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Avaliação das condições redox das águas intermediárias do Oceano Atlântico Sudoeste nos últimos 40 mil anos (2018)

  • Authors:
  • Autor USP: DIAS, GILBERTO PEREIRA - IO
  • Unidade: IO
  • Sigla do Departamento: IOF
  • Subjects: OCEANOGRAFIA QUÍMICA; PLEISTOCENO; PALEOCEANOGRAFIA; GEOQUÍMICA; OCEANO ATLÂNTICO
  • Language: Português
  • Abstract: O conhecimento da paleoceanografia do Oceano Atlântico Sul tem aumentado nas últimas décadas, porém ainda são raros os trabalhos sobre o Atlântico Sudoeste que utilizam dados de proxies de condições redox de massas d'água, relacionados às mudanças climáticas entre os períodos Pleistoceno superior e Holoceno. Diante disso, esta Dissertação de Mestrado avaliou as condições redox das águas intermediárias do Atlântico Sudoeste nos últimos 40 mil anos. Este trabalho fez estudos de proxies geoquímicos - de condições redox (V/Sc, V/Cr, V/Al, Mn/Al e Ni/Co), de aporte de sedimentos terTMTMrígenos (Fe/Ca e Ti/Ca), de produtividade (COT, CaCO3) e origem da matéria orgânica (δ13C e C/N) - em um registro sedimentar marinho coletado na região do talude continental da margem sudeste brasileira, e os relacionou com as mudanças da Célula de Revolvimento Meridional do Atlântico (sigla em inglês AMOC - Atlantic Medirional Overturning Circulation) e com os principais eventos climáticos em escala orbital, como o Último Máximo Glacial, e de escala milenar, como os eventos tipo Heinrich Stadials, Younger Dryas e 8.2. Os resultados demonstram que, nos últimos 40 mil anos, as águas intermediárias que banham a costa sudeste brasileira apresentam níveis óxicos, o que classifica o ambiente como oxidante, porém foi possível observar variações na quantidade de oxigênio dissolvido nessas águas durante determinados eventos climáticos, bem como variações no aporte de sedimentos terrígenos e na produtividade. Em escala orbital a insolação de verão do Hemisfério Sul e a variação do nível do mar, governadas pelo ciclo de precessão, apresentam-se como os principais mecanismos que influenciam essas variações. Em escala milenar a variabilidade da AMOC apresenta-se como o principal mecanismo responsável por essas variações. Dentre os eventos climáticos de escala milenar, o evento(Continua)(Continuação)8.2 demonstrou complexa variabilidade nas condições redox das águas intermediárias do Atlântico Sudoeste, uma vez que, durante sua ocorrência, observamos aumento das concentrações de oxigênio dessas águas e baixos valores de produtividade.
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 25.05.2018
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    • ABNT

      DIAS, Gilberto Pereira. Avaliação das condições redox das águas intermediárias do Oceano Atlântico Sudoeste nos últimos 40 mil anos. 2018. Dissertação (Mestrado) – Universidade de São Paulo, São Paulo, 2018. Disponível em: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/21/21137/tde-29012019-163323/fr.php. Acesso em: 01 mar. 2026.
    • APA

      Dias, G. P. (2018). Avaliação das condições redox das águas intermediárias do Oceano Atlântico Sudoeste nos últimos 40 mil anos (Dissertação (Mestrado). Universidade de São Paulo, São Paulo. Recuperado de http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/21/21137/tde-29012019-163323/fr.php
    • NLM

      Dias GP. Avaliação das condições redox das águas intermediárias do Oceano Atlântico Sudoeste nos últimos 40 mil anos [Internet]. 2018 ;[citado 2026 mar. 01 ] Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/21/21137/tde-29012019-163323/fr.php
    • Vancouver

      Dias GP. Avaliação das condições redox das águas intermediárias do Oceano Atlântico Sudoeste nos últimos 40 mil anos [Internet]. 2018 ;[citado 2026 mar. 01 ] Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/21/21137/tde-29012019-163323/fr.php


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