Reabilitação na Atenção Primária à Saúde: força de trabalho e caminhos para 2030 (2025)
- Authors:
- Autor USP: CINTI, MARIANA FAGUNDES - FM
- Unidade: FM
- DOI: 10.11606/D.5.2025.tde-09102025-132932
- Subjects: ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE; RECURSOS HUMANOS; SAÚDE; FORÇA DE TRABALHO; REABILITAÇÃO
- Keywords: Assessment of human resources in health; Primary health care; Projeção; Projection; Rehabilitation; Workforce
- Language: Português
- Abstract: Qualquer pessoa, em algum momento da vida, pode apresentar algum tipo de deficiência ou disfunção que exija cuidados em reabilitação, importante no enfrentamento das limitações funcionais. Nos últimos anos, a reabilitação tem se consolidado como um tema central no cenário internacional, especialmente após a iniciativa "Call for Action to 2030" que incentiva o fortalecimento do serviço de reabilitação no mundo. Dessa forma, o fortalecimento da força de trabalho em reabilitação na Atenção Primária à Saúde (APS) é visto como uma estratégia fundamental para o cuidado acessível e integral. Diante desse cenário, o objetivo foi analisar a evolução temporal e espacial da força de trabalho de reabilitação da APS no Brasil e por unidade federativa de 2010 a 2023 no SUS, e estimar a projeção até 2030. Para isso, a metodologia do trabalho foi um estudo ecológico de série temporal e espacial com projeção da taxa de profissionais da reabilitação da APS por 10.000 habitantes no Brasil e unidades federativas. A tendência e a projeção da força de trabalho foram analisadas através de Modelos Autorregressivos Integrados de Médias Móveis Sazonais (SARIMA). A evolução temporal foi calculada pela variação percentual média anual (AAPC) e a análise espacial por meio de regressões lineares das unidades federativas e do Brasil, e da correlação com o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) pelo Índice de Moran. Como resultado, identificou-se crescimento da densidade da força de trabalho emreabilitação na APS até 2023 (AAPC: 6,21*) com desaceleração para 2030 (AAPC: 4,61*). Com distribuição desigual no Brasil e fraca dependência espacial entre a taxa de profissionais e o IDHM (Moran entre 0 e 0,34). Conclui-se que a densidade da força de trabalho em reabilitação na APS tem aumentado, mas espera-se desaceleração até 2030. A distribuição entre as unidades federativas é desigual, evidenciando a inequidade no acesso à reabilitação
- Imprenta:
- Data da defesa: 22.04.2025
- Este periódico é de acesso aberto
- Este artigo NÃO é de acesso aberto
-
ABNT
CINTI, Mariana Fagundes. Reabilitação na Atenção Primária à Saúde: força de trabalho e caminhos para 2030. 2025. Dissertação (Mestrado) – Universidade de São Paulo, São Paulo, 2025. Disponível em: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5170/tde-09102025-132932/. Acesso em: 28 jan. 2026. -
APA
Cinti, M. F. (2025). Reabilitação na Atenção Primária à Saúde: força de trabalho e caminhos para 2030 (Dissertação (Mestrado). Universidade de São Paulo, São Paulo. Recuperado de https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5170/tde-09102025-132932/ -
NLM
Cinti MF. Reabilitação na Atenção Primária à Saúde: força de trabalho e caminhos para 2030 [Internet]. 2025 ;[citado 2026 jan. 28 ] Available from: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5170/tde-09102025-132932/ -
Vancouver
Cinti MF. Reabilitação na Atenção Primária à Saúde: força de trabalho e caminhos para 2030 [Internet]. 2025 ;[citado 2026 jan. 28 ] Available from: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5170/tde-09102025-132932/
Informações sobre o DOI: 10.11606/D.5.2025.tde-09102025-132932 (Fonte: oaDOI API)
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