Respostas Fisiológicas à Caminhada Máxima e Submáxima em Pacientes com Doença Arterial Periférica Sintomática (2021)
- Authors:
- USP affiliated authors: SILVA JÚNIOR, NATAN DANIEL DA - EEFE ; BRUM, PATRICIA CHAKUR - EEFE ; OLIVEIRA, EDILAMAR MENEZES DE - EEFE ; WOLOSKER, NELSON - FM ; FORJAZ, CLÁUDIA LÚCIA DE MORAES - EEFE
- Unidades: EEFE; FM
- DOI: 10.36660/abc.20200156
- Subjects: MONITORIZAÇÃO AMBULATORIAL DA PRESSÃO ARTERIAL; BIOMARCADORES; ESTRESSE OXIDATIVO; DOENÇAS VASCULARES
- Language: Português
- Abstract: Fundamento: Embora a caminhada máxima e submáxima sejam recomendadas para pacientes com doença arterial periférica (DAP), a realização desses exercícios pode induzir diferentes respostas fisiológicas. Objetivos: Comparar os efeitos agudos de caminhada máxima e submáxima na função cardiovascular, a regulação e os processos fisiopatológicos associados pós-exercício em pacientes com DAP sintomática. Métodos: Trinta pacientes do sexo masculino foram submetidos a 2 sessões: caminhada máxima (protocolo de Gardner) e caminhada submáxima (15 períodos de 2 minutos de caminhada separados por 2 minutos de repouso ereto). Em cada sessão, foram medidos a pressão arterial (PA), a frequência cardíaca (FC), a modulação autonômica cardíaca (variabilidade da FC), os fluxos sanguíneos (FS) do antebraço e da panturrilha, a capacidade vasodilatadora (hiperemia reativa), o óxido nítrico (ON), o estresse oxidativo (a peroxidação lipídica) e a inflamação (quatro marcadores), pré e pós-caminhada. ANOVAs foram empregadas e p < 0,05 foi considerado significativo. Resultados: A PA sistólica e a PA média diminuíram após a sessão submáxima, mas aumentaram após a sessão máxima (interações, p < 0,001 para ambas). A PA diastólica não foi alterada após a sessão submáxima (p > 0,05), mas aumentou após a caminhada máxima (interação, p < 0,001). A FC, o equilíbrio simpatovagal e os FS aumentaram de forma semelhante após as duas sessões (momento, p < 0,001, p = 0,04 e p < 0,001, respectivamente), enquanto a capacidade vasodilatadora, o ON e o estresse oxidativo permaneceram inalterados (p > 0,05). As moléculas de adesão vascular e intercelular aumentaram de forma semelhante após as sessões de caminhada máxima e submáxima (momento, p = 0,001)Conclusões: Nos pacientes com a DAP sintomática, a caminhada submáxima, mas não a máxima, reduziu a PA pósexercício, enquanto a caminhada máxima manteve a sobrecarga cardíaca elevada durante o período de recuperação. Por outro lado, as sessões de caminhada máxima e submáxima aumentaram a FC, o equilíbrio simpatovagal cardíaco e a inflamação pós-exercício de forma semelhante, enquanto não alteraram a biodisponibilidade de ON e o estresse oxidativo pós-exercício
- Imprenta:
- Source:
- Título: Arquivos brasileiros de cardiologia
- ISSN: 0066-782X
- Volume/Número/Paginação/Ano: v. 117, n. 2, p. 309-316, 2021
- Status:
- Artigo publicado em periódico de acesso aberto (Gold Open Access)
- Versão do Documento:
- Versão publicada (Published version)
- Acessar versão aberta:
-
ABNT
CHEHUEN, Marcel et al. Respostas Fisiológicas à Caminhada Máxima e Submáxima em Pacientes com Doença Arterial Periférica Sintomática. Arquivos brasileiros de cardiologia, v. 117, n. 2, p. 309-316, 2021Tradução . . Disponível em: https://doi.org/10.36660/abc.20200156. Acesso em: 02 abr. 2026. -
APA
Chehuen, M., Andrade-Lima, A., Silva Júnior, N. D. da, Miyasato Roberto Sanches,, Souza, R. W. A. de, Leicht, A., et al. (2021). Respostas Fisiológicas à Caminhada Máxima e Submáxima em Pacientes com Doença Arterial Periférica Sintomática. Arquivos brasileiros de cardiologia, 117( 2), 309-316. doi:10.36660/abc.20200156 -
NLM
Chehuen M, Andrade-Lima A, Silva Júnior ND da, Miyasato Roberto Sanches, Souza RWA de, Leicht A, Brum PC, Oliveira EM de, Wolosker N, Forjaz CL de M. Respostas Fisiológicas à Caminhada Máxima e Submáxima em Pacientes com Doença Arterial Periférica Sintomática [Internet]. Arquivos brasileiros de cardiologia. 2021 ; 117( 2): 309-316.[citado 2026 abr. 02 ] Available from: https://doi.org/10.36660/abc.20200156 -
Vancouver
Chehuen M, Andrade-Lima A, Silva Júnior ND da, Miyasato Roberto Sanches, Souza RWA de, Leicht A, Brum PC, Oliveira EM de, Wolosker N, Forjaz CL de M. Respostas Fisiológicas à Caminhada Máxima e Submáxima em Pacientes com Doença Arterial Periférica Sintomática [Internet]. Arquivos brasileiros de cardiologia. 2021 ; 117( 2): 309-316.[citado 2026 abr. 02 ] Available from: https://doi.org/10.36660/abc.20200156 - Walking training decreases cardiovascular load after walking to maximal intermittent claudication in patients with peripheral artery disease
- Local and systemic inflammation and oxidative stress after a single bout of maximal walking in patients with symptomatic Peripheral Artery Disease
- Walking Training Improves Systemic and Local Pathophysiological Processes in Intermittent Claudication
- Physiological responses during walking in men and women with intermittent claudication
- Effects of oral N-acetylcysteine on walking capacity, leg reactive hyperemia, and inflammatory and angiogenic mediators in patients with intermittent claudication
- Post-resistance exercise hymodynamics is similar in medicated and non-medicated hypertensive men: a double-blind, placebo-controlled cross-over study
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