem dividir os antieméticos por classes farmacológicas únicas, mas por todos os receptores alvo dos antieméticos. Dessa forma, antieméticos como a olanzapina podem ser facilmente identificados como drogas que atuam em múltiplos receptores responsáveis por náuseas e vômitos. Além disso, as diretrizes devem recomendar a nãoutilização de combinações de antieméticos que não sejam eficazes. Os resultados dos estudos nesta tese têm um impacto importante sobre náusea e vômito após a cirurgia porque são novos e trazem novos conhecimentos para a comunidade científica e a prática clínica
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- Data da defesa: 20.11.2024
- Este periódico é de acesso aberto
- Este artigo NÃO é de acesso aberto
-
ABNT
GRIGIO, Thiago Ramos. Aprimorando o gerenciamento de náuseas e vômitos pós-operatórios: da genética e farmacologia à prática diária. 2024. Tese (Doutorado) – Universidade de São Paulo, São Paulo, 2024. Disponível em: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5178/tde-09122025-125353/. Acesso em: 02 mar. 2026. -
APA
Grigio, T. R. (2024). Aprimorando o gerenciamento de náuseas e vômitos pós-operatórios: da genética e farmacologia à prática diária (Tese (Doutorado). Universidade de São Paulo, São Paulo. Recuperado de https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5178/tde-09122025-125353/ -
NLM
Grigio TR. Aprimorando o gerenciamento de náuseas e vômitos pós-operatórios: da genética e farmacologia à prática diária [Internet]. 2024 ;[citado 2026 mar. 02 ] Available from: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5178/tde-09122025-125353/ -
Vancouver
Grigio TR. Aprimorando o gerenciamento de náuseas e vômitos pós-operatórios: da genética e farmacologia à prática diária [Internet]. 2024 ;[citado 2026 mar. 02 ] Available from: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5178/tde-09122025-125353/
Informações sobre o DOI: 10.11606/T.5.2024.tde-09122025-125353 (Fonte: oaDOI API)
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