Quem fala de mim sou eu: Como o jornalismo comunitário se tornou uma possibilidade para cidadãos antes invisibilizados assumirem o protagonismo nas narrativas jornalísticas (2022)
- Authors:
- Autor USP: GALLI, GIULIANO TONASSO - ECA
- Unidade: ECA
- Sigla do Departamento: CCA
- DOI: 10.11606/D.27.2022.tde-17012023-153724
- Subjects: JORNALISMO COMUNITÁRIO; REPRESENTAÇÕES SOCIAIS
- Keywords: Communitary journalism; Comunicação popular; Popular communication; Representation
- Language: Português
- Abstract: Os meios de comunicação tradicionais, na forma como se configuram atualmente, não são capazes de alcançar e de representar uma parte da população, que não se encaixa naquilo que os próprios veículos e seus anunciantes estabelecem como público-alvo e consumidor em potencial. Assim, um número considerável de cidadãos acaba obliterado do vasto conjunto das práticas comunicacionais, em especial jornalísticas. Neste sentido, este trabalho ressalta o jornalismo comunitário como um instrumento de representação social, de expressão e de discussão de valores e de identidade de um grupo específico, ocupando uma lacuna deixada pela imprensa de grande porte. A partir das contribuições de pesquisadores que se dedicaram ao tema, são propostos conceitos e interpretações próprias sobre iniciativas que buscam fortalecer esta modalidade de comunicação participativa. A partir da análise dos casos do Voz das Comunidades (um jornal que se autodenomina comunitário e é produzido por jovens que moram em favelas do Rio de Janeiro) e da Pensante (uma revista que também se autodenomina comunitária e é produzida por jovens que moram no extremo leste da cidade de São Paulo, predominantemente no bairro de Guaianases), esta dissertação destaca o direito à informação e a liberdade de expressão como fundamentos imprescindíveis da vida democrática
- Imprenta:
- Data da defesa: 19.10.2022
- Este periódico é de acesso aberto
- Este artigo NÃO é de acesso aberto
-
ABNT
GALLI, Giuliano Tonasso. Quem fala de mim sou eu: Como o jornalismo comunitário se tornou uma possibilidade para cidadãos antes invisibilizados assumirem o protagonismo nas narrativas jornalísticas. 2022. Dissertação (Mestrado) – Universidade de São Paulo, São Paulo, 2022. Disponível em: https://doi.org/10.11606/D.27.2022.tde-17012023-153724. Acesso em: 23 jan. 2026. -
APA
Galli, G. T. (2022). Quem fala de mim sou eu: Como o jornalismo comunitário se tornou uma possibilidade para cidadãos antes invisibilizados assumirem o protagonismo nas narrativas jornalísticas (Dissertação (Mestrado). Universidade de São Paulo, São Paulo. Recuperado de https://doi.org/10.11606/D.27.2022.tde-17012023-153724 -
NLM
Galli GT. Quem fala de mim sou eu: Como o jornalismo comunitário se tornou uma possibilidade para cidadãos antes invisibilizados assumirem o protagonismo nas narrativas jornalísticas [Internet]. 2022 ;[citado 2026 jan. 23 ] Available from: https://doi.org/10.11606/D.27.2022.tde-17012023-153724 -
Vancouver
Galli GT. Quem fala de mim sou eu: Como o jornalismo comunitário se tornou uma possibilidade para cidadãos antes invisibilizados assumirem o protagonismo nas narrativas jornalísticas [Internet]. 2022 ;[citado 2026 jan. 23 ] Available from: https://doi.org/10.11606/D.27.2022.tde-17012023-153724
Informações sobre o DOI: 10.11606/D.27.2022.tde-17012023-153724 (Fonte: oaDOI API)
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