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Desenvolvimento de vesículas poliméricas de poli(etileno glicol)-b-poli(ε-caprolactona) (PEG-PCL) para veiculação de L-asparaginase (2018)

  • Authors:
  • Autor USP: VASCONCELOS, JULIANA DE ALMEIDA PACHIONI - FCF
  • Unidade: FCF
  • Sigla do Departamento: FBF
  • Subjects: POLÍMEROS SINTÉTICOS; LEUCEMIA
  • Language: Português
  • Abstract: A L-Asparaginase (ASNase) é um importante agente quimioterapêutico utilizado para o tratamento da leucemia linfoblástica aguda (ALL) há mais de 40 anos. No entanto, devido à origem biológica da ASNase, enzima produzida por Escherichia coli, problemas como a imunogenicidade e baixa meia vida-plasmática devem ser considerados. Com o objetivo de minimizar essas desvantagens, várias ASNases homólogas bem como formulações de ASNase de E. coli foram investigadas. Nenhuma das formulações desenvolvidas, entretanto, foi capaz de resolver definitivamente esses problemas associados à sua origem. Nesse sentido, considerando os recentes avanços na ciência de polímeros com a possibilidade do obtenção de vesículas poliméricas usando copolímeros, este trabalho concentrou-se no desenvolvimento de polimerossomos de poli(etileno glicol)-b-poli(ε-caprolactona) (PEG-PCL) para encapsular a ASNase. Diversas condições experimentais foram investigadas e, ao final, os polimerossomos foram produzidos pela técnica de hidratação do filme polimérico utilizando a centrifugação como técnica de pós-filme para remoção de copolímero precipitado, produzindo assim vesículas polímericas de 120 a 200nm com PDI de aproximadamente 0,250. A eficiência de encapsulação da ASNase, utilizando as metodologias de centrifugação ou cromatografia de exclusão molecular, revelou taxas de encapsulação de 20-25% e 1 a 7%, repectivamente. Esses resultados apontam a importância de se determinar a eficiência de encapsulação por cromatografia de exclusão molecular ou método direto no caso de nanoestruturas auto-agregadas formadas por copolímeros, devido a valores superestimados com o emprego da centrifugação. Ainda que estudos complementares se façam necessários para liberação da enzima encapsulada ou penetração da L-asparagina nas vesículas, nossos resultados demonstram o potencial de polimerossomos paraveiculação de ASNase, bem como de outras proteínas terapêuticas
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 21.06.2018
  • Acesso à fonte
    How to cite
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    • ABNT

      VASCONCELOS, Juliana de Almeida Pachioni; BARBOSA, Leandro Ramos Souza; RANGEL-YAGUI, Carlota de Oliveira. Desenvolvimento de vesículas poliméricas de poli(etileno glicol)-b-poli(ε-caprolactona) (PEG-PCL) para veiculação de L-asparaginase. 2018.Universidade de São Paulo, São Paulo, 2018. Disponível em: < http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/9/9135/tde-26072018-154155/ >.
    • APA

      Vasconcelos, J. de A. P., Barbosa, L. R. S., & Rangel-Yagui, C. de O. (2018). Desenvolvimento de vesículas poliméricas de poli(etileno glicol)-b-poli(ε-caprolactona) (PEG-PCL) para veiculação de L-asparaginase. Universidade de São Paulo, São Paulo. Recuperado de http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/9/9135/tde-26072018-154155/
    • NLM

      Vasconcelos J de AP, Barbosa LRS, Rangel-Yagui C de O. Desenvolvimento de vesículas poliméricas de poli(etileno glicol)-b-poli(ε-caprolactona) (PEG-PCL) para veiculação de L-asparaginase [Internet]. 2018 ;Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/9/9135/tde-26072018-154155/
    • Vancouver

      Vasconcelos J de AP, Barbosa LRS, Rangel-Yagui C de O. Desenvolvimento de vesículas poliméricas de poli(etileno glicol)-b-poli(ε-caprolactona) (PEG-PCL) para veiculação de L-asparaginase [Internet]. 2018 ;Available from: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/9/9135/tde-26072018-154155/


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