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Assistência oferecida a estudantes que relatam serem vítimas de bullying (2017)

  • Authors:
  • USP affiliated authors: OLIVEIRA, WANDERLEI ABADIO DE - EERP ; SILVA, MARTA ANGÉLICA IOSSI - EERP
  • Unidade: EERP
  • DOI: 10.5935/1678-4669.20170033
  • Subjects: BULLYING; VIOLÊNCIA ESCOLAR; ASSISTÊNCIA (COMPORTAMENTO SOCIAL)
  • Keywords: INTERVENÇÃO SOCIAL; PROFESSOR; PAIS; ACOSO; VIOLENCIA EN LAS ESCUELAS; INTERVENCIÓN SOCIAL; PROFESOR; PADRES SCHOOL VIOLENCE; SOCIAL INTERVENTION; TEACHER; PARENTS
  • Language: Português
  • Abstract: Estudo transversal que objetivou verificar se estudantes vítimas de bullying contam que estão sendo agredidos e se o tipo de agressão sofrida se relaciona à assistência que recebem. Participaram 232 estudantes do sexto ao nono ano do Ensino Fundamental que responderam um questionário autoaplicável. Os resultados indicaram um percentual de vítimas de 22,2%. Prevaleceu para os meninos não contar a ninguém sobre as agressões sofridas e para as meninas contar aos professores. Agressão verbal se associou com não contar a ninguém, o mesmo ocorrendo em relação a se sofrer agressão psicológica e contar aos pais. Não fazer nada foi a reação predominante frente aos relatos feitos pelos meninos. Já as meninas foram auxiliadas na maioria das vezes que contaram a alguém. Houve associação entre agressão verbal e a intervenção de se conversar/orientar a vítima. Denota-se a necessidade de atenção aos relatos de bullying, com vistas ao oferecimento de intervenções resolutivasAsistencia ofrecida a estudiantes que informaron haber sido víctimas de acoso. Un Estudio transversal tuvo como objetivo verificar si estudiantes víctimas de acoso cuentan que están siendo agredidos y si el tipo de agresión sufrida se relaciona con la asistencia que reciben. Participaron 232 estudiantes desde 6º (sexto) a 9º (noveno) año de Ensenãnza Primaria los cuales respondieron un cuestionario autoaplicable. Los resultados indicaron un porcentaje de víctimas de 22,2%. Para los niños, prevaleció el no contar para nadie sobre las agresiones sufridas, y para las niñas, contar para los profesores. La agresión verbal se asoció con el no contar a nadie, aconteciendo lo mismo en relación a si se sufre una agresión psicológica y contar a sus padres. No hacer nada fue la reacción predominante frente a los relatos dados por los niños. En cambio, las niñas fueron auxiliadas la mayoría de las veces que contaron a alguien. Hubo asociación entre la agresión verbal y la intervención de conversar/orientar con la víctima. Se indica la necesidad de ofrecer intervenciones resolutivas frente a los relatos de acoso