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Manejo de fármacos antiepilépticos após hemisferotomia: implicações em recorrência de crises, aspectos práticos, neuropsicológicos e do desenvolvimento (2018)

  • Authors:
  • Autor USP: BATISTA, LARISSA APARECIDA - FMRP
  • Unidade: FMRP
  • Sigla do Departamento: RNP
  • Subjects: FÁRMACOS; EPILEPSIA; NEUROLOGIA
  • Keywords: Antiepileptic drugs; Hemispherotomy; Epilepsy surgery; Cirurgia de epilepsia; Hemisferotomia; Fármacos antiepilépticos
  • Language: Português
  • Abstract: Introdução: a cirurgia de epilepsia é uma opção de tratamento para pacientes com epilepsia refratária. A hemisferotomia pode produzir um controle notável da epilepsia hemisférica clinicamente intratável em crianças. O resultado final desejável, após a hemisferotomia, é o controle de crises e a redução ou retirada de fármacos antiepiléticos, visando a melhora cognitiva e do desenvolvimento da criança. Objetivos: verificar a efetividade da hemisferotomia no controle de crises e na retirada ou redução de fármacos antiepilépticos em pacientes classificados como Engel 1, e analisar os desfechos cognitivo e de desenvolvimento após a abordagem cirúrgica e redução de fármacos antiepilépticos. Métodos: revisão de prontuários médicos e banco de dados de pacientes crianças e adolescentes, com idade inferior a 19 anos no momento da cirurgia, submetidos a hemisferotomia para tratamento de epilepsia refratária no Centro de Epilepsia de Ribeirão Preto do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, entre anos de 1995 e 2015. Resultados: foram avaliados 120 prontuários médicos, dos quais foram considerados aptos 82. Amostra sem diferença significativa entre sexos. Para o manejo de fármacos foram considerados 44 pacientes que eram classificados como Engel 1 no segundo ano pós cirúrgico. Para estes pacientes foram avaliadas variáveis como retirada ou redução de fármacos antiepilépticos, bem como o tempo para que esse manejo fosse realizado, além do desfecho cognitivo e dedesenvolvimento. Conclusão: A hemisferotomia é uma cirurgia eficaz para pacientes com doença hemisférica, possibilitando que paciente fique livre de crises e, eventualmente, livre de fármacos antiepilépticos. O desfecho de sucesso cirúrgico é dependente de inúmeras variáveis e o manejo de fármacos é realizado conforme experiência de profissionais de cada serviço
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 29.05.2018
  • Acesso à fonte
    How to cite
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    • ABNT

      BATISTA, Larissa Aparecida. Manejo de fármacos antiepilépticos após hemisferotomia: implicações em recorrência de crises, aspectos práticos, neuropsicológicos e do desenvolvimento. 2018. Dissertação (Mestrado) – Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto, 2018. Disponível em: https://teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17160/tde-27082018-100943/. Acesso em: 09 abr. 2026.
    • APA

      Batista, L. A. (2018). Manejo de fármacos antiepilépticos após hemisferotomia: implicações em recorrência de crises, aspectos práticos, neuropsicológicos e do desenvolvimento (Dissertação (Mestrado). Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto. Recuperado de https://teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17160/tde-27082018-100943/
    • NLM

      Batista LA. Manejo de fármacos antiepilépticos após hemisferotomia: implicações em recorrência de crises, aspectos práticos, neuropsicológicos e do desenvolvimento [Internet]. 2018 ;[citado 2026 abr. 09 ] Available from: https://teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17160/tde-27082018-100943/
    • Vancouver

      Batista LA. Manejo de fármacos antiepilépticos após hemisferotomia: implicações em recorrência de crises, aspectos práticos, neuropsicológicos e do desenvolvimento [Internet]. 2018 ;[citado 2026 abr. 09 ] Available from: https://teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17160/tde-27082018-100943/

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