Correlação entre a gravidade da doença degenerativa lombar e o alinhamento espinopélvico (2022)
- Authors:
- USP affiliated authors: MARANHO, DANIEL AUGUSTO CARVALHO - FMRP ; HERRERO, CARLOS FERNANDO PEREIRA DA SILVA - FMRP
- Unidade: FMRP
- DOI: 10.1055/s-0041-1729579
- Subjects: DOR LOMBAR; RADIOGRAFIA; COLUNA VERTEBRAL; DOENÇAS DEGENERATIVAS
- Keywords: Espondilose; Spondylosis; Spine; Lumbar pain; Classification; Radiography
- Language: Português
- Abstract: Objetivo Avaliar o impacto da graduação da doença degenerativa lombar (DDL) sobre o alinhamento sagital espinopélvico. Métodos Ao todo, 130 pacientes (dade média: 57 anos; 75% do sexo feminino) com dor lombar associada a DDL foram prospectivamente incluídos. A gravidade da DDL foi definida pelos seguintes achados nas radiografias anteroposterior e de perfil da coluna lombar: osteofitose; perda de altura do disco intervertebral; esclerose na placa vertebral terminal; número de segmentos afetados; deformidades; e instabilidade objetiva. Os pacientes foram graduados segundo a DDL da seguinte maneira: grau 0–ausência de sinais de DDL na coluna lombar; grau I – sinais de DDL em até dois segmentos; grau II – envolvimento em três ou mais segmentos; grau III – quando associada a escoliose, espondilolistese ou laterolistese. Parâmetros radiográficos espinopélvicos, como incidência pélvica (IP), lordose lombar (LL), discrepância entre a IP e a LL (IP-LL), versão pélvica (VP), e eixo vertical sagital (EVS) foram analisados de acordo com os graus de DDL. Resultados Houve diferença nos parâmetros radiográficos comparando-se os graus de DDL, com os pacientes de grau III apresentando maiores valores de EVS (p ¼ 0,001) e VP (p ¼ 0,0005), o que denota maior inclinação anterior do tronco e maior retroversão pélvica do que os pacientes de graus 0 e I. Pacientes de grau III também apresentaram maiores valores de IP-LL, o que denota perda da lordose relativa ao valor da IP, do que pacientes grau I (p ¼ 0,04). Conclusão Pacientes com DDL mais grave demonstraram uma tendência a maior desalinhamento sagital espinopélvico comparados com pacientes com graus mais leves
- Imprenta:
- Publisher place: Rio de Janeiro
- Date published: 2022
- Source:
- Título: Revista Brasileira de Ortopedia
- ISSN: 0102-3616
- Volume/Número/Paginação/Ano: v. 57, n. 1, p. 41-46, 2022
- Status:
- Artigo publicado em periódico de acesso aberto (Gold Open Access)
- Versão do Documento:
- Versão publicada (Published version)
- Acessar versão aberta:
-
ABNT
PRATALI, Raphael de Rezende et al. Correlação entre a gravidade da doença degenerativa lombar e o alinhamento espinopélvico. Revista Brasileira de Ortopedia, v. 57, n. 1, p. 41-46, 2022Tradução . . Disponível em: https://doi.org/10.1055/s-0041-1729579. Acesso em: 08 abr. 2026. -
APA
Pratali, R. de R., Battisti, R., Oliveira, C. E. A. S. de, Maranho, D. A. C., & Herrero, C. F. P. da S. (2022). Correlação entre a gravidade da doença degenerativa lombar e o alinhamento espinopélvico. Revista Brasileira de Ortopedia, 57( 1), 41-46. doi:10.1055/s-0041-1729579 -
NLM
Pratali R de R, Battisti R, Oliveira CEAS de, Maranho DAC, Herrero CFP da S. Correlação entre a gravidade da doença degenerativa lombar e o alinhamento espinopélvico [Internet]. Revista Brasileira de Ortopedia. 2022 ; 57( 1): 41-46.[citado 2026 abr. 08 ] Available from: https://doi.org/10.1055/s-0041-1729579 -
Vancouver
Pratali R de R, Battisti R, Oliveira CEAS de, Maranho DAC, Herrero CFP da S. Correlação entre a gravidade da doença degenerativa lombar e o alinhamento espinopélvico [Internet]. Revista Brasileira de Ortopedia. 2022 ; 57( 1): 41-46.[citado 2026 abr. 08 ] Available from: https://doi.org/10.1055/s-0041-1729579 - Age‐ and sex‐specific morphologic changes in the metaphyseal fossa adjacent to epiphyseal tubercle in children and adolescents without hip disorders
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