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Tratamento intervencionista das anomalias vasculares na cabeça e pescoço (2023)

  • Authors:
  • Autor USP: SILVA, CAIO CÉSAR MOLINA - FMRP
  • Unidade: FMRP
  • DOI: 10.11606/D.17.2023.tde-11042023-092912
  • Subjects: EMBOLIA; ESCLEROTERAPIA; RADIOLOGIA; DOENÇAS VASCULARES
  • Keywords: Anomalias vasculares; Embolização; Embolization; Escleroterapia; Interventional radiology; Radiologia intervencionista; Sclerotherapy; Vascular anomalies
  • Agências de fomento:
  • Language: Português
  • Abstract: Malformações e tumores vasculares na cabeça e pescoço são doenças distintas, que apresentam história clínica, evolução e tratamentos diversos. Porém, por ter poucas semelhanças na apresentação clínica, há uma confusão em seu diagnóstico, levando a tratamentos inapropriados. Dos tumores vasculares, hemangioma infantil é o mais frequente. Possui história clínica e evolução caracterizada por pequena lesão ao nascimento, seguida por uma fase proliferativa, e após, de involução, com resolução espontânea da maioria dos casos na infância. Como a evolução é benigna, o tratamento muitas vezes limita-se a observação. Em alguns casos, devido a localização e complicações, pode-se instituir o tratamento, sendo propranolol a primeira linha. As malformações vasculares superficiais correspondem ao desarranjo de células vasculares com endotélio maduro, divididas a partir do subtipo histológico que as compõem e, diferentemente dos hemangiomas infantis, não involuem espontaneamente. As malformações capilares acometem a pele e mucosas, geralmente são isoladas, porém, a depender de seu tamanho e localização podem levar a morbidade e desfigurações, e estar associadas a síndromes clínicas. Malformações venosas são caracterizadas por desarranjo da rede venosa, associado a dor e queixas estéticas. O tratamento é voltado para controle de sintomas e queixas do paciente, sendo a escleroterapia a primeira linha de tratamento. As malformações linfáticas são diagnosticadas em geral em menores de 1 ano, e são conhecidas como higroma cístico no diagnóstico antenatal. O manejo é semelhante as malformações venosas com foco na qualidade de vida do paciente. As abordagens possíveis são manejo conservador, escleroterapia e cirurgia. As malformações arteriovenosas correspondem a malformações de alto fluxo, e possuem um comportamento agressivo, sendorecomendado o tratamento na infância. A embolização transarterial possui papel central em seu manejo. Tumores e malformações vasculares na cabeça e pescoço possuem importância na prática clínica. O correto diagnóstico é fundamental para o manejo e tratamento adequados
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 12.01.2023
  • Acesso à fonteAcesso à fonteDOI
    Informações sobre o DOI: 10.11606/D.17.2023.tde-11042023-092912 (Fonte: oaDOI API)
    • Este periódico é de acesso aberto
    • Este artigo NÃO é de acesso aberto

    How to cite
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    • ABNT

      SILVA, Caio César Molina. Tratamento intervencionista das anomalias vasculares na cabeça e pescoço. 2023. Mestrado Profissionalizante – Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto, 2023. Disponível em: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17158/tde-11042023-092912/. Acesso em: 10 fev. 2026.
    • APA

      Silva, C. C. M. (2023). Tratamento intervencionista das anomalias vasculares na cabeça e pescoço (Mestrado Profissionalizante). Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto. Recuperado de https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17158/tde-11042023-092912/
    • NLM

      Silva CCM. Tratamento intervencionista das anomalias vasculares na cabeça e pescoço [Internet]. 2023 ;[citado 2026 fev. 10 ] Available from: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17158/tde-11042023-092912/
    • Vancouver

      Silva CCM. Tratamento intervencionista das anomalias vasculares na cabeça e pescoço [Internet]. 2023 ;[citado 2026 fev. 10 ] Available from: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17158/tde-11042023-092912/


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