Utopias em rearranjo: Grupo de Brasília - arte, experimentações, efabulações, memórias e outros pulsares (2021)
- Authors:
- Autor USP: VIANNA, MARINA FREIRE DA CUNHA - Interunidades em Estética e História da Arte
- Unidade: Interunidades em Estética e História da Arte
- DOI: 10.11606/T.93.2021.tde-18022022-220937
- Subjects: ARTE; BRASÍLIA (DF); RIO DE JANEIRO (RJ)
- Keywords: Brasilia in the 1960s; Brasília anos 1960; Imaginários em disputa; Imaginary in dispute; Rearrangement utopias; Rio de Janeiro in the 1970s; Rio de Janeiro anos 1970; Utopias em rearranjo
- Language: Português
- Abstract: Este trabalho propõe-se a repensar os anos iniciais de Brasília, para além do espectro da utopia de sua dimensão projetiva, urbanística e arquitetônica e do voluntarismo estatal. Para tanto, elencamos especialmente a perspectiva da experiência urbana, das práticas artísticas e dos projetos inventivos de educação, latentes em um breve período de tempo, através da experiência de um grupo específico de artistas. Em um primeiro momento, os rastros de memórias, conceitos e obras do Grupo de Brasília, como foram reconhecidos no Rio de Janeiro os artistas Luiz Alphonsus (1948), Alfredo Fontes (1944-1991), Cildo Meireles (1948) e Guilherme Vaz (1948-2018), nos permitiram mapear certos instantâneos de experiências efervescentes, articulando dois momentos e espaços de nossa história recente, a Brasília dos anos 1960 e o Rio Janeiro dos anos 1970.Ao longo desse percurso, encontramos imagens poéticas de outros universos simbólicos, tais como o sertão, o subúrbio e a floresta, convidando-nos a um rearranjo de peças. Entendemos que os quatro artistas, por diferentes modos e intensidades, nos dão indícios de outros testemunhos, de diferentes olhares para o urbano, para a arte e para o Brasil, e ainda, de diferentes formas de utopia, especialmente a partir de poéticas de partilhas e alteridades. Narrar nossas experiências utópicas, a partir de uma perspectiva contemporânea, nos fez colocá-las em rearranjo, nos valendo de versões obliteradas, coexistências, narrativas múltiplas, ancestralidades, relações transversais e situações descentralizadas. Todas elas, instâncias enunciadoras de que tais experiências estão em pulsação frequente, reconfigurando imaginários e, a todo momento, prestes a irromper-se
- Imprenta:
- Data da defesa: 25.02.2021
- Este periódico é de acesso aberto
- Este artigo NÃO é de acesso aberto
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ABNT
VIANNA, Marina Freire da Cunha. Utopias em rearranjo: Grupo de Brasília - arte, experimentações, efabulações, memórias e outros pulsares. 2021. Tese (Doutorado) – Universidade de São Paulo, São Paulo, 2021. Disponível em: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/93/93131/tde-18022022-220937/. Acesso em: 23 jan. 2026. -
APA
Vianna, M. F. da C. (2021). Utopias em rearranjo: Grupo de Brasília - arte, experimentações, efabulações, memórias e outros pulsares (Tese (Doutorado). Universidade de São Paulo, São Paulo. Recuperado de https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/93/93131/tde-18022022-220937/ -
NLM
Vianna MF da C. Utopias em rearranjo: Grupo de Brasília - arte, experimentações, efabulações, memórias e outros pulsares [Internet]. 2021 ;[citado 2026 jan. 23 ] Available from: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/93/93131/tde-18022022-220937/ -
Vancouver
Vianna MF da C. Utopias em rearranjo: Grupo de Brasília - arte, experimentações, efabulações, memórias e outros pulsares [Internet]. 2021 ;[citado 2026 jan. 23 ] Available from: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/93/93131/tde-18022022-220937/
Informações sobre o DOI: 10.11606/T.93.2021.tde-18022022-220937 (Fonte: oaDOI API)
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