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Self-care and resilience in people with Diabetes Mellitus in the COVID-19 pandemic (2023)

  • Authors:
  • USP affiliated authors: COMIN, FABIO SCORSOLINI - EERP ; ZANETTI, MARIA LUCIA - EERP ; FRANCO, LAERCIO JOEL - FMRP ; TEIXEIRA, CARLA REGINA DE SOUZA - EERP
  • Unidades: EERP; FMRP
  • DOI: 10.1590/1982-4327e3335
  • Subjects: DIABETES MELLITUS; COVID-19; RESILIÊNCIA (PSICOLOGIA); AUTOCUIDADO
  • Keywords: Diabetes mellitus; COVID-19; Resilience psychological; Self care; Resiliência psicológica; Autocuidado
  • Agências de fomento:
  • Language: Português
  • Abstract: O isolamento e o distanciamento social impuseram ajustes no estilo de vida de pessoas com diabetes mellitus (DM), que têm maiores chances de desenvolverem formas mais graves de COVID-19. Este estudo teve por objetivo analisar a relação entre autocuidado e resiliência em pessoas com Diabetes Mellitus (DM) durante a pandemia da COVID-19. Realizou-se um websurvey observacional-transversal com 1.475 brasileiros adultos com DM. Utilizou-se um instrumento de variáveis sociodemográficas e clínicas e as escalas QAD e CD-RISC 10 entre março-outubro de 2020. Observou-se aumento na média de resiliência com o aumento da idade e que ela foi maior entre os comportamentos de autocuidado realizados de forma adequada. As maiores médias de resiliência foram para homens, com DM2, medicação via oral, sem mudança no controle do DM durante a pandemia, que tiveram contato com profissional de saúde por telemedicina e que ficaram isolados. Sugere-se o desenvolvimento da resiliência como fator de proteção na prática clínica em DMEl aislamiento y distanciamiento social han definido el estilo de vida de las personas con diabetes mellitus (DM), quienes tienen más probabilidades de desarrollar una forma más grave de COVID-19. Este estudio tuvo como objetivo analizar la relación entre el autocuidado y la resiliencia en personas con Diabetes Mellitus (DM) durante la pandemia de COVID-19. Encuesta web observacional-transversal con 1475 adultos brasileños con DM. Se utilizó un instrumento de variables sociodemográficas-clínicas y las escalas QAD, CD-RISC 10 entre marzo-octubre 2020. Hubo un aumento de la resiliencia media con el aumento de la edad y que fue mayor entre las conductas de autocuidado adecuada. Los promedios de resiliencia más altos fueron, con DM2, medicación oral, sin control de DM durante una pandemia, tuvieron contacto con un profesional de salud a través de telemedicina y fueron aislados. El desarrollo de la resiliencia se sugiere como factor protector en la práctica clínica en DM