O primeiro papel, que se fez no Rio de Janeiro a 16 de novembro de 1809: história, caracterização e conservação (2024)
- Authors:
- Autor USP: LEE, FRANCIS MELVIN - Interunidades em Museologia
- Unidade: Interunidades em Museologia
- DOI: 10.11606/D.103.2024.tde-28012025-115937
- Subjects: PAPEL; ACERVO MUSEOLÓGICO; INTERDISCIPLINARIDADE
- Keywords: Papel; Fibras vegetais nativas; Embira; Análise não-invasiva; Interdisciplinaridade; Paper; Brazilian plant fibers; Embira; Characterization; Non-invasive analysis; Interdisciplinarity
- Language: Português
- Abstract: Em itens da cultura material, sua própria materialidade ou seja, as características físicas e químicas traz informações essenciais. Abordagens multidisciplinares conjugam olhares, conhecimentos e técnicas que têm se mostrado as mais ricas para a compreensão do objeto em sua totalidade. Essa estratégia combina a biografia espacial e temporal do item com imersões em diferentes campos do conhecimento, possibilitando o resgate de contextos, percursos e relações no passado, assim como a preservação, a comunicação e o estabelecimento de novas relações no presente e no futuro. Disciplinas das Ciências Exatas, Biológicas e Humanas foram mobilizadas para estudar um conjunto de três documentos conservados pelo Museu Imperial (Petrópolis, RJ): O Primeiro papel, que se fez no Rio de Janeiro a 16 de Novembro de 1809, o mais antigo sobrevivente dos primeiros papéis produzidos no Brasil, e pioneiramente a partir de fibras de embira nativa (OPP); outro fólio da mesma época, mas de composição desconhecida (LATIM); e uma carta datada de 22 de novembro de 1809, escrita sobre papel de trapo europeu (CARTA). Diferentes técnicas analíticas foram aplicadas na caracterização dos três papéis: exame organoléptico, microscopias óptica e eletrônica de varredura (MEV) e espectroscopias não-invasivas de Infravermelho com Transformada de Fourier, modo Refletância Total Atenuada (FTIR-ATR) e Fluorescência de Raios X por Dispersão de Energia (EDXRF), mais a microscopia eletrônica de varredura eespectroscopia por dispersão de energia (SEM-EDS). Os resultados foram analisados sob as lentes da Museologia, História, Física, Química, Biologia e Estatística, evidenciando características que contribuirão para a preservação destes itens pioneiros da produção de papel no Brasil, e comprovando a importância da interdisciplinaridade e transdisciplinaridade no estudo de itens museais
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- Data da defesa: 13.08.2024
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- Cor do Acesso Aberto: gold
- Licença: cc-by-nc-sa
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ABNT
LEE, Francis Melvin. O primeiro papel, que se fez no Rio de Janeiro a 16 de novembro de 1809: história, caracterização e conservação. 2024. Dissertação (Mestrado) – Universidade de São Paulo, São Paulo, 2024. Disponível em: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/103/103131/tde-28012025-115937/. Acesso em: 10 jan. 2026. -
APA
Lee, F. M. (2024). O primeiro papel, que se fez no Rio de Janeiro a 16 de novembro de 1809: história, caracterização e conservação (Dissertação (Mestrado). Universidade de São Paulo, São Paulo. Recuperado de https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/103/103131/tde-28012025-115937/ -
NLM
Lee FM. O primeiro papel, que se fez no Rio de Janeiro a 16 de novembro de 1809: história, caracterização e conservação [Internet]. 2024 ;[citado 2026 jan. 10 ] Available from: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/103/103131/tde-28012025-115937/ -
Vancouver
Lee FM. O primeiro papel, que se fez no Rio de Janeiro a 16 de novembro de 1809: história, caracterização e conservação [Internet]. 2024 ;[citado 2026 jan. 10 ] Available from: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/103/103131/tde-28012025-115937/
Informações sobre o DOI: 10.11606/D.103.2024.tde-28012025-115937 (Fonte: oaDOI API)
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