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Análise do microbioma nasossinusal em pacientes com rinite alérgica (2025)

  • Authors:
  • Autor USP: ABRAHÃO, AUGUSTO RIEDEL - FM
  • Unidade: FM
  • DOI: 10.11606/T.5.2025.tde-19092025-114822
  • Subjects: INDICADORES DE QUALIDADE DE VIDA; PROBIÓTICOS; RINITE ALÉRGICA
  • Keywords: Allergic rhinitis; Bacterial microbiome; Microbiana bacteriano; Microbiota nasosinusal; Nasal-sinus microbiota; Probiotics; Quality of life indicators; Rhinology; Rinologia
  • Language: Português
  • Abstract: A Rinite Alérgica (RA) é uma entidade muito estudada dentro da otorrinolaringologia devido à sua alta incidência e grande impacto na qualidade de vida dos doentes. O tratamento farmacológico, na maioria das vezes, restringi-se ao uso de corticoide nasal e lavagem nasal com soro fisiológico, além do uso de anti-histamínicos e corticoide oral nos quadros agudos. Apesar das classificações da rinite já estabelecidas, não possuímos uma subdivisão que visasse a análise do microbioma nasossinusal. Muitos estudos recentes voltaram sua atenção para a correlação do microbioma nasal com patologias diversas, principalmente relacionadas ao sistema imune. O presente estudo teve como objetivo comparar o microbioma nasal entre dois grupos de pacientes distintos: 1. Grupo Controle (pacientes sem RA) e 2. Grupo de Estudo: Pacientes com RA comprovada por meio de Testes cutâneos de hipersensibilidade imediata (prick test) para ácaro. Para identificação do microbioma, utilizamos a amplificação dos domínios V3 e V4 do segmento 16S ribossômico bacteriano de cada grupo e a análise do questionário SNOT-22, NOSE e EVA, onde comparamos os grupos a fim de determinar o microbioma dos pacientes com rinite alérgica e sua diferença em relação ao microbioma do Grupo Controle, além de pesquisar a correlação entre o microbioma apresentado nos pacientes com rinite alérgica e a gravidade das queixas nasais. O estudo revelou que a microbiota nasal de pacientes com rinite alérgica teve predominância do filoFirmicutes (74,4%), seguido por Actinobacteriota (19,1%) e Proteobacteria (3,8%). O gênero mais abundante foi Staphylococcus (45,0%), seguido por Corynebacterium e Dolosigranulum (ambos com 17,1%). Ao comparar a microbiota nasossinusal entre pacientes com rinite alérgica e um grupo controle, a análise de beta diversidade (Weighted UniFrac, Jaccard, Euclidean e Bray-Curtis) mostrou diferenças significativas na composição e estruturação do microbioma entre os grupos. No entanto, não foram observadas diferenças estatísticas na composição do microbioma em relação à gravidade da rinite alérgica, conforme os testes EVA, NOSE e SNOT-22
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 12.03.2025
  • Acesso à fonteAcesso à fonteDOI
    Informações sobre o DOI: 10.11606/T.5.2025.tde-19092025-114822 (Fonte: oaDOI API)
    • Este periódico é de acesso aberto
    • Este artigo NÃO é de acesso aberto

    How to cite
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    • ABNT

      ABRAHÃO, Augusto Riedel. Análise do microbioma nasossinusal em pacientes com rinite alérgica. 2025. Tese (Doutorado) – Universidade de São Paulo, São Paulo, 2025. Disponível em: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5143/tde-19092025-114822/. Acesso em: 29 jan. 2026.
    • APA

      Abrahão, A. R. (2025). Análise do microbioma nasossinusal em pacientes com rinite alérgica (Tese (Doutorado). Universidade de São Paulo, São Paulo. Recuperado de https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5143/tde-19092025-114822/
    • NLM

      Abrahão AR. Análise do microbioma nasossinusal em pacientes com rinite alérgica [Internet]. 2025 ;[citado 2026 jan. 29 ] Available from: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5143/tde-19092025-114822/
    • Vancouver

      Abrahão AR. Análise do microbioma nasossinusal em pacientes com rinite alérgica [Internet]. 2025 ;[citado 2026 jan. 29 ] Available from: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5143/tde-19092025-114822/

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