As adaptações na capacidade aeróbia não são transferidas para a capacidade de sprints repetitivos (2020)
- Authors:
- USP affiliated authors: PAPOTI, MARCELO - EEFERP ; KALVA FILHO, CARLOS AUGUSTO - EEFERP
- Unidade: EEFERP
- DOI: 10.11606/1807-5509202000030365
- Subjects: TREINAMENTO FÍSICO; CAPACIDADE AERÓBICA; CORRIDAS; TESTES EM EDUCAÇÃO FÍSICA E ESPORTES
- Keywords: Aerobic Training; OBLA; Runners; Mean Velocity; Treinamento; Corredores; Velocidade Média
- Language: Português
- Abstract: No presente estudo, objetivou-se testar se a melhora da capacidade aeróbia, observada após oito semanas de treinamento, é transferida para a capacidade de sprints repetitivos (CSR). Dez corredores (18 ± 1 ano; estatura de 170,1 ± 8,0 cm; massa corporal de 66,4 ± 6,6 kg) participaram do estudo. A capacidade aeróbia foi considerada como a intensidade correspondente à concentração de 4 mM de lactato (OBLA), determinada durante teste incremental, realizado em pista de atletismo. A capacidade de sprints repetitivos foi avaliada por meio de seis sprints de 35 m, separados por dez segundos de intervalo passivo. Todos os testes foram aplicados antes e após oito semanas de treinamento polarizado. Os efeitos do treinamento foram evidenciados por meio do teste t de Student para amostras dependentes, e as possíveis relações entre as alterações percentuais do OBLA e a CSR foram verificadas pelo teste de correlação de Pearson. Para todas as análises o nível de significância foi de p < 0,05. Após o treinamento, todos os participantes apresentaram aumento significativo da intensidade de OBLA (antes 15,4 ± 0,9 km·h-1; após 17,2 ± 1,6 km·h-1; p = 0,01). Na avaliação da CSR, constatou-se que a velocidade máxima, a velocidade média e o índice de fadiga não foram modificados com o treinamento (p > 0,61). Nenhuma correlação foi observada entre as alterações percentuais da intensidade de OBLA e as alterações das variáveis relacionadas à capacidade de sprints repetitivos (r < – 0,26; p > 0,47). Assim, esses resultados demonstram que a melhora da capacidade aeróbia não é transferida para a CSR, avaliada por meio de seis esforços, separados por dez segundos de intervalo passivo
- Imprenta:
- Source:
- Título: Revista Brasileira de Educação Física e Esporte
- ISSN: 1981-4690
- Volume/Número/Paginação/Ano: v. 34, n. 3, p. 365-372, 2020
- Status:
- Artigo publicado em periódico de acesso aberto (Gold Open Access)
- Versão do Documento:
- Versão publicada (Published version)
- Acessar versão aberta:
-
ABNT
KALVA-FILHO, Carlos Augusto et al. As adaptações na capacidade aeróbia não são transferidas para a capacidade de sprints repetitivos. Revista Brasileira de Educação Física e Esporte, v. 34, n. 3, p. 365-372, 2020Tradução . . Disponível em: https://doi.org/10.11606/1807-5509202000030365. Acesso em: 01 abr. 2026. -
APA
Kalva-Filho, C. A., Loures, J. P., Redkva, P. E., Zagatto, A. M., & Papoti, M. (2020). As adaptações na capacidade aeróbia não são transferidas para a capacidade de sprints repetitivos. Revista Brasileira de Educação Física e Esporte, 34( 3), 365-372. doi:10.11606/1807-5509202000030365 -
NLM
Kalva-Filho CA, Loures JP, Redkva PE, Zagatto AM, Papoti M. As adaptações na capacidade aeróbia não são transferidas para a capacidade de sprints repetitivos [Internet]. Revista Brasileira de Educação Física e Esporte. 2020 ; 34( 3): 365-372.[citado 2026 abr. 01 ] Available from: https://doi.org/10.11606/1807-5509202000030365 -
Vancouver
Kalva-Filho CA, Loures JP, Redkva PE, Zagatto AM, Papoti M. As adaptações na capacidade aeróbia não são transferidas para a capacidade de sprints repetitivos [Internet]. Revista Brasileira de Educação Física e Esporte. 2020 ; 34( 3): 365-372.[citado 2026 abr. 01 ] Available from: https://doi.org/10.11606/1807-5509202000030365 - Time course of biochemical variables and comparisons between internal and external load responses in tethered swimming [Carta]
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