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Utilização do seio frontal para avaliar dimorfismo sexual em amostra brasileira (2021)

  • Authors:
  • Autor USP: ALVES, CAROLINE PAULA - FO
  • Unidade: FO
  • Sigla do Departamento: ODS
  • Subjects: ANTROPOLOGIA FORENSE; ODONTOLOGIA FORENSE
  • Keywords: Antropologia forense; Forensic anthopology; Forensic odontology; Frontal sinus; Odontologia forense; Seio frontal
  • Language: Português
  • Abstract: Os seios frontais são comumente usados na estimativa sexual por serem únicos para cada indivíduo, devido à variação considerável em tamanho, forma e número. Estudos anteriores apresentaram média acurácia mensurando área, altura e profundidade do seio frontal, porém, autores têm associado tais medidas com o índice do seio frontal, obtendo melhores resultados. Sendo assim, o objetivo do presente estudo foi avaliar dimorfismo sexual do seio frontal em adultos brasileiros. A amostra foi composta por 255 telerradiografias laterais, de indivíduos entre 20 e 40 anos, sendo 132 do sexo feminino e 123 do sexo masculino. Pautado na metodologia de Luo et al., 2018, foram mensuradas a área (S), a altura e a profundidade máximas do seio frontal (AB e EF, respectivamente) por meio de programa de desenho assistido por computador; e a razão entre AB e EF foi tida como índice do seio frontal (R). Aplicou-se, então, a função discriminante desenvolvida pelos autores para avaliar o dimorfismo sexual na população brasileira. Foram realizados os testes de Shapiro-Wilk para avaliar a normalidade das variáveis e os testes t de Student e Mann-Whitney para verificar se houve diferença entre os sexos. A confiabilidade do método foi calculada através do coeficiente de correlação intraclasse (ICC) e o coeficiente de variação (CV), além do diagrama de Bland-Altman. Uma nova fórmula discriminante foi calculada com os dados do estudo e técnicas de machine learning foram utilizadas para melhorar a prediçãodo sexo. O ICC foi acima de 0,90 para todas as variáveis e o CV abaixo de 5%. Na análise de Bland-Altman as medidas estavam dentro dos valores de confiança. Adesão à curva de normalidade para o sexo masculino foi observado apenas na variável EF. As variáveis apresentaram diferenças significantes em relação ao sexo e, com exceção de R, onde a média masculina foi 2,00 e a feminina, 2,40, todas as médias foram maiores para os homens. A fórmula original do estudo teve baixa acurácia, com nível de acerto de apenas 8,33% para o sexo feminino. No entanto, a fórmula calculada para brasileiros apresentou uma acurácia de 70,20%; das técnicas de machine learning, apenas a rede neural apresentou valor superior ao já obtido, de 73,30%. Concluindo, a nova fórmula apresentou uma acurácia de 70,20%, podendo ser aplicada como método auxiliar na avaliação do dimorfismo sexual do seio frontal em adultos brasileiros
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 16.06.2021
  • Acesso à fonte
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    • ABNT

      ALVES, Caroline Paula. Utilização do seio frontal para avaliar dimorfismo sexual em amostra brasileira. 2021. Dissertação (Mestrado) – Universidade de São Paulo, São Paulo, 2021. Disponível em: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/23/23158/tde-26102021-114604/. Acesso em: 25 jan. 2026.
    • APA

      Alves, C. P. (2021). Utilização do seio frontal para avaliar dimorfismo sexual em amostra brasileira (Dissertação (Mestrado). Universidade de São Paulo, São Paulo. Recuperado de https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/23/23158/tde-26102021-114604/
    • NLM

      Alves CP. Utilização do seio frontal para avaliar dimorfismo sexual em amostra brasileira [Internet]. 2021 ;[citado 2026 jan. 25 ] Available from: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/23/23158/tde-26102021-114604/
    • Vancouver

      Alves CP. Utilização do seio frontal para avaliar dimorfismo sexual em amostra brasileira [Internet]. 2021 ;[citado 2026 jan. 25 ] Available from: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/23/23158/tde-26102021-114604/


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