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A estética invisível: a branquitude como norma na publicidade brasileira (2024)

  • Authors:
  • Autor USP: JARDIM, ANA CLARA AMORIM - ECA
  • Unidade: ECA
  • Sigla do Departamento: CCA
  • DOI: 10.11606/D.27.2024.tde-24032025-140520
  • Subjects: PROPAGANDA; CAMPANHAS PUBLICITÁRIAS; RACISMO; BRANCOS; NEGROS
  • Keywords: Advertising; Branquitude; Categorization; Diversidade; Diversity; Fragilidade branca; Publicidade; Racial representation; Representatividade racial; White fragility; Whiteness
  • Language: Português
  • Abstract: Este texto se trata da versão corrigida do trabalho originalmente apresentado para a banca. Pedimos aos leitores que a primeira versão seja desconsiderada, pois a mesma contém erros importantes de citação e bibliografia, além de atribuições de comentários que podem induzir o leitor ao erro. Esta nova versão foi cuidadosamente revisada para sanar tais questões. Pelos erros citados, pedimos desculpas. Tendo isso em vista, o presente trabalho pretende desenvolver uma categorização para mapear aspectos da branquitude em campanhas publicitárias brasileiras. Com foco em 106 campanhas distribuídas em duas ondas temporais, o estudo busca identificar padrões que reforçam a invisibilidade da branquitude como norma racial dominante. Utilizando uma análise de conteúdo estruturada em categorias específicas, o trabalho revela como a publicidade frequentemente apresenta diversidade racial de forma superficial, mantendo o protagonismo e os padrões estéticos brancos. A categorização proposta inclui dimensões como padrões estéticos, protagonismo racial e práticas de falsa inclusão, oferecendo uma ferramenta inédita para a análise da centralidade da branquitude na publicidade. Os resultados apontam uma alta correlação entre as ondas, sugerindo a persistência desses padrões, mesmo em anúncios que tentam atender a demandas sociais por inclusão. Nesse contexto, surge a "fragilidade branca", que descreve a resistência em questionar privilégios, limitando o avanço da representatividade. Conclui-se que há uma necessidade urgente de transformar as práticas publicitárias para que a inclusão vá além do simbolismo e que a diversidade seja autêntica e compromissada. A categorização criada neste estudo oferece, assim, uma ferramenta crítica para futuras análises, incentivando que o mercado publicitário enfrente as estruturas que perpetuam anormatividade branca
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 12.12.2024
  • Acesso à fonteDOI
    Informações sobre o DOI: 10.11606/D.27.2024.tde-24032025-140520 (Fonte: oaDOI API)
    • Este periódico é de acesso aberto
    • Este artigo é de acesso aberto
    • URL de acesso aberto
    • Cor do Acesso Aberto: gold
    • Licença: cc-by-nc-sa

    How to cite
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    • ABNT

      JARDIM, Ana Clara Amorim. A estética invisível: a branquitude como norma na publicidade brasileira. 2024. Dissertação (Mestrado) – Universidade de São Paulo, São Paulo, 2024. Disponível em: https://doi.org/10.11606/D.27.2024.tde-24032025-140520. Acesso em: 10 jan. 2026.
    • APA

      Jardim, A. C. A. (2024). A estética invisível: a branquitude como norma na publicidade brasileira (Dissertação (Mestrado). Universidade de São Paulo, São Paulo. Recuperado de https://doi.org/10.11606/D.27.2024.tde-24032025-140520
    • NLM

      Jardim ACA. A estética invisível: a branquitude como norma na publicidade brasileira [Internet]. 2024 ;[citado 2026 jan. 10 ] Available from: https://doi.org/10.11606/D.27.2024.tde-24032025-140520
    • Vancouver

      Jardim ACA. A estética invisível: a branquitude como norma na publicidade brasileira [Internet]. 2024 ;[citado 2026 jan. 10 ] Available from: https://doi.org/10.11606/D.27.2024.tde-24032025-140520


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