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Interfaces colaborativas em comunicação e educação ambiental (2018)

  • Authors:
  • Autor USP: FALCÃO, SANDRA PEREIRA - ECA
  • Unidade: ECA
  • Sigla do Departamento: CCA
  • Subjects: COMUNICAÇÃO; EDUCAÇÃO AMBIENTAL; EDUCOMUNICAÇÃO
  • Keywords: communication; environmental education; multidimensional discursive transits; socio-environmental educommunication; urban environmental communication
  • Agências de fomento:
  • Language: Português
  • Abstract: Análise de trânsitos discursivos multidimensionais (CITELLI, 2012) relacionados à "ecocrise", em busca de encaminhamentos práticos e epistêmicos para promover reflexão e estímulo à proatividade socioambiental cidadã a partir do eixo Comunicação-Educação. Entre os objetivos específicos do estudo, do qual participaram 514 sujeitos de pesquisa (distribuídos em 12 grupos heterogêneos), incluem-se: estudar possibilidades de preenchimento de falhas na comunicação vinculada ao cenário atual de múltiplos agravantes ao meio ambiente e envolver diferentes grupos da sociedade civil na pesquisa acadêmica, verificando oportunidades de contato e estabelecendo pontes participativas entre universidade e coletividade. A abordagem teórica multirreferencial associada a um conjunto de expedientes variados para captação de dados de campo configuram o método estabelecido para a investigação, de natureza quali/quantitativa. Assim, a observação e análise de aportes em circulação midiática, de interfaces dialógicas físicas e virtuais, bem como a oferta de palestras, minicursos, realização de entrevistas e dinâmicas, aplicação de questionários virtuais e presenciais perfazem uma combinação de técnicas (LOPES, 2005; PONTUSCHKA, 2011) cuja intenção foi recolher fluxos discursivos socioambientais de diferentes dimensões/direções, por meio dos quais verificamos aspectos medulares da comunicação socioambiental contemporânea. Entre os principais resultados, destacam-se: a) percepções díspares quanto à comunicação ambiental em rede, sugerindo que variáveis como faixa etária, interesses, velocidade de contato, tipo de páginas implicam (in)eficácia das interações digitais voltadas à temática ambiental; b) percepções uníssonas quanto ao papel da escola básica em favor do compartilhamento de conteúdos educomunicativos socioambientaisna perspectiva do território; c) persistência da incomunicação cidadão-poder público (e vice-versa) no tangente a assuntos socioambientais urbanos; d) ratificação da percepção coletiva de que a comunicação ambiental a circular hoje nos espaços pesquisados está mais próxima de informação e não de comunicação propriamente dita (capaz de sensibilizar para engajamento concreto); e) confirmação de preferência majoritária entre os respondentes por atividades ecopedagógicas que envolvam deslocamento pelo bairro/pela cidade, acopladas ao emprego de meios para produção de tecnoimagens -- preferencialmente estáticas; f) observação de que circuitos colaborativos de informação, comunicação e ação socioambiental podem ser proficientes se conjugada reelaboração de conteúdos científicos (teóricos e práticos, incluindo resultados de campo) a aportes midiáticos para apresentação/discussão presencial dos trânsitos discursivos recolhidos e recombinados; g) observação de que o estudo do discurso coletivo socioambiental proporcionado pela verificação e análise de trânsitos discursivos multidimensionais evidenciou-se como fresta epistêmica e estratégia metodológica viável para: g1) incremento da ação socioambiental proativa entre habitantes de áreas urbanas ambientalmente prejudicadas e g2) planejamento multi-institucional dos processos pesquisa-ensino correlacionados ao binômio comunicação-educação ambiental em tempo de progressivo agravo ecológico. Nossa investigação aponta, entretanto, para a urgência em amplificar contato institucional da universidade com escolas de ensino básico (públicas e privadas), instituições religiosas, instâncias de governo e instituições outras, a fim de desenvolver projetos territorializados de comunicação e educação ambiental integrados ao ensino formal, não formal e informal,não formal e informal. Tal movimento vem ao encontro da necessidade de identificar novos mecanismos discursivos, comportamentais, institucionais e epistêmicos aptos a reduzir a distância entre as políticas públicas e a participação dos cidadãos nos processos decisórios ligados à qualidade da vida citadina
  • Imprenta:
  • Data da defesa: 26.03.2018
  • Acesso à fonte
    How to cite
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    • ABNT

      FALCÃO, Sandra Pereira. Interfaces colaborativas em comunicação e educação ambiental. 2018. Tese (Doutorado) – Universidade de São Paulo, São Paulo, 2018. Disponível em: https://teses.usp.br/teses/disponiveis/27/27154/tde-25072018-163403/. Acesso em: 11 abr. 2026.
    • APA

      Falcão, S. P. (2018). Interfaces colaborativas em comunicação e educação ambiental (Tese (Doutorado). Universidade de São Paulo, São Paulo. Recuperado de https://teses.usp.br/teses/disponiveis/27/27154/tde-25072018-163403/
    • NLM

      Falcão SP. Interfaces colaborativas em comunicação e educação ambiental [Internet]. 2018 ;[citado 2026 abr. 11 ] Available from: https://teses.usp.br/teses/disponiveis/27/27154/tde-25072018-163403/
    • Vancouver

      Falcão SP. Interfaces colaborativas em comunicação e educação ambiental [Internet]. 2018 ;[citado 2026 abr. 11 ] Available from: https://teses.usp.br/teses/disponiveis/27/27154/tde-25072018-163403/


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