Incorporação eritrocitária do ácido graxo eicosapentaenoico (EPA) se associa à menor inflamação e oxidação sistêmica e a um perfil tumoral menos agressivo, independentemente da interação com o GPR120, em mulheres com câncer de mama (2025)
- Authors:
- Autor USP: ALMEIDA, INGRID MAGS CARVALHO DE - FSP
- Unidade: FSP
- Sigla do Departamento: HNT
- DOI: 10.11606/D.6.2025.tde-09122025-145926
- Subjects: NEOPLASIAS MAMÁRIAS; ESTRESSE OXIDATIVO; INFLAMAÇÃO; ÁCIDOS GRAXOS OMEGA 3
- Keywords: Câncer de Mama
- Agências de fomento:
- Language: Português
- Abstract: INTRODUÇÃO: O câncer de mama (CM) é a neoplasia maligna mais prevalente no Brasil e representa um significativo desafio de saúde pública. Embora ácidos graxos poli-insaturados (PUFA) ômega-3 sejam associados a efeitos protetores, a investigação do seu eixo de sinalização via receptor GPR120 e sua associação com as características tumorais e sistêmicas ao nível da inflamação e estresse oxidativo constituem uma lacuna importante na literatura. OBJETIVO: Avaliar, de maneira pioneira, a associação entre o ômega-3 incorporado às membranas eritrocitárias e a imunoexpressão de GPR120 ao nível tumoral, bem como sua associação com biomarcadores de inflamação e oxidação e no estadiamento anatomopatológico (TNM) e clínico de mulheres com CM. MÉTODOS: Estudo observacional, analítico e transversal, com 313 mulheres com diagnóstico anatomopatológico e clínico recente de neoplasia mamária e com indicação de tratamento cirúrgico. Foram coletados dados de perfil sociodemográfico, história clínica, antropometria e composição corporal. O estadiamento anatomopatológico e clínico foi obtido de prontuários. O tecido tumoral foi utilizado para montagem de Tissue Microarray (TMA) e análise da imunoexpressão de GPR120, SREBP1, pTAK1, pNF-κB e pmTOR. Amostras de sangue foram coletadas para análises bioquímicas. Biomarcadores plasmáticos de inflamação (interleucinas e citocinas), estresse oxidativo (TBARS e LDL Oxidada) e capacidade antioxidante (Lag time) foram analisados.O percentual de ácidos graxos incorporados nas membranas eritrocitárias foi analisado por método de cromatografia gasosa e usado como indicador de incorporação celular de ácidos graxos. Todas as análises foram conduzidas no software R, versão 4.3.0 (p<0,05). CONCLUSÃO: A maior incorporação eritrocitária de EPA foi associada a um perfil tumoral menos agressivo e a um perfil menos oxidativo e inflamatório. Este efeito protetor ocorre de forma independente do receptor GPR120, que, paradoxalmente, se associou a um perfil pró-tumoral com ativação de vias inflamatórias, proliferativas e lipogênicas
- Imprenta:
- Data da defesa: 08.10.2025
- Status:
- Artigo publicado em periódico de acesso aberto (Gold Open Access)
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- Versão publicada (Published version)
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-
ABNT
ALMEIDA, Ingrid Mags Carvalho de. Incorporação eritrocitária do ácido graxo eicosapentaenoico (EPA) se associa à menor inflamação e oxidação sistêmica e a um perfil tumoral menos agressivo, independentemente da interação com o GPR120, em mulheres com câncer de mama. 2025. Dissertação (Mestrado) – Universidade de São Paulo, São Paulo, 2025. Disponível em: https://teses.usp.br/teses/disponiveis/6/6138/tde-09122025-145926/. Acesso em: 06 maio 2026. -
APA
Almeida, I. M. C. de. (2025). Incorporação eritrocitária do ácido graxo eicosapentaenoico (EPA) se associa à menor inflamação e oxidação sistêmica e a um perfil tumoral menos agressivo, independentemente da interação com o GPR120, em mulheres com câncer de mama (Dissertação (Mestrado). Universidade de São Paulo, São Paulo. Recuperado de https://teses.usp.br/teses/disponiveis/6/6138/tde-09122025-145926/ -
NLM
Almeida IMC de. Incorporação eritrocitária do ácido graxo eicosapentaenoico (EPA) se associa à menor inflamação e oxidação sistêmica e a um perfil tumoral menos agressivo, independentemente da interação com o GPR120, em mulheres com câncer de mama [Internet]. 2025 ;[citado 2026 maio 06 ] Available from: https://teses.usp.br/teses/disponiveis/6/6138/tde-09122025-145926/ -
Vancouver
Almeida IMC de. Incorporação eritrocitária do ácido graxo eicosapentaenoico (EPA) se associa à menor inflamação e oxidação sistêmica e a um perfil tumoral menos agressivo, independentemente da interação com o GPR120, em mulheres com câncer de mama [Internet]. 2025 ;[citado 2026 maio 06 ] Available from: https://teses.usp.br/teses/disponiveis/6/6138/tde-09122025-145926/
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