Influence of the growth pattern on cortical bone thickness and mini-implant stability (2020)
- Authors:
- USP affiliated authors: CARREIRA, DANIELA GAMBA GARIB - FOB ; JANSON, GUILHERME DOS REIS PEREIRA - FOB ; MENEZES, CAROLINA CARMO DE - FOB ; TONELLO, DIEGO LUIZ - FOB ; CASTILLO, ARÓN ALIAGA DEL - FOB ; PEREIRA, SÍLVIO AUGUSTO BELLINI - FOB
- Unidade: FOB
- DOI: 10.1590/2177-6709.25.6.033-042.oar
- Subjects: MINI-IMPLANTES; MINI-IMPLANTES; DESENVOLVIMENTO ÓSSEO; ANCORAGEM
- Agências de fomento:
- Language: Inglês
- Abstract: Introdução: Relatos controversos sugerem uma relação entre o padrão de crescimento e a espessura do osso alveolar cortical e seu efeito no uso de mini-implantes. Objetivo: Avaliar a influência do padrão de crescimento na espessura do osso cortical alveolar e na estabilidade e taxa de sucesso dos mini-implantes.Métodos: Cinquenta e seis mini-implantes foram inseridos na região vestibular da maxila de trinta pacientes. Esses pacientes foram alocados em dois grupos, com base em seu padrão de crescimento (grupo horizontal [GH] e grupo vertical [GV]). As espessuras corticais foram medidas por meio de tomografias computadorizadas de feixe cônico. A estabilidade dos mini-implantes, tecido mole no local de inserção, sensibilidade durante a carga e o acúmulo de placa ao redor dos mini-implantes foram avaliados uma vez por mês. As comparações intergrupos foram realizadas por testes t de Student, testes de Mann-Whitney e testes exatos de Fisher. As correlações foram avaliadas com o coeficiente de correlação de Pearson.Resultados: A espessura do osso cortical foi significativamente maior no GH na região vestibular anterior da maxila e nas regiões vestibulares posterior e anterior da mandíbula. Houve uma correlação negativa significativa entre o ângulo do plano mandibular (FMA) e a espessura da cortical vestibular da maxila, e com a espessura das corticais vestibular e lingual da mandíbula. Nenhuma diferença significativa entre os grupos foi encontrada com relação à mobilidade do mini-implante e taxa de sucesso. Nenhum fator associado influenciou a estabilidade dos mini-implantes.Conclusões: O padrão de crescimento afeta a espessura da cortical óssea alveolar em áreas específicas da maxila e mandíbula, com pacientes horizontais apresentando maior espessura da cortical óssea.No entanto, esse fato pode não ter influência na estabilidade e na taxa de sucesso dos mini-implantes na região vestibular posterior da maxila.
- Imprenta:
- Source:
- Título: Dental Press Journal of Orthodontics
- ISSN: 2177-6709
- Volume/Número/Paginação/Ano: v. 25, n. 6, p. 33-42, 2020
- Este periódico é de acesso aberto
- Este artigo é de acesso aberto
- URL de acesso aberto
- Cor do Acesso Aberto: gold
- Licença: cc-by
-
ABNT
MENEZES, Carolina Carmo de et al. Influence of the growth pattern on cortical bone thickness and mini-implant stability. Dental Press Journal of Orthodontics, v. 25, n. 6, p. 33-42, 2020Tradução . . Disponível em: https://doi.org/10.1590/2177-6709.25.6.033-042.oar. Acesso em: 10 jan. 2026. -
APA
Menezes, C. C. de, Barros, S. E., Tonello, D. L., Aliaga-Del Castillo, A., Garib, D., Bellini-Pereira, S. A., & Janson, G. (2020). Influence of the growth pattern on cortical bone thickness and mini-implant stability. Dental Press Journal of Orthodontics, 25( 6), 33-42. doi:10.1590/2177-6709.25.6.033-042.oar -
NLM
Menezes CC de, Barros SE, Tonello DL, Aliaga-Del Castillo A, Garib D, Bellini-Pereira SA, Janson G. Influence of the growth pattern on cortical bone thickness and mini-implant stability [Internet]. Dental Press Journal of Orthodontics. 2020 ; 25( 6): 33-42.[citado 2026 jan. 10 ] Available from: https://doi.org/10.1590/2177-6709.25.6.033-042.oar -
Vancouver
Menezes CC de, Barros SE, Tonello DL, Aliaga-Del Castillo A, Garib D, Bellini-Pereira SA, Janson G. Influence of the growth pattern on cortical bone thickness and mini-implant stability [Internet]. Dental Press Journal of Orthodontics. 2020 ; 25( 6): 33-42.[citado 2026 jan. 10 ] Available from: https://doi.org/10.1590/2177-6709.25.6.033-042.oar - Mordida profunda: correção da curva de spee com curva reversa e acentuada em paciente adulto
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Informações sobre o DOI: 10.1590/2177-6709.25.6.033-042.oar (Fonte: oaDOI API)
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