Cerclagem de emergência: resultados gestacionais, neonatais e fatores prognósticos (2018)
- Authors:
- Autor USP: COSTA, MAIRA MARINHO FREIRE - FM
- Unidade: FM
- Sigla do Departamento: MOG
- DOI: 10.11606/D.5.2018.tde-28092018-095912
- Subjects: COLO UTERINO; GRAVIDEZ DE ALTO RISCO; COMPLICAÇÕES NA GRAVIDEZ; NASCIMENTO PREMATURO; LÍQUIDO AMNIÓTICO; FATORES DE RISCO
- Keywords: Âmnio; Cerclagem cervical; Cervical cerclage; Emergências; Emergencies; Incompetência do colo do útero; Pregnancy high-risk; Premature birth
- Language: Português
- Abstract: Objetivos: Avaliar e descrever os desfechos maternos e neonatais de gestantes com diagnóstico de cervicodilatação precoce submetidas à cerclagem de emergência ou à conduta expectante com repouso. Avaliar os fatores relacionados com melhores resultados nas gestantes submetidas à cerclagem de emergência. Métodos: Análise retrospectiva de gestantes internadas na Clínica Obstétrica do HCFMUSP, entre 2001 e 2017, com diagnóstico de cervicodilatação precoce e/ou bolsa protrusa. Foram incluídas gestantes com feto único, entre 16 semanas e 25 semanas e 6 dias, com dilatação cervical entre 1 e 3 cm e excluídas gestantes que evoluíram para parto ou aborto em até 2 dias após a internação. Resultados: O estudo envolveu 30 gestantes, 19 no grupo cerclagem e 11 no grupo repouso. Houve diferença significativa entre os grupos para dois dos desfechos primários, com o grupo cerclagem apresentando os melhores resultados: idade gestacional no parto 28,65 versus 23,35 semanas (p=0,031), latência entre a internação e o aborto/parto 48,63 versus 16 dias (p=0,016). Dentro do grupo cerclagem, as gestantes sem bolsa protrusa apresentaram maior idade gestacional no parto: 33,91 versus 26,82 semanas (p=0,032). Na comparação de gestantes com desfecho favorável e desfavorável entre aquelas submetidas à cerclagem, não houve diferença significante para os fatores de risco analisados (antecedentes obstétricos, dilatação cervical, exames laboratoriais ou corioamnionite clínica). Conclusões: A cerclagem deemergência foi superior que à conduta expectante no tratamento de gestantes com cervicodilatação precoce no segundo trimestre da gestação, apresentando melhores resultados gestacionais. Dentre as gestantes submetidas à cerclagem, a ausência de bolsa protrusa esteve relacionada a maior prolongamento da gestação. Não foi possível caracterizar fatores de risco para o sucesso da cerclagem (determinado como taxa de "bebê em casa")
- Imprenta:
- Data da defesa: 13.06.2018
- Status:
- Artigo publicado em periódico de acesso aberto (Gold Open Access)
- Versão do Documento:
- Versão publicada (Published version)
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-
ABNT
COSTA, Maira Marinho Freire. Cerclagem de emergência: resultados gestacionais, neonatais e fatores prognósticos. 2018. Dissertação (Mestrado) – Universidade de São Paulo, São Paulo, 2018. Disponível em: https://teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5139/tde-28092018-095912/. Acesso em: 07 maio 2026. -
APA
Costa, M. M. F. (2018). Cerclagem de emergência: resultados gestacionais, neonatais e fatores prognósticos (Dissertação (Mestrado). Universidade de São Paulo, São Paulo. Recuperado de https://teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5139/tde-28092018-095912/ -
NLM
Costa MMF. Cerclagem de emergência: resultados gestacionais, neonatais e fatores prognósticos [Internet]. 2018 ;[citado 2026 maio 07 ] Available from: https://teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5139/tde-28092018-095912/ -
Vancouver
Costa MMF. Cerclagem de emergência: resultados gestacionais, neonatais e fatores prognósticos [Internet]. 2018 ;[citado 2026 maio 07 ] Available from: https://teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5139/tde-28092018-095912/
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